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segunda-feira, 27 de maio de 2013
Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica
São Paulo - Crianças e adultos visitam a nona edição do Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica – com o tema “Direitos e Deveres Ambientais”, na Marquise do Parque Ibirapuera. O evento conta com pavilhões temáticos e atividades interativas, além de exposições de ONGs que lutam pela sustentabilidade
Foto: Marcelo Camargo/ABr
Fonte: Agência Brasil
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Faculdade de Oceanografia promove o Trote Ecológico
Rio de Janeiro - A Faculdade de Oceanografia da Uerj promove o Trote Ecológico. A proposta é conscientizar os calouros e os banhistas sobre a importância da limpeza das praias e preservação da vida marinha.
Fonte: Agência Brasil
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Seleção de Projetos HSBC
Instituto HSBC Solidariedade prima pela ética, pela transparência e pela gestão
responsável ao cumprir seu papel de gestor do investimento social do HSBC no
Brasil. O aporte se faz por meio de apoio financeiro e técnico a projetos
apresentados nas Seleções de Projetos, promovidas anualmente.
Os temas dos processos seletivos são pré-definidos e divulgados em nosso site. As entidades sociais verificam a compatibilidade de suas ações com os objetivos da seleção e nos encaminham seus projetos formatados no formulário padrão, seguindo as diretrizes do regulamento. São considerados na seleção somente os projetos que são preenchidos no formulário disponibilizado pelo Instituto.
Não são apoiadas iniciativas que não tenham passado pelas Seleções. Acreditamos que essa é a forma mais equânime para atendermos as demandas por investimento que recebemos diariamente.
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sábado, 16 de junho de 2012
Brasileiro consome cinco quilos de agrotóxicos por ano
A venda de agrotóxicos no Brasil em 2010 teve um aumento de 190% em comparação a 2009. Isso significa que cada brasileiro consome cerca de cinco quilos de venenos agrícolas por ano. Os dados fazem parte de um estudo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), baseado em informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O estudo foi apresentado hoje (16) na Cúpula dos Povos pela médica sanitarista Lia Giraldo da Silva Augusto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).Ela credita o aumento na venda dos agrotóxicos ao bom momento do mercado agrícola, puxado principalmente por uma forte demanda chinesa. O produto que mais recebe venenos é a soja transgênica, que precisa do glifosato para produzir, em um tipo de “venda casada”, explicou a pesquisadora.
“Este ano a Abrasco decidiu construir um dossiê sobre o tema do agrotóxico e os impactos na saúde e no meio ambiente. O trabalho marca os 40 anos de Estocolmo [primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente], os 20 anos da Eco92 e os 50 anos do lançamento do livro Primavera Silenciosa, de Rachel Carson.”
Segundo a médica, o uso de agrotóxicos no Brasil faz parte do modelo produtivo adotado na agricultura nacional. “Este modelo da agroindústria é todo sustentado no pacote da revolução verde, que é baseada em uma agricultura químico-dependente. O agrotóxico é parte desse modelo. Por causa disso, desde 2008 o Brasil ocupa o primeiro lugar no consumo de agrotóxicos, segundo dados levantados pela Abrasco na Anvisa.”
Os dados podem ser acessados na página da Abrasco.
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Foto: Agência Brasil
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“Este ano a Abrasco decidiu construir um dossiê sobre o tema do agrotóxico e os impactos na saúde e no meio ambiente. O trabalho marca os 40 anos de Estocolmo [primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente], os 20 anos da Eco92 e os 50 anos do lançamento do livro Primavera Silenciosa, de Rachel Carson.”
Segundo a médica, o uso de agrotóxicos no Brasil faz parte do modelo produtivo adotado na agricultura nacional. “Este modelo da agroindústria é todo sustentado no pacote da revolução verde, que é baseada em uma agricultura químico-dependente. O agrotóxico é parte desse modelo. Por causa disso, desde 2008 o Brasil ocupa o primeiro lugar no consumo de agrotóxicos, segundo dados levantados pela Abrasco na Anvisa.”
Os dados podem ser acessados na página da Abrasco.
Fonte: Vladimir Platonow - Agência Brasil
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Operação "BELO MONTE NÃO!
