quinta-feira, 21 de novembro de 2013


Casario de Olhos D'Água é objeto de exposição de gravuras


            Em noite de muita agitação cultural, no último sábado, 16/11, o espaço Olhos D'Art, na praça Santo Antônio, na pequena Olhos D'Água, município de Alexânia-GO, foi palco da abertura da exposição Casario, do fotógrafo Peninha, radicado na cidade. São 13 infogravuras (técnica que se utiliza dos conceitos da gravura tradicional, mas feito a partir de um arquivo digital - fotografia) que retratam casas tradicionais do povoado.

            Observador meticuloso, pela própria profissão que abraçou, o fotógrafo Peninha percebeu que  Olhos D'Água tem um lindo casario que representa a arquitetura do interior do país. Sua exposição, ao mesmo tempo em que tem o objetivo de despertar o interesse nas pessoas no casario da cidade, tenta sensibilizar moradores, turistas e autoridades para que esse rico patrimônio seja preservado. "Minha exposição mostra uma arquitetura única, com características próprias, que carrega toda gama de tradições e do modo de vida desta comunidade" explica.

            Agitador cultural, Peninha fez questão de fazer da abertura da exposição uma festa musical. Para isso, convidou a banda Forró de Rabeca e a cantora Cabocla Inês, que transformaram o espaço numa festa. O artista ficou satisfeito com o resultado da noite de lançamento e acredita que já começou a atingir seus objetivos: "reunir formas de expressão distintas e preservar a memória arquitetônica de Olhos D'Água despertar a comunidade do valor de seu casario, e por consequência mais um evento cultural para todo comunidade".

            Peninha já realizou outras exposições, com destaque para a primeira, em um Congresso Internacional de Arquitetura e Urbanismo na Cidade do México, sobre a obra de Oscar Niemeyer, que aprovou o trabalho, cedendo fotos e croquis de seus arquivos.

            A exposição fica em Olhos D'Água até depois da Feira do Troca, no primeiro domingo de dezembro. Depois segue para a Câmara Municipal de Alexânia, a convite do presidente da Casa, vereador Josimar Félix, e do vereador Edval Monteiro.
 

 
Praça Santo Antonio em Olhos D’água - GO

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vem aí, a Ópera Sertaneja "Auto da Catingueira"

 
Com Pereira da Viola, Saulo Laranjeira, Miltinho Edilberto, João Omar e grande elenc...o. A partir de 27/07, em Vitória da Conquista, Bahia.

O Auto da Catingueira representa uma das obras mais importantes da carreira de Elomar Figueira Mello e uma das mais significativas em termos de arte brasileira no cenário da cultura nacional. Difundido através de suas canções, que são tocadas ininterruptamente há mais de 30 anos, nunca havia sido montado em palco. Agora, no dia 27 de julho, Teatro Domus Opera, Lá na Casa dos Carneiros, o público poderá ver em cena teatral a riqueza e a poética de Elomar.
A direção geral e partido cênico são de Elomar, que também participa do espetáculo. A direção musical é assinada pelo Maestro João Omar.  Nesta edição, o elenco musical conta com: Miltinho Edilberto (Cantador do Nordeste), Pereira da Viola (Chico das Chagas, tropeiro), Marcelo Bernardes (flauta), Ocello Mendonça (violoncelo) e João Omar (violão) Saulo Laranjeira será o narrador. A cantora Luciana Monteiro é Dassanta.
Vitória da Conquista é a primeira cidade no Brasil a receber o Auto da catingueira depois de sua estréia, em 2011, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, para um público de quase 3 mil pessoas.
A primeira montagem sob Coordenação e Produção de Marcela Bertelli (DUO Informação e Cultura) e Leticia Bertelli, foi gravada ao vivo em DVD  pelo produtor Mario de Aratanha e Jeanne Duarte (Cineviola).
O projeto tem apoio financeiro do Fundo de Cultura, Secretaria do Estado da Bahia e também patrocínios e apoios locais.

