quinta-feira, 13 de março de 2014

Tecnologias e Possibilidades - Oficinas de Foto e Videoarte
 Museu Nacional e Le Fresnoy apresentam Tecnologias e Possibilidades - Oficinas de Foto e Le Fresnoy


O Museu Nacional de Brasília e a Escola francesa Le Fresnoy promovem com o patrocínio da Embaixada da França, no período de
 11 a 15 de março de 2014 as oficinas:“Tecnologias e Possibilidades"
 INTRODUÇÃO AOS TEMAS DO ENCONTRO, abertura com o curador do projeto Wagner Barja.
 LE FRESNOY UM LOCAL DE CRIAÇÃO UNICA, palestra sobre a constituição e métodos de formação da Escola francesa, com a diretora e curadora Pascale Pronnier.
 À PROCURA DA LINGUAGEM, oficina e mostra de vídeo com a artista Ana Vaz.
 QUASE CINEMA!, oficina e mostra de vídeos com o artista e educador Alexandre Rangel.
 Conteúdo:
 À PROCURA DA LINGUAGEM, com Ana Vaz
 Pesquisa e Produção: à procura da linguagem e o confronto à matéria
 Conceito:
 O princípio de produção de qualquer obra de arte é a busca de uma linguagem a princípio subjetiva que se transforma em matéria e assim risível, visível, sensível.
 O princípio da busca de uma linguagem própria que seja na arte, no cinema ou na poesia é aquele da transformação.
 1) Introdução de conceitos: Seleção das obras para reflexão / forma e linguagem, vídeos, fotografias, discussão sobre possíveis elementos trazidos pelos participantes.
 2) Apresentação dos elementos trazidos pelos participantes. Primeira construção de trajeto narrativo e formal. Primeiros exercícios de produção/filmagem e fotografia.
 3) Filmagem e edição.
 4) Edição e finalização.
 5) Apresentação de trabalhos finalizados.
 LABORATÓRIO QUASE-CINEMA, com Alexandre Rangel
 O Laboratório Quase-Cinema coordenado pelo artista e educador Alexandre Rangel compartilha atividades junto à oficina de produção audiovisual da artista Ana Vaz durante todo o encontro. Além das propostas experimentais nos campos da música e das artes visuais, o artista oferece orientação sobre técnicas de edição mediadas por tecnologias digitais































quinta-feira, 21 de novembro de 2013


Casario de Olhos D'Água é objeto de exposição de gravuras


            Em noite de muita agitação cultural, no último sábado, 16/11, o espaço Olhos D'Art, na praça Santo Antônio, na pequena Olhos D'Água, município de Alexânia-GO, foi palco da abertura da exposição Casario, do fotógrafo Peninha, radicado na cidade. São 13 infogravuras (técnica que se utiliza dos conceitos da gravura tradicional, mas feito a partir de um arquivo digital - fotografia) que retratam casas tradicionais do povoado.

            Observador meticuloso, pela própria profissão que abraçou, o fotógrafo Peninha percebeu que  Olhos D'Água tem um lindo casario que representa a arquitetura do interior do país. Sua exposição, ao mesmo tempo em que tem o objetivo de despertar o interesse nas pessoas no casario da cidade, tenta sensibilizar moradores, turistas e autoridades para que esse rico patrimônio seja preservado. "Minha exposição mostra uma arquitetura única, com características próprias, que carrega toda gama de tradições e do modo de vida desta comunidade" explica.

            Agitador cultural, Peninha fez questão de fazer da abertura da exposição uma festa musical. Para isso, convidou a banda Forró de Rabeca e a cantora Cabocla Inês, que transformaram o espaço numa festa. O artista ficou satisfeito com o resultado da noite de lançamento e acredita que já começou a atingir seus objetivos: "reunir formas de expressão distintas e preservar a memória arquitetônica de Olhos D'Água despertar a comunidade do valor de seu casario, e por consequência mais um evento cultural para todo comunidade".

            Peninha já realizou outras exposições, com destaque para a primeira, em um Congresso Internacional de Arquitetura e Urbanismo na Cidade do México, sobre a obra de Oscar Niemeyer, que aprovou o trabalho, cedendo fotos e croquis de seus arquivos.

