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domingo, 5 de maio de 2013

Oficina Reciclagem Musical

Musical de Papel
Rogério Pereira Arte educador
 Reciclar papeis, fazer música e instrumentos é o objetivo desta oficina que mostra como é possível, a partir da simplicidade transformar criar e fazer arte isso desperta em crianças, adolescentes e adultos o sentido que tudo e possível, a partir da disposição de transformar e reciclar e dai fazer surgir o novo, usando a música como ponte para o entendimento que somos parte do meio ambiente.
 A música e uma atividade lúdica e terapêutica (musicoterapia) o artesanato uma pratica manual
que pode ser econômica, não só terapêutica, quando isso tudo se alia a reciclagem de papeis, vira sócio cultural ou seja educa, ocupa e gera renda e principalmente contribui com a ecologia sem falar no socializar, fator muito importante no contexto do trabalho.
Do resultado da oficina teremos flautas de papel para serem vendidas como suvenir da cidade e se houver interesse dos alunos temos a intenção de formar um Coro de Flautas de Papel, para isso será iniciado um curso de flautas com o Rogério Pereira.



Numa comunidade onde a tradição é artesanal, falta de ocupação emprego e oportunidades de lazer e cultura, um projeto como este faz muito sentido, porque une arte educação e ocupação de forma barata, e podendo gerar alguma renda, alem de divulgar o nome da cidade.
fotos da primeira oficina realizada em Olhos D’água - GO na casa da Sr. Ângela Madrilis que gentilmente abriu suas portas.

Oficina Reciclagem Musical e fabricação de flautas de papel ministrada pelo Arte educador Rogério Pereira, que se realizou no distrito de Olhos D`Água e teve a participação de 24 pessoas na sua maioria crianças, onde além de aprender a construir Flautas de papel teve contato direto com o meio ambiente uma vivência em grupo, sem falar de um belo banho de pisciana, ou seja, arte cultura educação e lazer tudo num mesmo espaço e momento.
A pretensão deste trabalho é fazer da arte e da cultura um instrumento transformador socializador, através da simplicidade de uma folha de papel agregar valores econômicos e sociais e daí surgir um bem cultural algo que não se pode perder, não se pode tomar, pois o conhecimento adquirido e uma vez apreendido se torna parte da historia de cada um, valores e habilidades e conceitos aplicados, que passam a fazer parte do patrimônio intelectual de cada individuo.



Veja fotos do evento:
 
 






Fotos:Peninha
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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dia Internacional do Cão-Guia

ONG IRIS promove ação de conscientização no Dia Internacional do Cão-Guia


A ação, coordenada pela ONG Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), tem a missão de chamar atenção para uma triste estatística: o Brasil possui 1,1 milhão de deficientes visuais e apenas 60 cães-guia. O Brasil tem demanda potencial de usuários para mais de 10 mil, sendo que dois mil estão na fila de espera do IRIS.

O advogado Genival Santos e a golden retriever Layla têm um importante compromisso na próxima quarta-feira (28/4), data em que é comemorado o Dia Internacional do Cão-Guia. Um dos poucos deficientes visuais a possuir um cão-guia, Santos participará da ação de conscientização coordenada pela ONG Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS).

Com a missão de divulgar o Projeto Cão-Guia e alertar os brasileiros para uma triste estatística – o Brasil possui 1,1 milhão de cegos e cerca de 4 milhões portadores de deficiência visual séria, segundo dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, e apenas 60 cães-guia – um grupo deficientes visuais e seus cães visitará, das 11 horas às 22 horas, o Balcão da Cidadania do Shopping Iguatemi (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232).
Segundo Thaís Martinez, presidente do IRIS e dona do labrador Diesel, as estatísticas internacionais demonstram que de 1% a 2% dos deficientes visuais utilizam o cão-guia, ou seja, o Brasil tem uma demanda potencial de usuários de mais de 10 mil pessoas. A advogada, que é deficiente visual desde os quatro anos, conduz o Projeto Cão-Guia, que defende a importância do acesso a instrumentos de inclusão social aos deficientes. Uma das formas de inclusão é justamente o cão-guia – uma alternativa ao uso da bengala. “O Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social tem por missão facilitar a inclusão social das pessoas com algum tipo de deficiência, mas a principal atividade é o treinamento e doação de cães-guia para deficientes visuais. Para ampliar esse serviço e proporcionar uma melhoria na qualidade de vida de mais pessoas, o IRIS precisa de colaboração e gostaríamos de chamar atenção do público para esta causa e para as dificuldades encontradas para ampliar este serviço tão inclusivo. Ajuda financeira e voluntários para a socialização de filhotes são as nossas principais necessidades atuais”, detalha Thaís Martinez.