Sobre o Auto
A peça original foi gravada em LP em 1983, dentro da sala de visitas do compositor, no semi-árido baiano, na mítica Casa dos Carneiros. A partir daí, e até hoje, se tornou popular pelas rádios, na voz e instrumentos de intérpretes como Mônica Salmaso, Elba Ramalho, Quinteto da Paraíba, Paulo Moura, entre outros.
Escrito em 5 atos, o Auto da Catingueira é construído em linguagem dialetal, que é mescla da expressão regional nordestina com a preservação ibérica, no sertão baiano. Narra a saga de Dassanta, pastora de cabras; de seu mundo real e mítico; e as paixões que inspirou, com sua beleza que “matava mais qui cobra de lagêdo”.
Após apresentar os personagens, o meio ambiente onde vivem, suas angústias e seus desejos, seus modos peculiares de vida, o Auto nos brinda com um surpreendente duelo pelo amor de Dassanta. No maior desafio já escrito da música brasileira, traz, em lugar das espadas e floretes das óperas européias, a disputa entre cantadores que, com suas violas, fazem um desfile memorável de mais de uma dúzia de estilos diferentes, como a parcela, o coco voltado e a tirana, gêneros quase extintos.
Para o historiador Ernani Maurílio, autor de premiada tese sobre a obra de Elomar e do texto que acompanhava a versão em disco, o autor “fez uma escolha consciente, abandonou a cultura erudita e retornou ao seu povo e à sua crença, construindo parte do seu mundo, transformando-se assim no historiador de um povo sem história, pelo menos oficial. Essas histórias são a história, recolhidas e ouvidas de feira em feira, de cantador para cantador, projetando uma realidade do passado intemporal no presente real. Na caatinga, devolve-se à palavra a dignidade perdida nos grandes centros urbanos”.

Sinopse
Dividido em 5 atos, ou cantos, o Auto da Catingueira relata o amor de Dassanta pelo tropeiro Chico das Chagas, humilde cantador da região que canta os costumes de sua terra e de seu tempo. Cada Canto fala por si: o 1º, Da Caatingueira, conta o nascimento de Dassanta. O 2º, Dos Labutos, descreve seus trabalhos de mulher. O 3º, Das Visage e das Latumia, desfila o universo do invisível e do mal assombrado que habita o imaginário da caatinga. O 4º Canto, Do Pidido, revela os desejos e vaidades de Dassanta, na partida de Chico para a cidade; e Desafio (5º Canto e último) recria a trágica disputa por seu amor entre Chico contra o ladino e experiente Cantador do Nordeste, conhecedor de todas as armas dos estilos de Cantoria. A disputa musical acontece numa festa em noite de lua cheia, e o equilíbrio entre os contedores leva os acontecimentos às últimas consequências.

Sobre o autor
Elomar Figueira Mello tem uma das mais sólidas carreiras artísticas da música brasileira. Diversas teses de mestrado e doutorado debruçam-se na obra do compositor, aqui e no exterior. Das barrancas do Rio Gavião, na caatinga baiana, para os principais palcos do país, a música deste músico, arquiteto e fazendeiro criador de bodes é sempre esperada e ovacionada desde os anos 70. Sofistica-se a cada dia, mergulhando seu universo “sertanez” na música. O Auto da Catingueira é a primeira das 11 peças/óperas musicais de Elomar.
Elomar compôs também 11 antífonas, quatro “galopes estradeiros”, 12 peças para violão solo, uma sinfonia e três concertos para solista e orquestra. É autor de mais de 80 canções, a maioria delas já gravadas por ele e por diversos outros intérpretes de expressão nacional. Foi inspirado nele que o cartunista Henfil criou seu personagem Bode Orelhana.
“Tenho uma missão a ser cumprida,“ afirma Elomar. “A tradição oral me trouxe do meu bisavô, que contou os fatos ao meu avô, que me contou e hoje eu conto para os meus filhos, que amanhã contarão para os filhos seus. Com isso é assegurada a preservação da história e dos acontecimentos. Numa sociedade tradicional, como a catingueira, a herança é oral e depositada em olhos e memórias privilegiadas. Esta é a missão do cantador.”

terça-feira, 2 de julho de 2013

O Quilombo São José da Serra Valença Pede Socorro.