Use esta foto no seu perfil, até 10 de janeiro de 2012 para mostrar solidariedade com os povos da Amazônia que a nossa indiferença dedicada ao genocídio anunciado. Este não é um jogo.
1 - clique com o botão direito na imagem e salve-o em seu computador
2 - Escolha-o como uma imagem no perfil
3 - Passe o retrato do novo perfil e clique em "Trocar Imagem"
4 - Na foto, clique em "Editar Miniatura" e arraste a miniatura para revelar o slogan completo. Muito Obrigado!
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
BELO MONTE - ANÚNCIO DE UMA GUERRA
AGORA É OFICIAL! LANÇAMENTO MUNDIAL DO FILME DIA 17 DE JUNHO NA INTERNET COM EXIBIÇÃO SIMULTÂNEA NO AUDITÓRIO DO IBIRAPUERA - SÃO PAULO - SP.
Documentário com depoimentos e fatos reveladores sobre a maior e mais polêmica obra da atualidade no Brasil, que vem gerando diversas reações na sociedade nacional e internacional.
Descrição
Belo Monte, Anúncio de uma Guerra, que tem 120 horas filmadas ao longo de 3 expedições ao XIngu, contendo depoimentos e fatos reveladores sobre a obra.
Fizemos um trabalho sério e investigativo escutando os vários lados da questão e ficou claro: Belo Monte está sendo imposta pelo governo sem que haja diálogo com os índios e com o resto da sociedade.
Mais do que um filme, queremos que este documentário seja um ato político da sociedade, uma luta pelo acesso à informação e pelo direito de participar das decisões do país.
Para isso e por isso, a edição e finalização desse filme foram financiadas coletivamente por mais de 3429 apoiadores que estão ajudando a espalhar informações sobre Belo Monte na internet.
Contato:
Twitter: @belomonteofilme
Email: belomonteofilme@gmail.com
Ficha técnica
Direção: André D’Elia
Produção Executiva: André D’Elia e Bia Vilela
Direção de Fotografia: Rodrigo Levy Piza e Federico Dueñas
Direção de Som: Teo Villa e Diego Depane
Fotografia Still: André D’Elia, André Souza, Federico Dueñas, Rodrigo Levy Piza, Mauro Moreira, Cacá Meirelles e Mundano
Desenho de som: Thacio Palanca
Motion Grafics: Vital Pasquale
Montagem: Mauro Moreira
Trilha sonora: Beto Villares, Fabio Barros
Assistência de montagem: André Souza
Assistência de câmera: André Souza
Comunicação: Caio Tendolini, Digo Castello, Daniel Joppert e Mundano
Grafite: Mundano
Pôster: Marcos Rodrigues
Consultor de conteúdo: Céu D’Ellia
Site: Via Papel
Empresa produtora: Cinedelia
Co-produção: Duca Filmes e Cinepro/DotVer mais
Fizemos um trabalho sério e investigativo escutando os vários lados da questão e ficou claro: Belo Monte está sendo imposta pelo governo sem que haja diálogo com os índios e com o resto da sociedade.
Mais do que um filme, queremos que este documentário seja um ato político da sociedade, uma luta pelo acesso à informação e pelo direito de participar das decisões do país.
Para isso e por isso, a edição e finalização desse filme foram financiadas coletivamente por mais de 3429 apoiadores que estão ajudando a espalhar informações sobre Belo Monte na internet.
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Montagem: Mauro Moreira
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Assistência de câmera: André Souza
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Xingu
A Mãe Terra está doente e chama todos os seus filhos.
Chega de promessas e de falsas soluções. O Planeta e a Vida não são mercadoria.
A cúpula de chefes de Estado não se importa com as pessoas ou a Terra. Eles só vieram fazer negócios. Nós viemos fazer a História de um mundo novo.
CONCENTRAÇãO 14/06 18h30
A cúpula de chefes de Estado não se importa com as pessoas ou a Terra. Eles só vieram fazer negócios. Nós viemos fazer a História de um mundo novo.