            A exposição fica em Olhos D'Água até depois da Feira do Troca, no primeiro domingo de dezembro. Depois segue para a Câmara Municipal de Alexânia, a convite do presidente da Casa, vereador Josimar Félix, e do vereador Edval Monteiro.
 

 
Praça Santo Antonio em Olhos D’água - GO

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vem aí, a Ópera Sertaneja "Auto da Catingueira"

 
Com Pereira da Viola, Saulo Laranjeira, Miltinho Edilberto, João Omar e grande elenc...o. A partir de 27/07, em Vitória da Conquista, Bahia.

O Auto da Catingueira representa uma das obras mais importantes da carreira de Elomar Figueira Mello e uma das mais significativas em termos de arte brasileira no cenário da cultura nacional. Difundido através de suas canções, que são tocadas ininterruptamente há mais de 30 anos, nunca havia sido montado em palco. Agora, no dia 27 de julho, Teatro Domus Opera, Lá na Casa dos Carneiros, o público poderá ver em cena teatral a riqueza e a poética de Elomar.
A direção geral e partido cênico são de Elomar, que também participa do espetáculo. A direção musical é assinada pelo Maestro João Omar.  Nesta edição, o elenco musical conta com: Miltinho Edilberto (Cantador do Nordeste), Pereira da Viola (Chico das Chagas, tropeiro), Marcelo Bernardes (flauta), Ocello Mendonça (violoncelo) e João Omar (violão) Saulo Laranjeira será o narrador. A cantora Luciana Monteiro é Dassanta.
Vitória da Conquista é a primeira cidade no Brasil a receber o Auto da catingueira depois de sua estréia, em 2011, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, para um público de quase 3 mil pessoas.
A primeira montagem sob Coordenação e Produção de Marcela Bertelli (DUO Informação e Cultura) e Leticia Bertelli, foi gravada ao vivo em DVD  pelo produtor Mario de Aratanha e Jeanne Duarte (Cineviola).
O projeto tem apoio financeiro do Fundo de Cultura, Secretaria do Estado da Bahia e também patrocínios e apoios locais.

Sobre o Auto
A peça original foi gravada em LP em 1983, dentro da sala de visitas do compositor, no semi-árido baiano, na mítica Casa dos Carneiros. A partir daí, e até hoje, se tornou popular pelas rádios, na voz e instrumentos de intérpretes como Mônica Salmaso, Elba Ramalho, Quinteto da Paraíba, Paulo Moura, entre outros.
Escrito em 5 atos, o Auto da Catingueira é construído em linguagem dialetal, que é mescla da expressão regional nordestina com a preservação ibérica, no sertão baiano. Narra a saga de Dassanta, pastora de cabras; de seu mundo real e mítico; e as paixões que inspirou, com sua beleza que “matava mais qui cobra de lagêdo”.
Após apresentar os personagens, o meio ambiente onde vivem, suas angústias e seus desejos, seus modos peculiares de vida, o Auto nos brinda com um surpreendente duelo pelo amor de Dassanta. No maior desafio já escrito da música brasileira, traz, em lugar das espadas e floretes das óperas européias, a disputa entre cantadores que, com suas violas, fazem um desfile memorável de mais de uma dúzia de estilos diferentes, como a parcela, o coco voltado e a tirana, gêneros quase extintos.
Para o historiador Ernani Maurílio, autor de premiada tese sobre a obra de Elomar e do texto que acompanhava a versão em disco, o autor “fez uma escolha consciente, abandonou a cultura erudita e retornou ao seu povo e à sua crença, construindo parte do seu mundo, transformando-se assim no historiador de um povo sem história, pelo menos oficial. Essas histórias são a história, recolhidas e ouvidas de feira em feira, de cantador para cantador, projetando uma realidade do passado intemporal no presente real. Na caatinga, devolve-se à palavra a dignidade perdida nos grandes centros urbanos”.

Sinopse
Dividido em 5 atos, ou cantos, o Auto da Catingueira relata o amor de Dassanta pelo tropeiro Chico das Chagas, humilde cantador da região que canta os costumes de sua terra e de seu tempo. Cada Canto fala por si: o 1º, Da Caatingueira, conta o nascimento de Dassanta. O 2º, Dos Labutos, descreve seus trabalhos de mulher. O 3º, Das Visage e das Latumia, desfila o universo do invisível e do mal assombrado que habita o imaginário da caatinga. O 4º Canto, Do Pidido, revela os desejos e vaidades de Dassanta, na partida de Chico para a cidade; e Desafio (5º Canto e último) recria a trágica disputa por seu amor entre Chico contra o ladino e experiente Cantador do Nordeste, conhecedor de todas as armas dos estilos de Cantoria. A disputa musical acontece numa festa em noite de lua cheia, e o equilíbrio entre os contedores leva os acontecimentos às últimas consequências.