 Bom dia a todos que amam e ajudam o Quilombo São José da Serra Valença RJ, Estou muito triste com a covardia que um vereador da Câmara de Valença, (MARCELO DO DIDI), juntamente com o fazendeiro da AGROPASTORIL estão fazendo conosco.
o vereador aproveitando o descontentamento do fazendeiro que tem que deixar o quilombo São José da serra, mediante posse e intitulação das terras, está fazendo uma estrada ligando o quilombo com o município de barra do pirai, este vereador comprou um terreno na divisa com os dois municípios (Valença x B Pirai). e de maneira covarde buscou junto ao fazendeiro autorização para abrir a referida estrada, sem consentimento e conhecimento dos moradores do quilombo. para nossa infeliz tristeza esta semana o vereador invadiu as terras do quilombo com seu trator, derrubando arvores, soterrando plantas nativas, causando erosão; destruindo aquilo que ele não plantou, não podemos deixar esta covardia prosseguir por isso nos ajudem, divulgue este e-mail, faça chegar a quem de direito. vamos parar com esta covardia antes que ele junto com o fazendeiro acabe com aquilo que temos de mais preciso, a memoria dos nossos antepassados, a cultura pura de mais de 100 anos de história e a dignidade dos moradores do quilombo. nos ajude a parar com mais esta covardia contra o quilombo são José da serra. Toninho do Canecão.

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Minas Patrimônio Vivo reconstrói a história dos povos e vilarejos do Estado

Mais do que restaurar, os investimentos da Secretaria de Cultura recuperam o valor turístico de locais como Itacambira e Conceição do Mato Dentro

BELO HORIZONTE 
— Na pequena Itacambira, no Norte de Minas, um bem de valor inestimável está sendo restaurado: a Igreja de Santo Antônio, que tem 350 anos e foi feita em adobe e madeira. Ao longo dos anos, obras irregulares e ação do tempo quase destruíram essa peça importante do patrimônio histórico e cultural do estado.

O Governo de Minas Gerais vai resgatar parte da obra com intervenções que vão custar cerca de R$ 600 mil. “Agora estamos fazendo a parte da restauração civil, que envolve telhado, estrutura, fundações, alvenarias, esquadrias, instalação elétrica, iluminação. A igreja tem um altar belíssimo, único no Brasil. Também estamos executando as obras de incêndio e pânico e de combate a descargas atmosféricas”, afirma o diretor de conservação e restauração do projeto, Renato César de Souza.

A igreja é um dos 16 monumentos que estão sendo restaurados em Minas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), com aportes de mais de R$ 5,6 milhões pelo programa Minas Patrimônio Vivo. O projeto busca resgatar algumas das obras mais importantes do barroco mineiro que, ao longo do tempo, ficaram esquecidas e agora podem abrir novos horizontes para o turismo no estado.

Minas detém 60% dos bens históricos tombados no país. E alguns lugares recebem turistas o ano inteiro. Ouro Preto ainda é o principal local visitado, mas cada vez mais surgem novas opções. “No Norte de Minas, no Vale do Jequitinhonha, em Itacambira, Couto Magalhães e a região do Médio Espinhaço, enfim, há muitas localidades que estão sendo objeto de maior atenção. Elas precisam de investimentos para incentivar as pessoas a descobrir esta maravilha”, destaca Souza.

Em Uberlândia, a Igreja do Divino Espírito Santo do Cerrado terá restauração construída; o casarão Dário de Magalhães, em Minas Novas, é do período imperial. As igrejas de Santa Isabel da Hungria, em Caxambu, de Milho Verde, e de São Gonçalo do Rio das Pedras, do Serro, são relíquias da era escravocrata. Outras surpresas vêm do distrito de Córregos, em Conceição do Mato Dentro. Os belos templos de São Francisco de Assis, em Costa Sena, e de Nossa Senhora Aparecida e Senhor dos Passos também serão restaurados.

Com o projeto Minas Patrimônio Vivo, o Iepha quer fazer mais que restaurar. Os investimentos ajudam a reconstruir a história dos povos e vilarejos de Minas.


