domingo, 17 de agosto de 2008


FESTA DO FOLCLORE - ALMOÇO


DIA 31 DE AGOSTO DE 2008 GINÁSIO COLÉGIO CONCÓRDIA(Rua Capistrano de Abreu, 229 – Niterói – Canoas/RS) APRESENTAÇÕES GRUPOS
FOLCLÓRICOS BAILE DURANTE TODA A TARDE FEIRA DE ARTESANATOS SORTEIO DE BRINDES R$ 8,00 Ingresso (Almoço + Apresentações Folclóricas + Baile) ALMOÇO – 12 HORAS- Galeto- Massas- Saladas- Sobremesa.
INGRESSOS A VENDA COM DANÇARINOS DO GRUPO RESERVAS:51 8115 1580 C/ Oliana51 9815 294 c/ Alexandre Ou envie um e-mail reservando solovey@bol.com.brsolovey@pop.com.br
Realização: FOLCLORE UCRANIANO SOLOVEY(Departamento Grupo de Danças Infantil) Apoio Cultural: COLÉGIO CONCÓRDIA CANOAS http://www.solovey.com.br/http://www.concordia.g12.br/

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Chapada recebe Festival de Música Instrumental e Arte Popular



A cidade de Cavalcante será cenário do IV Festival de Música Instrumental e Arte Popular de Cavalcante, nos dias 22, 23 e 24 de agosto. Shows, espetáculos teatrais, filmes, exposições e palestras compõem a programação do evento.

Diversas manifestações da música, literatura, fotografia, dança, cinema e teatro unidas num mesmo ideal: resgatar os valores da cultura natural do Cerrado e dos povos nativos de Cavalcante. Nos dias 22, 23 e 24 de agosto, a cidade localizada em Goiás, a 320 quilômetros de Brasília, será sede do IV Festival de Música Instrumental e Arte Popular de Cavalcante. Um intenso intercâmbio cultural entre Brasília e Cavalcante é característica marcante do evento.

Nos três dias, o Festival apresenta diversos shows com renomados artistas locais e nacionais. Entre eles estão Pequena Orquestra de Cavalcante, Alma Brasileira, Duo 13 Cordas, Amoy Ribas e grupo, Coral de Trombones de Brasília, Quarteto Capital, Dança da Sussa, Manoel de Carvalho e Orquestra Brapo e Cacai Nunes.

A proposta do IV Festival de Cavalcante é unir arte, cultura popular e meio ambiente como semente única de produção de idéias. Exemplo vivo disto é o Festival de Cinema Etnográfico, encarregado pela abertura do evento, no dia 22 de agosto, com exibição do documentário "O Rio São Francisco", de Valter Carvalho, que narra a vida e o cotidiano da população ribeirinha ao São Francisco.

IV Festival de Música Instrumental e Arte Popular de Cavalcante

Programação:
Sexta-feira - 22/8
Atividades no Espaço Cultural OSOCA (Organização Social de Cavalcante)

16h: Lançamento da pedra fundamental do Festival de Cinema Etnográfico de Cavalcante

17h: Festivalzinho de Clássicos de Desenhos Animados em 16 mm para as crianças da rede pública de Cavalcante

19h: Documentário "O Rio São Francisco", de Walter Carvalho, película em 16 mm.

19h30: Apresentação do Filme "Sagarana" - O Duelo de Paulo Thiago

21h: Apresentação da peça "O Salvamento da Sucupira do Grupo Teatral Natureza Viva"

Sábado - 23/8

Palestra - OSOCA

15h: Palestra "O pato mergulhão e a sua importância para a conservação da biodiversidade na região da Chapada dos Veadeiros" - Fernando Lima - Coordenador de Projetos - Funatura - OSOCA

Palco Musical - Praça Central Diogo Teles de Cavalcante

17h: Apresentação do Grupo Invenção Brasileira coordenados por Chico Simões

18h20: Apresentação da Pequena Orquestra de Cavalcante sob a batuta do Marció do Grupo UdiGrudi

19h: Alma Brasileira

20h: Duo 13 Cordas

21h: Dança da Sussa

22h: Amoy Ribas

22h: BRAPO

Domingo - 24/8

Palestra - OSOCA
15h: "Caminhos do Anhanguera" Gustavo Chauvet

Praça Central Diogo Teles de Cavalcante

16h: Apresentação do Grupo Invenção Brasileira coordenados por Chico Simões

17h: Quarteto Capital

18h: Dança da Sussa

19h: Coral de Trombones

20h: Cacai Nunes

Data: dias 22, 23 e 24 de agosto

Entrada franca

Informações: 8430-8839 / 7814-0063 (Festival)

Centro de Informações ao turista – CAT - (62) 34941507 (61) 99241286

Assessoria de Imprensa: ETC Comunicação e Movimento Calango

3032-8775 / 8114-2797

Patrocínio: Petrobrás

Apoio cultural: Correio Braziliense e Prefeitura de Cavalcante

Realização - Ponte Studio Gravações

http://www.festivaldecavalcantego.blogspot.com/

quinta-feira, 7 de agosto de 2008



MEMÓRIA VIVA
Vida longa e digna aos Mestres
da Cultura Popular!

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
patrimônio imaterial de Imperatriz, do Maranhão, do Brasil.

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
herança cultural viva de uma gente simples que canta, dança
e acredita que a felicidade existe, mesmo com todas as dores.

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
mais uma mestra ainda não alcançada
por projetos de preservação da cultura brasileira.