CONCENTRAÇãO 14/06 18h30
Praça Paris - Flamengo - Rio
informações: www.ocupario.org
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domingo, 6 de maio de 2012
Poluição Sonora e Crime
Em outubro de 2011, foi assinado um (TAC) Termo de Ajuste de Conduta, entre o Ministério Público da Paraíba (MPE), Polícia Militar, SEMAM e Sudema em que o Comando da Polícia se comprometeu a voltar a atender casos de poluição sonora, como manda a lei. A perturbação de sossego alheio com equipamento sonoro é uma contravenção penal prevista no Código Penal, Capítulo da Lei das Contravenções Penais, Artº 42, Decreto-Lei Federal nº 3.688/41. Uma violação é passível de, além de multa e apreensão do veículo e equipamento, detenção do infrator. Qualquer pessoa que se sentir incomodada com barulho na rua, na vizinhança, ou onde o seu sossego esteja sendo perturbado pode e deve ligar para o CIOP, nº 190, denunciar e solicitar imediata providência. Pode ter o direito inclusive ao anonimato, para se proteger de problemas. Caso a pessoa que atender à chamada (anote o nome) se recuse, ou diga pra ligar para a SEMAM ou SUDEMA, você cita o TAC e, se houver resistência, ligue para a Coordenação do CIOP (3213.9054) e para a Ouvidoria (0800.2819010). Muito antes de ser um crime ambiental, a perturbação do sossego por barulho é uma contravenção que tem de ser punida como manda a lei e com a ação policial. Façamos que sejam cumpridos os nosso direitos. Não nos acomodemos a esse desrespeito típico de gente atrasada e mal educada. Ajudemos ao exercício da cidadania dando o bom exemplo e sendo enérgicos.
De: Germano Romero
Foto: Germano Romero
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terça-feira, 1 de maio de 2012
Crescimento do lixo eletrônico ameaça a saúde da população e o meio ambiente
O crescimento significativo do lixo eletrônico (e-lixo) no Brasil vem
preocupando os técnicos da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro
(SEA). O resíduo desse tipo de material contém substâncias perigosas, que podem
impactar o meio ambiente e ameaçar a saúde da população. A estimativa é que cada
brasileiro descarta cerca de 0,5 quilo de resíduos de equipamentos
eletroeletrônicos por ano.
O superintendente de Resíduos Sólidos da
secretaria, Jorge Pinheiro, disse à Agência Brasil que em razão
das substâncias perigosas contidas nesse tipo de aparelhos, é necessário
organizar uma logística reversa no estado que acompanhe as discussões dos
acordos setoriais, previstos na Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional
de Resíduos Sólidos. Caberá ao grupo de trabalho técnico, constituído em
Brasília, definir o acordo setorial, que dará as diretrizes para implementação
da logística reversa dos eletroeletrônicos, disse.
Pinheiro avaliou que às vésperas da Conferência
das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para
junho próximo, no Rio de Janeiro, a adequação dos empreendimentos à nova lei de
resíduos sólidos será de vital importância. Segundo ele, para que isso possa
ocorrer de forma equilibrada e em conformidade legal, as novas práticas entre
fornecedores e clientes precisarão ser adequadas, visando ao compartilhamento de
responsabilidades.
“Atualmente, existem ações pontuais de fabricantes
que coletam os resíduos de seus equipamentos, por exemplo, e empresas ou
organizações não governamentais (ONGs) que coletam ou recebem equipamentos
eletroeletrônicos, dando a destinação final”, declarou.
É o caso, de acordo com Pinheiro, da Fábrica
Verde, projeto da SEA, que recebe doações de computadores e periféricos para
reutilização, capacitando jovens do Complexo do Alemão, na Penha, bairro da zona
norte da cidade, para a atividade de manutenção e montagem de computadores.
Os novos aparelhos montados são destinados a
entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos instalados nas comunidades,
declarou o superintendente. Ele ressaltou que novas empresas de remanufatura de
resíduos eletroeletrônicos estão entre os negócios promissores para o
cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O superintendente observou, por outro lado, que os
equipamentos descartados têm valor econômico, pois contém materiais valiosos e
raros. O seu descarte correto é importante porque muitos elementos apresentam
elevado teor de toxicidade, e também pelo fato de que, de acordo com o Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o mundo produz entre 20 a 50
milhões de toneladas métricas de lixo tecnológico todos os anos.
Na fabricação de computadores e celulares, por
exemplo, são usados vários metais, entre os quais ouro, prata, gálio, índio,
chumbo, cádmio e mercúrio. Alguns, como o cádmio, são agentes cancerígenos.