Fonte: ABN NEWS

Festival de História do Brasil

Foto: Peninha
Todos os apaixonados por literatura poderão participar da segunda edição do Festival de História do Brasil -  fHist, a se realizar entre os dias 19 e 22 de setembro, em Diamantina, Minas Gerais. Com apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, a feira apresentará ao público uma programação variada com debates, mesas-redondas, seminários, exibições artísticas e oficinas.
O fHist, idealizado em 2010, foi criado com o intuito de propiciar a manifestação editorial e artística sobre fatos da História do Brasil. Diferente das festas literárias que se espalharam pelo país, o fHist é o primeiro e único festival temático, tendo como fio condutor a literatura, as artes e o cinema.
Em outubro de 2011, a paisagem histórica e cultural da cidade de Diamantina recepcionou a primeira edição do evento que acolheu mais de 650 visitantes.  Nesse ano, O fHist  contará com um dos brasilianistas mais importantes em sua conferência inaugural: o historiador britânico Kenneth Robert Maxwell, especialista em História Ibérica e no estudo das relações entre Brasil e Portugal.
O coordenador do festival, Américo Antunes, explica que  "a ideia é a de trazer a público e difundir importantes fatos históricos, desde o período colonial, que ainda são pouco conhecidos ou que estão sendo agora revelados, por meio de investigações e pesquisas contemporâneas, como as realizadas no âmbito dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade".
Durante os quatro dias de programação, temas como a história dos povos indígenas, regime militar e Inconfidência Mineira serão debatidos nas 14 mesas da Tenda da História da Praça Doutor Prado.

(Foto da capa: Divulgação/Prefeitura de Diamantina)
Além dos debates, o festival contará com uma extensa programação em praças e igrejas da cidade, que é reconhecida pela musicalidade de seu povo. A programação contempla a Vesperata, concertos e shows.
As inscrições para o evento podem ser realizadas no site do Festival, mediante a disponibilidade de vaga.
Fonte: Ascom/MinC
 Texto: Layse Lacerda, Ascom/MinC

sábado, 8 de junho de 2013

Exposição Corpo, Saúde e Ciência



Rio de Janeiro - Os 110 anos do museu fundado pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz são lembrados na exposição Corpo, Saúde e Ciência: O Museu de Patologia do Instituto Oswaldo Cruz. A exposição traz peças históricas de anatomia, documentos, desenhos e instrumentos médicos, além de um módulo com atividades interativas
Fonte: Agência Brasil
Tânia Rêgo/ABr
 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica


São Paulo - Crianças e adultos visitam a nona edição do Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica – com o tema “Direitos e Deveres Ambientais”, na Marquise do Parque Ibirapuera. O evento conta com pavilhões temáticos e atividades interativas, além de exposições de ONGs que lutam pela sustentabilidade
Foto: Marcelo Camargo/ABr
Fonte: Agência Brasil

Recicla Arte e Costura

Foto: Elza Fiúza/ABr
Brasília - Um desfile de moda com roupas confeccionadas por costureiras da Estrutural inaugura o Centro de Economia Solidária Recicla Arte e Costura – Mulheres Empreendedoras da Estrutural. As roupas e outros produtos vendidos poderão ser adquiridos com a moeda local, a Conquista, desenvolvida pelo Banco Comunitário
Fonte: Agência Brasil

Dia Nacional do Cigano

Wilson Dias/ABr
Brasília - Evento marca celebração ao Dia Nacional do Cigano. O evento reuniu 300 representantes de 19 estados e do Distrito Federal.
Fonte: Agência Brasil 

III Festival de Ópera de Brasília

III Festival de Ópera de Brasília 
 
será realizado de 12 de junho a sete de julho de 2013 na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro apresentará as óperas Carmen e Olga, acompanhadas do concerto Sinfônico Verdi e Wagner.
Durante o período de 14/05 a sete de julho, a agenda da OSTNCS estará voltada para produção do III Festival de Ópera de Brasília.