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
trabalha voluntariamente com um grupo de 56 crianças e adolescentes que se contentam em ensaiar no pequeno quintal e dançar pra nós, que não sabemos quem eles são, o que comem...

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
só quer “brincar, um espaço pra ensaiar, instrumentos pra tocar
e ensinar os meninos a brincadeira”.

Dona Francisca do Lindô e da Mangaba
Cante pra que entre na dança - na dança da vida,
pra que eu te acolha e te reconheça verdadeiramente
como mestra e chame meus pares pra dançar


Quer dançar Lindô ou Mangaba?


Minha borboleta
Minha namorada
Minha borboleta
Das asas dourada

Vou-me embora
Vou-me embora
Como eu disse já vou
Eu vou pra muito longe
Pra perto do meu amor

Vou dá uma despedida
Como deu a beija-flor
Acentou no pé de cravo
Beijou a rosa e voou

Dei um nó na fita verde
Outra na verde fita
Desatei as quatro ponta
Dizendo adeus pra quem fica
COMPRE UM CD - CONTRATE A BRINCADEIRA (99) 3525-2616 – 8116-9197 lilia.diniz@hotmail.comImperatriz - MA






sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Um anos sem LAÍS ADERNE

Por: Paulo Timm - Diretor de ALEXANIA TV DIGITAL



Há um ano, vítima de uma enfermidade inominável que ainda teima em se alastrar em nosso meio, morria LAÍS ADERNE, um verdadeiro ícone de nossa região e , particularmente, de Alexânia e Olhos d´Água. Há um ano todos os meios culturais de Brasília e sua região goiana de maior influência choravam o passamento e cantavm as glórias desta mulher que soube, como poucas, recuperar a importância do cerrado, das mais belas tradições da terra de Anhangüera, de sua gente , à epopéia brasiliense. Como mineira, natural de Diamantina, Laís resgatou uma dívida dos construtores da Nova Capital com Goiás. Foi o espírito goiano do mudancismo , um movimento que manteve acesa a chama da mudança da capital para o Planalto Central durante os anos 40 e 50, que motivou JK em sua histórica decisão de construir Brasília. E foi a fulminante decisão do Governador Juca Ludovico, nos idos de 54- o país ainda abalado pela morte de Vargas- que assegurou o controle estatal da terra goiana sobre a qual JK colocou a primeira pedra da cidade. E foi , ainda, a energia guerreira de um adventício, Bernardo Sayão, em nome de Goiás, que abriu os primeiros caminhos da Capital da Esperança. Mas os goianos não resistiram ao impacto da grande obra e seus mestres construtores. Acanhados, contemplaram em silêncio o erguimento da cidade, bafejada com os estranhos ares da modernidade reinante na Corte. E fez-se a glória de JK, Niemeyer e Lucio Costa sem que de Goiás se soubesse um ponto. Faltava alguém que mostrasse à história que sobre essa vastidão, desde priscas eras, habitava um meio físico, um meio humano e um meio cultural riquíssimo. O espaço sobre o qual ergueu-se o colosso não era um deserto como os metropolitanos cosmolitas acreditavam. Era um oceano profundo de tradições. Laís Aderne foi essa pessoa . Ela saiu de Brasília, percorreu os caminhos de Goiás, as estradas reais que desde os incas articulavam essa imensa hinterlândia americana e mostrou a todos a riqueza destas tradições. Nos seus últimos anos de vida animava , com todo fervor, a idéia do Eco-Museu do Cerrado. E , já no início dos anos 70 ajudava a comunidade de Olhos d Água, marcada pela ferida narcísica da perda de sua condição munícipe, a recompor-se em sua dignidade através da Feira do Troca. Laís fez muito mais do isso. Fez muito pela educação e pela cultura de Alexânia e Olhos d Água. Fez tanto que hoje se justifica dar-lhe o nome a iniciativas que assinalam essa auto-consciência da cidade. É tempo de perpetuarmos o nome de Laís Aderne , por exemplo, no Pólo Universitário, sem desdouro do nome de Cora Coralina, outro ícone do Estado, mas que se dobraria, com a mesma naturalidade com que fazia doces e versos, à imposição do nome de Laís em nosso meio. É tempo do nome de Laís inscrever-se nas Escolas , nas Praças , nas Ruas da cidade para que os jovens saibam fazer da vida dela um exemplo para si mesmos. E para que nossa gratidão com esta mulher se afirme, enfim , em gesto. Para tanto ficam conclamados a Administração Municipal e a Câmara de Vereadores e todos aqueles que, sensibilizados, tomem esse Editorial como um verdadeiro MANIFESTO divulgando-o em seu meio. E , como uma pequena homenagem, o poema de seu filho saudoso:
Navio Presente
(Lais Aderne 1937-2007)
Hoje o mar levou
um navio cheio de presentes,
levou a menina
que navegava com os sonhos na ponta dos dentes
levou em varias caixas
pois em uma só não cabia.
O mar recebeu sorrindo
em ondas de alegria
foi navegar pela Inglaterra,
passando pelo porto de João Pessoa,
levando na bagagem um sabiá,
que ainda canta e voa
no meio do oceano.
Havia numa ilha chamada Brasília
De lá rumou sua quilha pra parar em Belém do Pará
Diamantina enviava sua filha
que mesmo em terra só sabia navegar
enquanto ela navega
quem fica em terra parcela a saudade pelos dias do resto da vida
içando velas e bandeiras brancas na hora de sua partida.
Seu filho, Pierre Aderne

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