Outros, como o chumbo, prejudicam o cérebro e o sistema nervoso, lembrou
Pinheiro.
Nas duas campanhas de esclarecimento e
conscientização dos consumidores para o descarte correto do lixo eletrônico,
promovidas pela secretaria, foram coletadas quase 12 toneladas de resíduos
eletroeletrônicos, “sem contar os computadores que são reaproveitados na Fábrica
Verde,no Complexo do Alemão”.
Pinheiro ressaltou que a cadeia de reciclagem
ainda não se acha estruturada para o fluxo desses resíduos e reforçou a
necessidade de participação do setor produtivo para a viabilidade da logística
reversa.
Segundo o superintendente da SEA, mesmo antes das
definições dos acordos setoriais previstos no decreto de regulamentação da
Política Nacional de Resíduos Sólidos, a secretaria já vem trabalhando a questão
de valorização dos resíduos dentro do Plano Estadual de Gestão Integrada de
Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), que está em elaboração.
Em relação aos cuidados que a população deve ter
em relação a esses materiais, o superintendente recomendou que devem procurar
empresas de reciclagem que comprem resíduos eletroeletrônicos e tenham como
garantir a destinação correta desses materiais. Outra alternativa, disse, “é
guardar em casa até a montagem de uma logística reversa ou entrar em contato com
o fabricante do produto e saber se ele tem uma solução”.
Fonte: Agência Brasil
Por: Alana Gandra
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Rio+20
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Criação de agência ambiental pode atrair grande número de líderes para a Rio+20
A ideia de se criar uma agência ambiental nas Nações Unidas, nos moldes da Organização Mundial do Comércio (OMC) ou da Organização Mundial do Trabalho (OIT) está tomando força. A proposta de criação da World Environment Organization (WEA) é da União Europeia, vem sendo desenhada pela França e Alemanha e pode ser um dos grandes feitos da Rio+20, que acontece em junho, no Rio.Mais de cem países apoiam o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O Programa seria o embrião natural de uma agência ambiental nova. Vários países sugerem a criação da WEA ou de órgão similar. O surgimento da agência poderia atrair grande número de líderes para a Rio+20 e garantir o êxito do evento.
Mas a criação da Organização Mundial do Meio Ambiente (OMMA, na sigla em português) tem forte opositores. Os Estados Unidos não querem nem ouvir falar dela. Historicamente, eles costumam não aceitar acordos ou organizações internacionais que possam interferir em suas próprias decisões internas. E a resistência americana é um grande obstáculo à ideia. Ironicamente, mas por outras razões, os EUA estão alinhados nesta oposição com Venezuela, Cuba e Bolívia. Os latinos temem que uma agência do gênero sirva para encobrir ações comerciais protecionistas de países ricos.
O Brasil vê a ideia com reservas, mas não é totalmente contrário. Na ótica do governo, a proposta fortalece apenas o “pilar ambiental” do desenvolvimento sustentável. Representantes brasileiros vêm lembrando nos últimos dias que a Rio+20 é uma conferência de desenvolvimento sustentável com três vertentes – ambiental, econômica e social – e repetem que ela tem por tema central “a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza”. Favorecer apenas o ambiente “é uma obsessão europeia”, diz uma fonte do governo brasileiro sobre tornar o Pnuma um tipo de “OMC ambiental”.
A reforma institucional defendida pelo Brasil é de estabelecer participação universal no Pnuma e tornar obrigatória a contribuição dos países. O país quer ainda mudanças em outra parte da ONU: que o Conselho Econômico e Social (Ecosoc), órgão no alto do organograma da ONU, mas que nunca decolou, incorpore o meio ambiente e se torne um Conselho de Desenvolvimento Sustentável.
Os negociadores brasileiros aceitariam a agência ambiental, dependendo de seu perfil, diz uma fonte, e “se a parte, na ONU, do desenvolvimento sustentável fosse sólida”. Isso significa, na ótica brasileira, que Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio teriam que estar neste quebra-cabeças institucional. “Desenvolvimento sustentável tem que ser paradigma de todos os órgãos da ONU, principalmente dos econômicos”, diz um negociador.
Fonte: AMDA
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
XII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente
A Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) realizará, no período de 18 a 20 de abril, o XII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente.
