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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Thaís Ibañez Arte Naïf

O foco principal do seu trabalho é a valorização da cultura brasileira, a artista representa na pintura as mais variadas manifestações do povo brasileiro, sendo elas: a música, a dança, o artesanato, e tudo que faça parte do “Folclore Brasileiro”.As cores vivas em suas telas traduzem o clima tropical do Brasil o que torna sua arte uma fonte de alegria.
Zamita mestre tecelã Uberlândia MG
D. Zamita detém todos os conhecimentos tradicionais da arte da tecelagem, trazidos de séculos passados e a arte passada por gerações ainda encontrada em pessoas como dona Zamita, uma mulher simples mas de grande conhecimento do oficio que com prazer repassa seus conhecimentos a fim de preservar e garantir a continuidade e mantendo viva a tecelagem artesanal tradicional.



No tear D. Zamita, cria um verdadeiro espetáculo com fios, poucos apetrechos abre ela desvenda um universo de cores e tramas dai surgem verdadeiros painéis de estremo bom gosto, e um belo padrão estético em suas peças. Veja mais!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Guarani Kaiowá ocupam terra tradicional à espera de demarcação em Mato Grosso do Sul

Brasília - Cerca de 280 indígenas da etnia Guarani Kaiowá - entre eles, 30 crianças - ocuparam nesta madrugada uma área próxima ao município de Coronel Sapucaia no sul de Mato Grosso do Sul. Desde 2005, os indígenas vivem na beira da Rodovia MS-289 (que liga Amambai a Coronel Sapucaia).De acordo com o líder Guarani Kaiowá Avakuarici, “o governo sabe da situação dos índios” e a comunidade espera que a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério Público tomem uma posição sobre a demarcação da área. “Estamos reivindicando a presença dos antropólogos”, disse Avakuarici afirmando que “os índios não sairão mais da área”.Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), trata-se da “retomada” da terra tradicional Kurussu Ambá, onde em 2007 a rezadeira Julite Lopes, 70 anos, teria sido assassinada por seguranças particulares da Fazenda Madama. O conflito pela terra também teria resultado nas mortes dos indígenas Osvaldo Lopes (maio de 2009) e Ortiz Lopes (janeiro 2007).Os Guarani Kaiowá são os índios brasileiros que mais sofrem com mortes violentas. No ano passado, ocorreram 42 assassinatos e 34 casos de suicídio entre os indígenas. O Cimi afirma que boa parte dessas mortes foram consequência da diminuição de terras e da concentração de índios em áreas limitadas, o que força o convívio entre famílias inimigas e potencializa as tensões. O Cimi espera que a Funai conclua o trabalho de identificação da área para futura demarcação. “O prazo para conclusão do laudo de identificação já passou”, cobrou o coordenador regional do Cimi, Egon Heck. Segundo ele, fazer a ocupação “foi a única alternativa para trazer resultados para o reconhecimento”.Egon Heck afirma que a ocupação é uma espécie de pressão pela demarcação e que os indígenas “esperam e acreditam que o governo federal e o Ministério Público garantam o direito à terra tradicional”.
Fonte:Agência Brasil
Gilberto Costa Repórter da Agência Brasil
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dona Angelina Tecelã
Vinda do século passado e trazendo consigo o oficio, como se fazia à séculos no interior de Goiás.

Num cenário que parece ter parado no tempo, dona Angelina mantém a tradição, ao lado da casa ela mantém um tear tradicional rústico.
Dona Angelina com simplicidade e um espírito batalhador que é uma característica, das mulheres do interior, e de sua geração, utiliza os Código Repasso, que foi passando por gerações, as padronagens e texturas, hoje é exclusivo pois, quem tiver oportunidade de obter um corte de tecido feito por dona Angelina com certeza terá uma peça única genuína, tecido a mão com método secular...Veja mais!

sábado, 21 de novembro de 2009

Nossa escola tem História
Escola estadual do Pacaembu – Valparaíso GO.
Escola do Pacaembu em Valparaíso de Goiás promove oficina de arte em Mandala inistrada pelo artista plástico Marco Aurélio, para os alunos do Ensino Fundamental e Médio, do turno da noite.


Por que Mandala?
Nada melhor para despertar o interesse dos alunos sobre qualquer atividade, é o diferente ou novo, e a mandala embora seja uma forma de arte muito antiga, é nova para eles e diferente do que eles conhecem em termos de práticas artísticas, levando tudo em consideração as dificuldades para realizar a oficina, o Mestre Marco Aurélio, resolveu o problema do suporte ou seja da superfície, com Lps Discos mesmo, de vinil, antigos, aranhados, que não tocam mais, que os alunos trouxeram de casa (tive a curiosidade de ver, e Bezerra da Silva era agrade maioria, sinal que tocou de mais!), feito isso em menos de 3 horas o desafio da superfície branca estava definitivamente rompida, e surgiram trabalhos surpreendentes, mostrando o potencial da galera, depois de ver a exposição das belas mandas do artista plástico Marco Aurélio que gentilmente se dispôs a dividir seu conhecimento com os alunos de forma descontraída e interativa produziu o resultado que se pode ver.