Nova chamada para seleção de papéis do III Festival de Ópera de Brasília

A organização do III Festival de Ópera de Brasília abriu nova chamada para seleção de bailarinos, figurantes, cantores e atores para o elenco das óperas Carmen e Olga.
Interessados em participar devem preencher os formulários e entregar à produção no dia programado para a audição de acordo com o papel escolhido.
As audições serão realizadas na sala de ensaio da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.
Confira a programação:
Dia 28/05 (terça-feira)
20h - Teste para Bailarinos e Figurantes – ÓPERA CARMEN
Bailarinos: 8 Homens e 12 Mulheres (total 20 pessoas)
Figurantes: 6 Homens e 4 Mulheres ( total 10 pessoas)
Teste para Bailarinos – ÓPERA OLGA
Bailarinos: 2 Homens e 1 Mulher (total 3 pessoas)
Dia 8/06 (sábado)
14h - Teste para Atores – ÓPERA OLGA
Atores: 10 Homens e 5 Mulheres (total 15 pessoas)
Local de testes: Secretaria de Cultura do Distrito Federal (Sala Ensaio da Orquestra Sinfônica - Via N2)
SERVIÇO:
Audição para Óperas CARMEN e OLGA
Data/horário: 28/05, às 20h, e 8 de junho, às 14h Local: Secretaria de Cultura do Distrito Federal – Sala de Ensaio da OSTNCS (Via N2 Norte, Anexo do Teatro Nacional Asa Norte Brasília-DF)
Informações: 3325-6232 - E-mail: festivaldeopera@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

2º Violarte Festival de Cultura Popular de Minas Novas/MG


O Festival da Canção, carro chefe do 2º Violarte, terá abrangência nacional e músicos de todo o Brasil poderão se inscrever. As músicas selecionadas concorrerão aos prêmios de R$2.000,00 (1º lugar); R$1.500,00 (2º lugar); R$1.000,00 (3º lugar); R$500,00 (melhor intérprete) e R$500,00 (melhor arranjo musical). Sua música pode ser enviada até o dia 20 de maio.
Além do Festival da Canção, o 2º Violarte vai ofertar seis oficinas de formação cultural: teatro de rua, expressão corporal, construção de tambores, brinquedos e brincadeiras, construção de acessórios e dança afro-brasileira. As vagas são limitadas e as inscrições para as oficinas podem ser feitas até o dia 27 de maio. As fichas de inscrição e os regulamentos das oficinas e do festival da canção encontram-se disponíveis para download no blog do Violarte, em  www.festivalviolarte.blogspot.com.br.
Shows com Pedro Moraes, Xicas da Silva, Tambolelê, Marcela Veiga e Banda, Coral Araras Grandes, Osmar Lins e outros artistas de renome regional e nacional já foram confirmados, assim como, os grupos de teatro Tirana Cia. de Teatro, Ícaros do Vale e Murion também já garantiram presença no festival.

Mais informações sobre o 2º Violarte encontram-se disponíveis através do endereço eletrônico www.festivalviolarte.blogspot.com.br. Em caso de dúvidas ou esclarecimentos, entre em contato com a produção do 2º Violarte, através do e-mail festivalviolarte@yahoo.com.br, ou via telefones (31) 9219-3333 begin_of_the_skype_highlighting (31) 9219-3333 GRÁTIS  end_of_the_skype_highlighting / (33) 3764-2701 begin_of_the_skype_highlighting (33) 3764-2701 GRÁTIS  end_of_the_skype_highlighting .

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Miriam Miràh 40 Anos


Dando início à comemoração de seus 40 anos de carreira, Míriam Miràh mostra neste show um repertório retrospectivo que fará parte de seu DVD a ser gravado neste ano, que vai desde sucessos gravados na sua voz com o Grupo Tarancón, seu início de carreira individual com a inesquecível Mira Ira, seu trabalho dançante nos anos 90 com a mescla Brasil-Caribe do CD Cuba Nagô, uma seleção do DVD La Negra y La Negrita em homenagem a Mercedes Sosa e algumas de suas composições em parceria com Lula Barbosa, Juca Novaes e Edu Santhana.