Com o tema “Desafios em busca do desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, o encontro objetiva promover a interlocução entre os membros dos diversos ministérios públicos brasileiros e a sociedade, de forma a se discutirem as alterações legislativas brasileiras atuais e se avaliarem o papel da Justiça e a função do Ministério Público nesse contexto, sobretudo no que se refere a temas como a defesa do patrimônio cultural, o planejamento urbano, a economia verde e a tutela jurídica do acesso à biodiversidade.
O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e mais cinco membros do instituto participarão do congresso bem como representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público, parlamentares, renomados juristas do Direito Ambiental, integrantes do Poder Executivo (federal, estadual e municipal), advogados, organizações não governamentais, empresários, profissionais do setor, além de estudantes e estudiosos das questões jurídicas, legislativas, políticas, administrativas e científicas relacionadas com o meio ambiente.
O evento ocorrerá no auditório Juscelino Kubitschek, do Ministério Público de Meio Ambiente, em Brasília/DF.
Fonte: Ascom/Ibama
Com o tema “Desafios em busca do desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, o encontro objetiva promover a interlocução entre os membros dos diversos ministérios públicos brasileiros e a sociedade, de forma a se discutirem as alterações legislativas brasileiras atuais e se avaliarem o papel da Justiça e a função do Ministério Público nesse contexto, sobretudo no que se refere a temas como a defesa do patrimônio cultural, o planejamento urbano, a economia verde e a tutela jurídica do acesso à biodiversidade.
O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e mais cinco membros do instituto participarão do congresso bem como representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público, parlamentares, renomados juristas do Direito Ambiental, integrantes do Poder Executivo (federal, estadual e municipal), advogados, organizações não governamentais, empresários, profissionais do setor, além de estudantes e estudiosos das questões jurídicas, legislativas, políticas, administrativas e científicas relacionadas com o meio ambiente.
O evento ocorrerá no auditório Juscelino Kubitschek, do Ministério Público de Meio Ambiente, em Brasília/DF.
Fonte: Ascom/Ibama
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Clima seco em Brasília provoca incêndios no cerrado
Brasília - Fogo destroi vegetação da Área de Proteção Ambiental (APA) Gama e Cabeça de Veado, situada a 30 km ao sul do centro da Capital Federal, a área tem cerca de 25.000 hectares e engloba áreas urbanas, rurais e de preservação e experimentação como o Jardim Botânico de BrasíliaFonte: Agência Brasil
Por: Marcello Casal Jr/ABr
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Ambientalistas preparam novos protestos contra construção da Usina de Belo Monte
Brasília - Movimentos sociais e organizações ambientalistas preparam uma nova manifestação contra a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). No próximo sábado (20), eles promovem mobilizações em 15 cidades brasileiras. Na segunda-feira (22), os protestos serão feitos em frente a embaixadas e consulados brasileiros em 20 cidades de 16 países.
O representante do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, Marco Antonio Morgado, diz que, mesmo com o início das obras da usina, autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em junho, o projeto não é considerado um fato consumado. “Queremos trazer a discussão de volta para a pauta, que estava sedimentada. Pelas ações que tramitam na Justiça, acreditamos que ainda é possível revogar o projeto e evitar que essa obra vá adiante.”
Ontem (17), o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) entrou com mais uma ação na Justiça para contestar o empreendimento. Dessa vez, o MPF pede a paralisação da obra pela violação de direitos de povos indígenas da região, que terão ser removidos de suas áreas tradicionais, o que é vetado pela Constituição.
Em São Paulo, o grupo espera reunir 4 mil pessoas na Avenida Paulista. Em Belém, a expectativa do Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre é que 2 mil pessoas participem do protesto, inclusive representantes de comunidades indígenas do Xingu, que serão afetadas direta ou indiretamente pela obra.
Segundo Morgado, as manifestações vão pedir a paralisação de Belo Monte e a rediscussão de grandes projetos desenvolvimentistas. “A população brasileira não foi consultada. Belo Monte vai na contramão de uma perspectiva de sustentabilidade social e ambiental”.
A lista de cidades e a programação podem ser consultadas no endereço http://www.xinguvivo.org.br/acao/.