Sobre o autor
Elomar Figueira Mello tem uma das mais sólidas carreiras artísticas da música brasileira. Diversas teses de mestrado e doutorado debruçam-se na obra do compositor, aqui e no exterior. Das barrancas do Rio Gavião, na caatinga baiana, para os principais palcos do país, a música deste músico, arquiteto e fazendeiro criador de bodes é sempre esperada e ovacionada desde os anos 70. Sofistica-se a cada dia, mergulhando seu universo “sertanez” na música. O Auto da Catingueira é a primeira das 11 peças/óperas musicais de Elomar.
Elomar compôs também 11 antífonas, quatro “galopes estradeiros”, 12 peças para violão solo, uma sinfonia e três concertos para solista e orquestra. É autor de mais de 80 canções, a maioria delas já gravadas por ele e por diversos outros intérpretes de expressão nacional. Foi inspirado nele que o cartunista Henfil criou seu personagem Bode Orelhana.
“Tenho uma missão a ser cumprida,“ afirma Elomar. “A tradição oral me trouxe do meu bisavô, que contou os fatos ao meu avô, que me contou e hoje eu conto para os meus filhos, que amanhã contarão para os filhos seus. Com isso é assegurada a preservação da história e dos acontecimentos. Numa sociedade tradicional, como a catingueira, a herança é oral e depositada em olhos e memórias privilegiadas. Esta é a missão do cantador.”

terça-feira, 2 de julho de 2013

O Quilombo São José da Serra Valença Pede Socorro.


 Bom dia a todos que amam e ajudam o Quilombo São José da Serra Valença RJ, Estou muito triste com a covardia que um vereador da Câmara de Valença, (MARCELO DO DIDI), juntamente com o fazendeiro da AGROPASTORIL estão fazendo conosco.
o vereador aproveitando o descontentamento do fazendeiro que tem que deixar o quilombo São José da serra, mediante posse e intitulação das terras, está fazendo uma estrada ligando o quilombo com o município de barra do pirai, este vereador comprou um terreno na divisa com os dois municípios (Valença x B Pirai). e de maneira covarde buscou junto ao fazendeiro autorização para abrir a referida estrada, sem consentimento e conhecimento dos moradores do quilombo. para nossa infeliz tristeza esta semana o vereador invadiu as terras do quilombo com seu trator, derrubando arvores, soterrando plantas nativas, causando erosão; destruindo aquilo que ele não plantou, não podemos deixar esta covardia prosseguir por isso nos ajudem, divulgue este e-mail, faça chegar a quem de direito. vamos parar com esta covardia antes que ele junto com o fazendeiro acabe com aquilo que temos de mais preciso, a memoria dos nossos antepassados, a cultura pura de mais de 100 anos de história e a dignidade dos moradores do quilombo. nos ajude a parar com mais esta covardia contra o quilombo são José da serra. Toninho do Canecão.

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Minas Patrimônio Vivo reconstrói a história dos povos e vilarejos do Estado

Mais do que restaurar, os investimentos da Secretaria de Cultura recuperam o valor turístico de locais como Itacambira e Conceição do Mato Dentro

BELO HORIZONTE 
— Na pequena Itacambira, no Norte de Minas, um bem de valor inestimável está sendo restaurado: a Igreja de Santo Antônio, que tem 350 anos e foi feita em adobe e madeira. Ao longo dos anos, obras irregulares e ação do tempo quase destruíram essa peça importante do patrimônio histórico e cultural do estado.

O Governo de Minas Gerais vai resgatar parte da obra com intervenções que vão custar cerca de R$ 600 mil. “Agora estamos fazendo a parte da restauração civil, que envolve telhado, estrutura, fundações, alvenarias, esquadrias, instalação elétrica, iluminação. A igreja tem um altar belíssimo, único no Brasil. Também estamos executando as obras de incêndio e pânico e de combate a descargas atmosféricas”, afirma o diretor de conservação e restauração do projeto, Renato César de Souza.