E ViVa o saber e aprender!!!














































































































A Mandala - História e significado

História:
De origem Hindu, este termo tem sido utilizado em diversas interpretações e religiões:
Termo: Mandala
Traduzindo do Sânscrito, significa: मंड "essência” + ल "ter" ou "conter".
Também pode ser traduzida como círculo ou circunferência, totalidade, plenitude, derivando do termo tibetano “dkyil khor”.

O que faz a Mandala?
Para os comuns mortais, e independentemente de todas as interpretações espirituais e religiosas, a Mandala é um elemento decorativo atraente. Tem propriedades relaxantes. Admirar uma Mandala poderá ser um auxiliar à serenidade.
Considerando todos os princípios de todas as interpretações e condensando-os de uma forma isenta, é inegavelmente um objecto com energia positiva, como que um amuleto ou talismã. Tem, em todas as culturas, uma mística forte associada a eventos positivos e nobres, de elevação espiritual.

Pacaembu – Valparaíso GO
comunidade pequena, situada na região suburbana de um município, com muitos problemas em todas as áreas, para situar a escola no contextos geográfico, fotografamos em sua volta do ponto de vista da escola 360° para dar uma noção panorâmica do contexto da comunidade onde se passa e se faz a História da Escola estadual do Pacaembu – Valparaíso GO.



















































Projeto Minha escola tem Historia
Roteiro de Desenvolvimento
Etapa I
Sensibilização
O que sabemos?
O que queremos saber?
Ações/Produto

Etapa II
Síntese
Produção de história de vida do aluno a partir de uma foto ou objeto significativo.
a) Professor faz a sensibilização com os alunos monitores.
b) Aluno produz e revisa a história da foto ou do objeto
c) Publicação : Blog do projeto
Produção de história pelos alunos.
a) Alunos filmam o momento ou tiram fotos, gravam, desenham, enfim, fazem um registro da atividade do grupo da classe;
b) Alunos da classe – Salvam as histórias em pastas próprias no computador do laboratório.
Registro do processo
a) alunos registram as etapas do projeto desenvolvidas na escola.
b) Salvam no computador da escola todo o material
Etapa III
História da Comunidade: Entrevista e Produto Final
Síntese
Produção de história de vida de pessoas da Comunidade que passaram pela escola:

a) Professor faz a sensibilização da entrevista com os alunos.
b) Professor ou aluno convidam a pessoa a ser entrevistada para ir até o ambiente escolar e recolhem as informações e registram o momento para posteriormente postar no blog.
c) Alunos elaboram as perguntas da entrevista, prepara o material e ambiente necessários;

Veja também a oficina de DST e AIDS do projeto minha escola tem história.
Grafiteiros participam de encontro em Brasília e cobram regulamentação de sua arte
Brasília - Os grafiteiros do Distrito Federal e de outras regiões do país estão reunidos em Ceilândia (DF) para participar do projeto 100 Muros Mil Cores, um evento que faz parte do 1º Encontro Brasileiro de Grafiteiros. Vários painéis com diversos tipos de composição e temas estão sendo confeccionados em 100 muros de casas e estabelecimentos próximos à estação do metrô de Ceilândia Sul, região administrativa localizada a pouco mais de 20 quilômetros do Plano Piloto de Brasília.
Os grafiteiros querem, além de diferenciar a sua arte das simples pichações, o reconhecimento e o apoio ao Projeto de Lei 138/2008, de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Cultura , deputado federal Geraldo Magela (PT-DF). O projeto faz a distinção entre as duas formas de manifestação gráfica. Ele regulamenta, entre outras coisas, o grafite como uma manifestação artística que promove a inclusão social e prevê pena de prisão para o pichador.
Com a regulamentação, o grafite pode ser exposto em qualquer lugar desde que autorizado pelo proprietário do imóvel que vai recebê-lo. “Grafite é uma arte e seu autor um artista, que passará a ter chance de ter até uma remuneração. A pichação é uma agressão ao patrimônio, uma agressão ambiental e como tal punível como crime que pode levar até um ano de prisão”, disse o deputado Geraldo Magela.
A expectativa do parlamentar é pela aprovação do projeto no Senado até o fim do ano, sem alterações, quando será encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a sanção.
O impressor gráfico, Adilson de Moraes, que cedeu a fachada de sua casa à exposição de uma das obras, reclama dos pichadores porque, segundo ele, são manifestações que só dizem respeito aos próprios pichadores e não têm a mesma qualidade artística dos grafiteiros.
Cleiton Pessoa, grafiteiro e tatuador de Taguatinga, região administrativa próxima a Brasília, se define como um artista das ruas e garante que a arte ajuda a afastar os jovens da criminalidade e das drogas, um problema grave no Distrito Federal. “O grafite ajuda muito, pois ocupa muito a mente da molecada. No meu caso, ajuda muito. Depois de uma jornada de trabalho, acaba com o stress diário”, disse.
Politicamente correto, ele não vê nenhuma possibilidade de conflito entre os pichadores e grafiteiros. Para Cleiton, normalmente, os pichadores respeitam os grafiteiros. Segundo ele, se o pichador que quiser ingressar no movimento, está convidado para as diversas oficinas que são realizadas em Brasília e para o projeto Picasso Não Pichava.
Élton Luiz, conhecido como Shock, que veio da Freguesia do Ó, em São Paulo, para participar do encontro, tem obras expostas no exterior e em vários estados. Analista dos grafites, ele acredita que é possível identificar claramente as influências nas obras em cada região, pela linguagem, pelos materiais e pelas mensagens. Shock aproveitou para convidar a população de São Paulo a participar de evento parecido, desta vez contra a violência, que será realizado no início de dezembro em um muro da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.
Um dos responsáveis pelo projeto no DF, Gilmar Cristino, conhecido como Satão, presidente da organização DF Zulu Breakers, acredita que além da plasticidade das obras e a mobilização dos moradores de Ceilândia, iniciativas como esta ajudam na promoção do projeto de lei, que se passar no Congresso Nacional, evitará que o grafite seja reprimido pela polícia em todo o país.
“Seria a lei [regulamentar] o grafite como uma forma de expressão cultural. Uma arte contemporânea difundida em todo o mundo. Talvez a única arte que, além das galerias, está nas ruas e no dia a dia das pessoas”, afirmou.