Fonte: Agência Brasil
Por: Luana Lourenço
O representante do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, Marco Antonio Morgado, diz que, mesmo com o início das obras da usina, autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em junho, o projeto não é considerado um fato consumado. “Queremos trazer a discussão de volta para a pauta, que estava sedimentada. Pelas ações que tramitam na Justiça, acreditamos que ainda é possível revogar o projeto e evitar que essa obra vá adiante.”
Ontem (17), o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) entrou com mais uma ação na Justiça para contestar o empreendimento. Dessa vez, o MPF pede a paralisação da obra pela violação de direitos de povos indígenas da região, que terão ser removidos de suas áreas tradicionais, o que é vetado pela Constituição.
Em São Paulo, o grupo espera reunir 4 mil pessoas na Avenida Paulista. Em Belém, a expectativa do Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre é que 2 mil pessoas participem do protesto, inclusive representantes de comunidades indígenas do Xingu, que serão afetadas direta ou indiretamente pela obra.
Segundo Morgado, as manifestações vão pedir a paralisação de Belo Monte e a rediscussão de grandes projetos desenvolvimentistas. “A população brasileira não foi consultada. Belo Monte vai na contramão de uma perspectiva de sustentabilidade social e ambiental”.
A lista de cidades e a programação podem ser consultadas no endereço http://www.xinguvivo.org.br/acao/.
Fonte: Agência Brasil
Por: Luana Lourenço
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Refúgios ameaçados
A diminuição das Áreas de Proteção Permanente (APPs) e de reserva legal no Brasil, proposta pelo projeto de reforma do Código Florestal aprovado em 25 de maio na Câmara dos Deputados, pode resultar na eliminação de pequenos fragmentos de mata ciliar e de propriedades rurais que são cruciais para a sobrevivência de animais como os anfíbios.Isso porque essas espécies utilizam as áreas remanescentes de floresta como refúgio durante a estação seca e como corredores para se deslocar e buscar alimentos. O alerta foi feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ligados ao programa BIOTA-FAPESP, em carta publicada na edição de 27 de maio da revista Science.
Na carta, os pesquisadores chamam a atenção para o fato de que a existência de pequenos fragmentos da Floresta Estacional Semidecidual – a porção da Mata Atlântica que ocupa no interior do país áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná – aumenta significativamente a diversidade de anfíbios, baseados nos resultados de uma pesquisa de doutorado realizada pelo biólogo Fernando Rodrigues da Silva no âmbito do Projeto Temático “Fauna e flora de fragmentos florestais remanescentes no noroeste paulista: base para estudos de conservação da biodiversidade”, apoiado pela FAPESP.
Em sua pesquisa, intitulada “A influência de fragmentos florestais na dinâmica de populações de anuros no noroeste do Estado de São Paulo”, realizada com Bolsa da FAPESP, Silva colocou poças artificiais próximas a seis fragmentos florestais da região noroeste paulista, com diferentes extensões, para analisar a diversidade de anfíbios presentes neles.
Com isso, o pesquisador constatou que os fragmentos de floresta com 70 a 100 hectares apresentam alta diversidade de anfíbios durante o período de reprodução das espécies, em que elas saem de seus hábitats naturais para se reproduzir.
“A diminuição das APPs e áreas de reserva legal, como pretende o projeto de reforma do Código Florestal, pode eliminar os fragmentos florestais e afetar a diversidade de espécies que ocorrem próximas a eles”, disse Silva à Agência FAPESP.
Segundo ele, não se imaginava que os fragmentos florestais fossem tão importantes para espécies consideradas de área aberta (que vivem fora da mata), como os anfíbios da região noroeste do estado. Porém, a pesquisa demonstrou que, mesmo que essas espécies se reproduzam em área aberta, em momentos específicos de seus ciclos de vida esses animais recorrem aos fragmentos florestais para se alimentar, procurar abrigo na estação seca e se deslocar.
Em função disso, a redução de áreas remanescentes de florestas pode promover o fenômeno da “separação do hábitat”, que é reconhecido como ameaçador especialmente para anuros (sapos, rãs e pererecas). O processo ocorre quando os ambientes que os animais usam para se alimentar e se reproduzir são desconectados, resultando em um ambiente mais hostil durante a migração e a dispersão.
“Se forem preservados os fragmentos florestais, também é possível preservar a diversidade de espécies de anfíbios no entorno deles”, afirmou Silva.