Repertório

Gracias a La vida - Violeta Parra
Mira Ira - Lula Barbosa e Vanderlei de Castro
El Guillatun - Violeta Parra
Señora Chichera - Folclore Boliviano
Bom Dia – Gilberto Gil e Nana Caymmi
Soy Loco por ti, América - Gilberto Gil e Capinam
Acordar - Lula Barbosa e Miriam. Miràh

Serviço: dia 22/6/2013 às 21h e dia 23/6/2013 às 19h, classificação: livre, duração 60 minutos. Entrada gratuita. (os ingressos devem ser retirados 1 hora antes do início da sessão, limitado a um por pessoa).
MUITOS SHOWS INTERESSANTES NESTE MÊS - TÁ AÍ O LINK:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/dec/teatros/decio_de_almeida_prado/index.php?p=9226

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domingo, 12 de maio de 2013

Concertando 2013 em Olhos D’água Alexânia – GO

O concerto de ontem foi simples e sofisticado ao mesmo tempo, Sérgio Morais apresentou um lindo repertorio, de forma didática ele demonstrou os vários instrumentos da família das flautas, inclusive tocando flauta de papel, como forma de demonstrar que o instrumento feito de papel e perfeitamente tocável, e encantou o publico, num belo fim de tarde dividindo com Rogério Pereira que apresentou um repertorio de musicas infantis, e para surpresa geral, a participação especialíssima de Ana Terra que fez um dueto com Rogério tocando alguns clássico compostos para flauta.

E assim aconteceu o penúltimo concerto na praça de Olhos D’água, deixando a certeza que músicos como Sérgio Morais, Sammille Bonfim, Dolores Tomé estão fazendo desta iniciativa algo surpreendente, generosidade, simplicidade fizeram destes momentos uma verdadeira celebração da vida! Musica no ar, musica na praça, musica na alma e nos corações de todos que compartilharam destes momentos.

 

 
Sábado dia 18/05 tem mais com Bruno Berê e Rogério Pereira.
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terça-feira, 7 de maio de 2013

Aulas abertas de flauta em Olhos D’água

Música de Papel
 
Aos sábados das 15:00 as 17:00 na quadra coberto, o Arte educador Rogério Pereira vem dando aulas de flauta utilizando a flauta de papel, e assim quem chegar, não importa a idade recebe uma flauta de papel de cinco tubos, um manual com explicação utilizando o métodos das cores das notas que encontramos nos livros da pedagoga *Sinclei, e como funciona o instrumento, como tocar, e uma música, todos recebem atenção individual, e neste espaço de tempo a pessoa, não chamamos de aluno por não ser um curso formal, e sim aulas abertas e informais, realizadas num espaço aberto com 2 horas aproxidamente de duração, onde as pessoas conseguem tocar uma música, no fim da aula o grupo toca em conjunto, e como o espaço e coberto tem acústica, isso faz com que o som se espalhe no ar chegando as casa próximas, bom já realizamos 4 destas aulas que vão ate 25 de maio totalizando 7 aulas, esperamos neste período deixar algumas pessoas fazendo música, tocando na flauta de papel um repertorio interessante e adequado a flauta de cinco tubos, Asa Branca de Luiz Gonzaga, a primeira parte da Sinfonia n.º 9 de Ludwig van Beethoven, Tocam os Sinos musica natalina, Trem de Ferro do Folclore Brasileiro, esta experiência vem acontecendo de forma espontânea e temos reunido entorno de oito pessoas em cada aula um numero satisfatório para este espaço de tempo e como é informal não temos inscrição, a pessoa faz a aula e volta se gostar da experiência ou se sentir motivado é isso que procuramos, oferecer acima de tudo motivação e ocupação saudável, poderíamos dizer musicoterapia mais fica muito técnico pra o espírito do projeto, que apenas ar e tubos confeccionados a partir da reutilização de papeis que também é ecológico, é possível se fazer música de qualidade. Uma vez iniciada na música a pessoa pode criar asas explorar outros instrumentos, pois a música ele já adquiriu e ninguém pode tomar dele.