Fonte:
Daniel Lima Repórter da Agência Brasil
Renato Araújo/ABr

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Igual a você
ONU lança campanha “Igual a você” contra o estigma e o preconceito no Brasil
Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas.
Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha “Igual a Você”, lançada no dia 16 de novembro, no Rio de Janeiro, pelas Nações Unidas e sociedade civil.
Durante a cerimônia, as agências da ONU apresentaram um panorama da realidade de cada população – estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas –, e mostraram os 10 filmes de 30 segundos que integram a campanha. Os filmes já estão disponíveis para veiculação em emissoras de televisão de todo o Brasil. Além disso, os vídeos receberam versões legendadas em inglês e espanhol, para possibilitar a disseminação internacional.
Estiveram presentes no lançamento o representante do UNODC, Bo Mathiasen; o coordenador do UNAIDS, Pedro Chequer; a vice-diretora do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia; a oficial do Programa de Educação Preventiva para HIV/Aids da UNESCO no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes; o oficial de Informação Pública do ACNUR, Luiz Fernando Godinho, e o diretor do UNIC, Giancarlo Summa.
Visibilidade para os direitos humanos“Igual a Você” – uma campanha contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Produzidos pela agência [X]Brasil – Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, os filmes apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia.
A campanha surge como uma iniciativa contra as violações de direitos humanos e desigualdades, especialmente nas áreas da saúde, educação, emprego, segurança e convivência. Trata-se de uma oportunidade de sensibilização da sociedade brasileira para o respeito às diferenças, que caracterizam cada um dos grupos sociais inseridos na campanha, reafirmando a igualdade de direitos.
Estigmas e preconceitos cotidianosDe acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das facetas do racismo se revela na remuneração média da população brasileira: homens brancos (R$ 1.200), mulheres brancas (R$ 700), homens negros (R$ 600) e mulheres negras (R$ 400).
O ambiente escolar também é outro local de resistência à diversidade. Segundo pesquisa de maio de 2009 realizada em 500 escolas públicas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE, 55% a 72% dos estudantes, professores, diretores e profissionais de educação demonstram resistência à diversidade por meio do indicador “distância social”. O maior distanciamento é verificado com relação aos homossexuais (72%).
Filmes diferenciados: drogas e educaçãoNo primeiro caso, são mostradas cenas reais de usuários de drogas lícitas (bebida, cigarro e medicamentos) e ilícitas (maconha, cocaína, crack e ecstasy) nos diferentes ambientes de uso - nas ruas, nos bares, nos morros ou nas baladas -, sem que o rosto dos usuários apareça. O desafio aqui foi falar sobre usuários de drogas dentro de uma perspectiva do direito à saúde.
Para os filmes de combate ao estigma e ao preconceito nas escolas são utilizados desenhos feitos por crianças, com uma voz em off e trilha original. Estes filmes trabalham com duas situações diferentes: preconceito na escola contra crianças vivendo com HIV e preconceito de raça, cor, aparência, orientação sexual nas escolas.
Assinatura da campanhaO preconceito se manifesta por meio de atitudes e práticas discriminatórias, tais como humilhações, agressões e acusações injustas pelo simples fato de as pessoas fazerem parte de um grupo social específico. É contra o estigma e o preconceito que as agências UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil), somam-se, mais uma vez, ao esforço da sociedade civil pela igualdade de direitos: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.

Acesse o vídeo:
http://www.youtube.com/user/UNAIDSBr

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Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
http://www.sitecurupira.com.br/