Essas áreas remanescentes de floresta atuam em vários serviços ecossistêmicos. Entre eles estão aumentar a quantidade de polinizadores para as lavouras, controlar as pragas e manter os regimes hidrológicos e a qualidade da água, que são críticos para a existência não só de anfíbios, mas para muitas outras espécies, em geral.
Sem fragmentos
Na carta, os pesquisadores destacam que, no interior do Estado de São Paulo, a expansão das colheitas de cana-de-açúcar para produzir etanol está levando à eliminação dos corpos d’água próximos aos fragmentos de floresta, colocando sob ameaça os anfíbios, que usam esses ambientes para se reproduzir.
“Ainda não fizemos um estudo para observar o impacto do cultivo da cana-de-açúcar na diversidade de anfíbios. Mas o que constatamos é que quando se eliminam as áreas de pasto para cultivar cana são extinguidos os corpos d’água, como os açudes, que os anfíbios utilizam para se reproduzir. E estamos percebendo que esses ambientes estão desaparecendo no noroeste paulista”, disse.
O que ainda continua existindo na região, segundo Silva, são grandes represas onde há muitos peixes. Mas muitos anfíbios não utilizam esses ambientes para se reproduzir, porque os peixes comem os ovos e os girinos.
Os pesquisadores que assinam a carta enfatizam que, embora estejam tentando mostrar o valor dos pequenos fragmentos de floresta para a preservação de diversas espécies, isso não significa dizer que possa ser diminuído o tamanho das áreas maiores.
“Quanto maior o tamanho dos fragmentos de floresta, melhor para essas espécies. Mas mesmo os pequenos fragmentos são fundamentais e não podem ser desmatados. E, diminuindo o tamanho das APPs e das reservas legais, como propõe o projeto de reforma do Código Florestal, esses fragmentos florestais irão desaparecer”, ressaltou Denise de Cerqueira Rossa Feres, professora do Departamento de Zoologia e Botânica da Unesp, campus de São José do Rio Preto, que orientou Silva em seu doutorado e também assina a carta publicada na Science com Silva e Vitor Hugo Mendonça do Prado, do Departamento de Zoologia da Unesp em Rio Claro.
Por Elton Alisson
Fonte: Agência FAPESP
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
SBPC e ABC comentam Código Florestal
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram nesta quarta-feira (25/5) uma nota comunicando sua posição sobre a decisão da Câmara dos Deputados em relação à reforma do Código Florestal.Nota da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) sobre a decisão da Câmara dos Deputados com relação ao Código Florestal
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciência (ABC), tendo em vista a decisão majoritária da Câmara dos Deputados sobre o substitutivo do Código Florestal esclarecem que:
•Nunca houve convite oficial por parte do Parlamento Nacional para que a ABC e SBPC, entidades representantes da comunidade científica brasileira, participassem das discussões sobre o substitutivo do código florestal.
•A participação ocorreu em função de uma demanda da própria comunidade científica que resultou na formação de um grupo de trabalho (GT) composto por cientistas das diferentes áreas abrangidas no código florestal. Os trabalhos foram iniciados no dia 07 de julho de 2010, e resultaram na publicação do livro O Código Florestal e a ciência. Contribuições para o diálogo, que foi lançado em Brasília, no dia 25 de março.
•Durante o período de trabalho, várias pessoas e entidades foram convidadas para dialogarem com o GT. Duas cartas foram produzidas e enviadas a todos congressistas e presidenciáveis alertando da necessidade de mais tempo para estudos aprofundados sobre os vários aspectos tratados no código florestal e seu substitutivo.
•Reconhecem a importância do agronegócio na produção de alimentos e na balança comercial brasileira, bem como a necessidade de que o desenvolvimento e a ampliação do agronegócio ocorram sem prejuízos à preservação e conservação dos recursos ambientais do País.
•Entendem que a agricultura familiar, responsável por 38,8% do valor bruto da produção agropecuária, representando 84,4% do número total dos estabelecimentos rurais que ocupam 24,3% da área agriculturável do Brasil, deve ter um tratamento especial por parte da legislação ambiental. Tratamento semelhante deve ser conferido às áreas consolidadas em ambientes urbanos e rurais que não provoquem degradação ambiental.