*Sinclei implantou em Olhos D’água a Escola Experimental, que por vários anos funcionou perfeitamente, aplicando o construtivismo ela envolvia toda a comunidade entorno da escola e oficinas paralelas que aconteciam, na cidade.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Concertando 2013 Olhos D’água - GO

Concertos na praça ao cair da tarde
Flauta
Neste sábados, 11/05  17:30
Sérgio Morais 
 Brasiliense, teve contato com a flauta doce aos seis anos de idade. Aos catorze iniciou os estudos com a flauta transversal.
Tocou nas orquestras Filarmônica de Brasília (como titular), Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e Sinfônica da UFMT (convidado). Representou o Brasil através do Clube do Choro de Brasília no II Festival de Jazz de Porto-Príncipe, Haiti, em 2005. Tocou em Ghana, África, em 2009 e Bogotá, Colômbia em 2012.
Como professor, coordenou as oficinas de Choro dos três últimos festivais da ABRAF - Associação Brasileira de Flautistas em Maringá-PR, Uberlândia-MG e Campinas-SP, respectivamente e substituiu o flautista Toninho Carrasqueira em master classe no festival 2012 em Manaus - AM. Em 2010 esteve em San Jose, Costa Rica, no VI Festival Internacional de Flauta da Acofla (Associação Costarricense de Flautistas) onde ministrou aulas de flauta e apresentou um recital de música brasileira para flauta e
piano. Em 2011 participou do Festival Leo Brower em Maringá-PR, onde além das aulas, tocou no concerto de encerramento. Lecionou em master classes nas duas edições do Curso de Verão do flautista italiano Raffaele Trevisani em 2010 e 2011 em
Presidente Prudente - SP.
Já dividiu o palco com Altamiro Carrilho, Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Humberto Araújo, Beth Carvalho, Elton Medeiros, Walter Alfaiate, Luciana e Amélia Rabello, entre outros.
É professor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello desde 2001 e integrante do grupo TAKTO.
Além de tocar flauta, flautim, flauta em sol (contralto) e flauta baixo, é o primeiro flautista-contrabaixista do Brasil.

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domingo, 5 de maio de 2013

Oficina Reciclagem Musical

Musical de Papel
Rogério Pereira Arte educador
 Reciclar papeis, fazer música e instrumentos é o objetivo desta oficina que mostra como é possível, a partir da simplicidade transformar criar e fazer arte isso desperta em crianças, adolescentes e adultos o sentido que tudo e possível, a partir da disposição de transformar e reciclar e dai fazer surgir o novo, usando a música como ponte para o entendimento que somos parte do meio ambiente.
 A música e uma atividade lúdica e terapêutica (musicoterapia) o artesanato uma pratica manual
que pode ser econômica, não só terapêutica, quando isso tudo se alia a reciclagem de papeis, vira sócio cultural ou seja educa, ocupa e gera renda e principalmente contribui com a ecologia sem falar no socializar, fator muito importante no contexto do trabalho.
Do resultado da oficina teremos flautas de papel para serem vendidas como suvenir da cidade e se houver interesse dos alunos temos a intenção de formar um Coro de Flautas de Papel, para isso será iniciado um curso de flautas com o Rogério Pereira.



Numa comunidade onde a tradição é artesanal, falta de ocupação emprego e oportunidades de lazer e cultura, um projeto como este faz muito sentido, porque une arte educação e ocupação de forma barata, e podendo gerar alguma renda, alem de divulgar o nome da cidade.
fotos da primeira oficina realizada em Olhos D’água - GO na casa da Sr. Ângela Madrilis que gentilmente abriu suas portas.

Oficina Reciclagem Musical e fabricação de flautas de papel ministrada pelo Arte educador Rogério Pereira, que se realizou no distrito de Olhos D`Água e teve a participação de 24 pessoas na sua maioria crianças, onde além de aprender a construir Flautas de papel teve contato direto com o meio ambiente uma vivência em grupo, sem falar de um belo banho de pisciana, ou seja, arte cultura educação e lazer tudo num mesmo espaço e momento.
A pretensão deste trabalho é fazer da arte e da cultura um instrumento transformador socializador, através da simplicidade de uma folha de papel agregar valores econômicos e sociais e daí surgir um bem cultural algo que não se pode perder, não se pode tomar, pois o conhecimento adquirido e uma vez apreendido se torna parte da historia de cada um, valores e habilidades e conceitos aplicados, que passam a fazer parte do patrimônio intelectual de cada individuo.



Veja fotos do evento:
 
 






Fotos:Peninha
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