A igreja é um dos 16 monumentos que estão sendo restaurados em Minas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), com aportes de mais de R$ 5,6 milhões pelo programa Minas Patrimônio Vivo. O projeto busca resgatar algumas das obras mais importantes do barroco mineiro que, ao longo do tempo, ficaram esquecidas e agora podem abrir novos horizontes para o turismo no estado.

Minas detém 60% dos bens históricos tombados no país. E alguns lugares recebem turistas o ano inteiro. Ouro Preto ainda é o principal local visitado, mas cada vez mais surgem novas opções. “No Norte de Minas, no Vale do Jequitinhonha, em Itacambira, Couto Magalhães e a região do Médio Espinhaço, enfim, há muitas localidades que estão sendo objeto de maior atenção. Elas precisam de investimentos para incentivar as pessoas a descobrir esta maravilha”, destaca Souza.

Em Uberlândia, a Igreja do Divino Espírito Santo do Cerrado terá restauração construída; o casarão Dário de Magalhães, em Minas Novas, é do período imperial. As igrejas de Santa Isabel da Hungria, em Caxambu, de Milho Verde, e de São Gonçalo do Rio das Pedras, do Serro, são relíquias da era escravocrata. Outras surpresas vêm do distrito de Córregos, em Conceição do Mato Dentro. Os belos templos de São Francisco de Assis, em Costa Sena, e de Nossa Senhora Aparecida e Senhor dos Passos também serão restaurados.

Com o projeto Minas Patrimônio Vivo, o Iepha quer fazer mais que restaurar. Os investimentos ajudam a reconstruir a história dos povos e vilarejos de Minas.


Fonte: ABN NEWS

Festival de História do Brasil

Foto: Peninha
Todos os apaixonados por literatura poderão participar da segunda edição do Festival de História do Brasil -  fHist, a se realizar entre os dias 19 e 22 de setembro, em Diamantina, Minas Gerais. Com apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, a feira apresentará ao público uma programação variada com debates, mesas-redondas, seminários, exibições artísticas e oficinas.
O fHist, idealizado em 2010, foi criado com o intuito de propiciar a manifestação editorial e artística sobre fatos da História do Brasil. Diferente das festas literárias que se espalharam pelo país, o fHist é o primeiro e único festival temático, tendo como fio condutor a literatura, as artes e o cinema.
Em outubro de 2011, a paisagem histórica e cultural da cidade de Diamantina recepcionou a primeira edição do evento que acolheu mais de 650 visitantes.  Nesse ano, O fHist  contará com um dos brasilianistas mais importantes em sua conferência inaugural: o historiador britânico Kenneth Robert Maxwell, especialista em História Ibérica e no estudo das relações entre Brasil e Portugal.
O coordenador do festival, Américo Antunes, explica que  "a ideia é a de trazer a público e difundir importantes fatos históricos, desde o período colonial, que ainda são pouco conhecidos ou que estão sendo agora revelados, por meio de investigações e pesquisas contemporâneas, como as realizadas no âmbito dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade".
Durante os quatro dias de programação, temas como a história dos povos indígenas, regime militar e Inconfidência Mineira serão debatidos nas 14 mesas da Tenda da História da Praça Doutor Prado.

(Foto da capa: Divulgação/Prefeitura de Diamantina)
Além dos debates, o festival contará com uma extensa programação em praças e igrejas da cidade, que é reconhecida pela musicalidade de seu povo. A programação contempla a Vesperata, concertos e shows.
As inscrições para o evento podem ser realizadas no site do Festival, mediante a disponibilidade de vaga.
Fonte: Ascom/MinC
 Texto: Layse Lacerda, Ascom/MinC

sábado, 8 de junho de 2013

Exposição Corpo, Saúde e Ciência



Rio de Janeiro - Os 110 anos do museu fundado pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz são lembrados na exposição Corpo, Saúde e Ciência: O Museu de Patologia do Instituto Oswaldo Cruz. A exposição traz peças históricas de anatomia, documentos, desenhos e instrumentos médicos, além de um módulo com atividades interativas
Fonte: Agência Brasil
Tânia Rêgo/ABr
 

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