A melhoria na qualidade de vida é o principal benefício apontado por Genival Santos. “Voltei a enxergar no dia 22 de novembro de 2006 com os olhos de Layla. Os norte-americanos tratam os deficientes com respeito e sensibilidade, mas no Brasil ainda temos barreiras que são resultado da falta de informação. Com Layla já enfrentei problemas de acesso em locais públicos pela falta de conhecimento sobre o que representa o cão-guia para o deficiente visual”, afirma o advogado – que também atua como diretor do IRIS –, enfatizando que Layla trouxe à sua vida agilidade, confiança, facilidade de locomoção e, sobretudo, alegria.

Vinte dos cerca de 60 cães-guia em atividade no Brasil foram importados pela IRIS sem nenhum custo para os usuários. A iniciativa é resultado de uma parceria da organização não-governamental com a americana Leader Dogs for the Blind. Mas, na fila de espera do IRIS há 2 mil deficientes aguardando um cão.

IRIS
O Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), entidade sem fins lucrativos, foi fundado em 2002, em São Paulo (SP), com a missão de desenvolver atividades que acelerem o processo de inclusão social das pessoas portadoras de deficiência visual. A prioridade institucional é a difusão do cão-guia como grande facilitador do processo de inclusão. O Instituto é o único no Brasil com um instrutor reconhecido pela International Guide Dog Federation (Inglaterra), especialmente qualificado pela Royal New Zealand Foundation for the Blind – Guide Dog Services (Nova Zelândia) entre 1996 e 1999.
Fonte: http://www.segs.com.br/
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Partituras em Braille

Interpretar notas musicais grafadas em uma partitura é tarefa banal para um músico. Porém, quando o instrumentista é deficiente visual essa atividade se torna muito mais complicada, sem contar os inúmeros obstáculos enfrentados durante o processo de aprendizagem musical.

Entender como um deficiente visual aprende a ler partituras pelo método Braille e analisar o ensino de música e os recursos disponíveis para essas pessoas foi o tema da tese de doutorado “Do toque ao som: ensino da musicografia Braille como um caminho para a educação musical inclusiva”.

O trabalho foi defendido e aprovado na quarta-feira (10/2) por Fabiana Fator Gouvêa Bonilha, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com orientação do professor Claudiney Rodrigues Carrasco, do Departamento de Música.

“A motivação da pesquisa surgiu da minha própria experiência”, contou Fabiana, que é bacharel em música e deficiente visual desde o nascimento. Ela explica que o trabalho é a ampliação de sua dissertação de mestrado, intitulada “Leitura musical na ponta dos dedos: caminhos e desafios do ensino de musicografia Braille na perspectiva de alunos e professores” e concluída em 2000.

Tanto no mestrado como no doutorado a estudante contou com apoio de bolsas da FAPESP. Durante o mestrado ela entrevistou estudantes de música com deficiência visual e coletou suas percepções sobre o processo de aprendizagem.

Entre as conclusões, Fabiana levantou que há poucos espaços de formação que atendem às necessidades dos deficientes e a demanda por esses cursos é grande. Essas dificuldades a fizeram voltar para o problema da inclusão musical dos deficientes visuais durante o doutorado.

A fim de compor a tese, a estudante analisou todo o processo a ser percorrido por um deficiente visual que quer ter uma educação formal em música, a começar pelo desafio de encontrar ou transcrever partituras para o código Braille.

Para que a transcrição seja bem-sucedida, é fundamental a figura do transcritor. “Ele tem que ser um especialista tanto em música como em Braille”, apontou. Essa atividade pode ser desempenhada tanto por pessoas que enxergam como por deficientes visuais, de acordo com Fabiana.

Uma das maiores contribuições do estudo foi a formação de um acervo de cerca de 50 partituras vertidas para o sistema Braille durante a pesquisa. Esse material já está disponível no Laboratório de Acessibilidade da Biblioteca Central César Lattes da Unicamp.

“A maioria dessas composições é brasileira. Isso é importante porque podemos fazer um intercâmbio trocando partituras em Braille com instituições de outros países”, disse.

Capacidade de abstração

A partitura transcrita, no entanto, é apenas o início do processo para o estudante com deficiência visual. Fabiana explica que a musicografia em Braille exige muito mais do estudante.

Os símbolos musicais impressos em tinta são convencionalmente grafados em cinco linhas, chamadas de pentagrama. Uma composição para piano, por exemplo, utiliza ao mesmo tempo dois pentagramas, um para cada mão, e um acima do outro para indicar a simultaneidade de algumas notas.

Uma partitura em Braille, por sua vez, contém apenas caracteres resultantes das combinações entre seis pontos salientes. O músico deve interpretar as notas ao toque dos dedos e ler cada linha separadamente e assim inferir a simultaneidade das mãos do piano, por exemplo.

“É preciso um grau de abstração muito maior e uma sólida formação musical”, disse Fabiana. Isso além de uma boa memória, uma vez que o instrumentista deve decorar toda a partitura antes de executá-la.

A pesquisa obteve um levantamento qualitativo baseando-se em três experiências: o aprendizado de musicografia Braille de dois deficientes visuais e a capacitação de um professor de música para ensinar um aluno com deficiência visual.

Como pré-requisito, Fabiana selecionou casos em que os envolvidos tinham conhecimento musical prévio e que o desafio, portanto, seria introduzi-los ao sistema de notação musical em Braille.

Os alunos escolhidos eram aprendizes de instrumentos distintos: violão e teclado, o que exigiu adaptações específicas, pois as partituras desses instrumentos são diferentes.

Deficiência congênita ou adquirida

Fabiana conseguiu traçar algumas diferenças no aprendizado entre deficientes visuais congênitos (de nascença) e os que adquiriram a deficiência ao longo da vida.

Entre as pessoas com deficiência visual desde o nascimento, por exemplo, está a maior prevalência do chamado ouvido absoluto, que é a capacidade de identificar tons musicais em sons isolados.

Isso ocorre porque a deficiência congênita impõe ao indivíduo uma dependência dos sons desde muito cedo. “A importância do som nesses casos é muito maior, pois ele dá toda a referência do espaço”, disse.

Segundo ela, nesses casos a estrutura neuronal é formada logo na primeira infância, visando à enfatizar a audição. “Pesquisas mostram que algumas regiões do córtex visual são realocadas para processar sons nos cérebros de deficientes visuais congênitos”, disse.

Também para esses, o reconhecimento tátil é mais desenvolvido. “O Braille torna-se o primeiro código de escrita, enquanto que na deficiência adquirida é travado um processo de readaptação à realidade”, comparou.

Ao desenvolver a pesquisa, Fabiana colecionou uma série de arquivos sonoros que compreendiam aulas, além de depoimentos de deficientes visuais e de professores de música.

“Achei esse material rico demais para ser guardado e elaborei um roteiro para unir esses arquivos em um audiodocumentário”, conta. Quando o seu orientador ouviu o piloto, incentivou-a a gravá-lo em estúdio.

O resultado é um documentário de cerca de dez minutos com uma trilha sonora adaptada pela própria doutoranda, e efeitos produzidos por equipamentos Braille além das vozes captadas ao longo da pesquisa.

O objetivo da produção, segundo ela, foi retratar a concepção de um deficiente visual. Por esse motivo, propositadamente, a estudante não quis utilizar imagens. “Esse áudio tornou-se a síntese sonora da pesquisa”, afirmou.

O orientador do trabalho, Claudiney Carrasco, considera que a tese de Fabiana é relevante em vários aspectos. “É a primeira contribuição de peso na pesquisa em musicografia braille no país e abre um amplo campo para que mais gente pesquise e contribua nessa área”, afirmou.

O professor da Unicamp também ressaltou o aspecto da inclusão inerente da pesquisa. Para ele, o trabalho traz resultados práticos que vão auxiliar professores de música a interagir com alunos deficientes visuais. “É realmente uma inclusão, não se trata só de aceitar o aluno cego e deixá-lo se virar sozinho. Fabiana propõe um trabalho voltado a atender às necessidades desse estudante", disse.

É justamente a inclusão do deficiente visual no ensino regular de música a principal conclusão da tese, de acordo com Fabiana. Para ela, não são necessárias escolas especializadas em deficientes, mas que as instituições de ensino regulares se adaptem a esses alunos.

Para isso, explica a musicista, seria fundamental a participação de três personagens nesse processo: um professor de música especialmente preparado, um aluno consciente e motivado e um especialista transcritor que possa fornecer material de estudo de qualidade para o processo. Com esses elementos, a grande demanda por instrução musical por parte de deficientes visuais pode começar a ser atendida, aponta.
Fonte:Agência FAPESP

Por Fábio Reynol

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009


Programa Pintando a Cidadania estuda produzir bolas ecológicas no Acre

A cidade de Xapuri, no Acre, deve ganhar do Ministério do Esporte uma fábrica de bolas de tecido ecológico. As bolas serão confeccionadas a partir do látex de seringueiras nativas. A certificação de qualidade já foi feita por um laboratório credenciado junto ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O anúncio foi feito pelo gerente de projetos do Ministério do Esporte, Gerêncio de Bem. “O programa Pintando a Cidadania será desenvolvido junto à comunidade xapuriense em situação de risco social e deve envolver a mão-de-obra de 320 moradores da floresta e da cidade de Xapuri”, informou.

Os moradores da floresta, mais conhecidos como seringueiros, serão os responsáveis pela extração do látex para a confecção dos laminados. Já os habitantes da cidade irão confeccionar as bolas na própria fábrica do Ministério do Esporte. Eles desempenharão a função de auxiliar de produção em diversas atividades, como o corte das peças e dos laminados, serigrafia, costura e controle de qualidade.

As bolas são 100 por cento recicladas. Depois de utilizadas elas serão reaproveitadas, sendo posteriormente trituradas e utilizadas na produção de novas bolas, sem prejudicar o meio ambiente. A estimativa é fabricar entre 80 e 90 mil bolas por ano.

As bolas ecológicas já são confeccionadas na Penitenciária de Francisco de Oliveira Conde, uma unidade de reeducação de detentos, localizada em Rio Branco, no Acre. A fábrica do Pintando a Liberdade, instalada em 2000, envolve o trabalho de 300 detentos.

Agora, a expectativa é de que seja instalada uma unidade de produção do Pintando a Cidadania em Xapuri. A cidade fica distante 180 km da capital acreana, região onde é extraído o látex, matéria prima utilizada na produção da bola ecológica.

Distribuição de material
Na semana passada, o Ministério do Esporte, em parceria com a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Acre (Setul) distribuiu material esportivo produzido pelo programa Pintando a Liberdade, para a execução de projetos esportivos nos 22 municípios acreanos. Foram distribuídas 14 mil camisetas, 5 mil bonés, 2.500 bolas e 400 redes. Todo o material foi confeccionado na Penitenciária Francisco de Oliveira Conde.

Entre as entidades contempladas está a Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil. "Além de atender as demandas dos bairros de Rio Branco, o projeto atende também aos municípios. As ações esportivas não poderiam ser tão expandidas caso essa ajuda não existisse", agradeceu o presidente da fundação, Marcus Vinicius Neves.

"Estamos dando suporte para as atividades esportivas, trabalhando assim o desenvolvimento e a inclusão social, aumentando o acesso ao esporte. O Pintando a Liberdade é uma oportunidade para os reeducandos, que além de obter renda, conseguem a redução da pena através dos dias trabalhados", observou a secretária adjunta da Setul, Sueli Melo.
Fonte:
Carla Belizária
Ascom – Ministério do Esporte

sábado, 4 de julho de 2009

Lançado cadastro de empregos adaptado às necessidades de pessoas com deficiência
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - Para facilitar a inserção de pessoas com deficiência física no mercado de trabalho, foi lançado hoje (29) o Sistema Integrado de Vagas e Currículos, uma página de empregos na internet adaptada às necessidades dessa parcela da população. O projeto é uma iniciativa do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana do Estado de São Paulo (Selur), viabilizado pela Rede Saci (Solidariedade, Apoio, Comunicação e Informação), e pode ser acessado no endereço www.selursocial.org.br.

A página oferece leitor de textos para deficientes visuais, e foi pensada para facilitar ao máximo o entendimento e a busca de informações. “Os sites hoje não levam em conta questões básicas de informação que vão desde a linguagem até a forma de navegação”, afirmou a supervisora de comunicação da Rede Saci, Ana Maria Barbosa.

Segundo ela, um dos pontos fortes da nova plataforma é uma forma diferenciada de tratar erros cometidos no preenchimento dos formulários. “A pessoa, enxergando ou não, com dificuldade motora ou qualquer outra, vai saber o que ela errou, onde está o erro e vai ter um link direto para o espaço que tem que ser corrigido.”

Para Thiago Costa, 22 anos, o sistema é de fácil utilização. “Eu me cadastro em vários sites e esse até hoje foi para mim o mais fácil.”

Costa é tetraplégico e contou que "há algum tempo" procura emprego na área de edição de imagens, no entanto, ainda não encontrou uma vaga compatível com suas necessidades. “A dificuldade é mais de locomoção e adaptação. Adaptação de local para trabalho, de cadeira e até mesmo de como usar o computador no trabalho.”

De acordo com o Censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 24,5 milhões de pessoas, ou 14,5% da população brasileira, têm algum tipo de deficiência.

Edição: Juliana Andrade

Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
http://www.sitecurupira.com.br/