•Que o código florestal de 1965 (Lei 4771), apesar de construído com o aporte científico da época, necessita de aprimoramentos à luz da ciência e tecnologia disponíveis na atualidade. Ao mesmo tempo entendem que o Projeto de Lei nº 1.876 aprovado na Câmara dos Deputados também não resolve as necessidades de modificações na legislação anterior, pois o mesmo não contempla uma fundamentação científica e tecnológica.
•Que em função dos fatos expostos acima, a SBPC e ABC solicitaram mais dois anos para construção de um código florestal com base científica e tecnológica considerando aspectos jurídicos não punitivos e com equidade econômica, social e ambiental.
Desta forma, a SBPC e a ABC consideram precipitada a decisão tomada na Câmara dos Deputados, pois não levou em consideração aspectos científicos e tecnológicos na construção de um instrumento legal para o país considerando a sua variabilidade ambiental por bioma, interação entre paisagens urbanas e rurais que propiciem melhores condições de vida para as populações com uma produção agrícola ambientalmente sustentável.
Esclarecem também que esta decisão não tem nenhum vínculo com movimentos ambientalistas ou ruralistas, pois o mais importante é a sustentabilidade do País.
Reafirmam que estão dispostas a colaborar na construção de um código florestal/ambiental justo e que confiam que o Senado considere os aspectos científicos e tecnológicos na análise do substitutivo aprovado na Câmara dos Deputados.
São Paulo, 25 de maio de 2011.
Helena B. Nader, presidente da SBPC
Jabob Palis Júnior, presidente da ABC
José A. Aleixo da Silva, coordenador do GT
Fonte: Agência FAPESP
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Legislação ambiental brasileira é uma das mais modernas do mundo, diz especialista
Brasília - A legislação ambiental brasileira é uma das mais avançadas do mundo. Todas as ações e atividades que são consideradas como crimes ambientais podem ser punidas com multas, seja para pessoas físicas ou jurídicas. O valor pode chegar R$ 50 mil.
De acordo com advogado José Gustavo de Oliveira Franco, especialista em direito ambiental, a estrutura da legislação ambiental começou a ser implementada no país a partir de 1981 com a Politica Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938), que tem uma série de instrumentos para o planejamento, a gestão ambiental e a fiscalização.
Com o passar do tempo a legislação se consolidou. “Temos a criação de normas, como a própria Lei de Crimes Ambientais e o decreto que a regulamenta, que estabelece as infrações administrativas e permite um acompanhamento do poder público das questões ambientais e a garantia da qualidade do meio ambiente."
A Constituição Federal trata de forma abrangente os assuntos ambientais, reservando à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a tarefa de proteger o meio ambiente e de controlar a poluição.
“A Constituição Federal de 88 traz uma previsão, como base de todo este sistema de garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado, e estabelece condições ao próprio poder público para que ele implemente e garanta estas condições . Recentemente, mais focado na questão de resíduos sólidos, nós temos a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o decreto que a regulamenta", explica Franco.
A Lei de Crimes Ambientais reordenou a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. Franco acrescenta que a própria questão de lançar resíduos sólidos nas praias e no mar - ou em qualquer outro recurso hídrico - passou a ser uma infração.
A previsão foi incluída no Decreto 6.514, de 2008, que deu nova regulamentação à Lei de Crimes Ambientais na parte de infrações e de sanções administrativas, substituindo e revogando o Decreto 3.179, de 1999.
Para o coordenador do Núcleo de Educação Ambiental do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Genebaldo Freire, a velocidade para que as políticas sejam implementadas tem que ser aumentada, mas a mentalidade mudou. “Muitos países não têm uma Política Nacional de Resíduos Sólidos e nós já temos. É uma conquista. Há vinte anos você era rotulado de ecochato, biodesagradável, anarquista e, hoje, você tem políticas voltadas para isso."
Fonte: Agência Brasil
De acordo com advogado José Gustavo de Oliveira Franco, especialista em direito ambiental, a estrutura da legislação ambiental começou a ser implementada no país a partir de 1981 com a Politica Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938), que tem uma série de instrumentos para o planejamento, a gestão ambiental e a fiscalização.
Com o passar do tempo a legislação se consolidou. “Temos a criação de normas, como a própria Lei de Crimes Ambientais e o decreto que a regulamenta, que estabelece as infrações administrativas e permite um acompanhamento do poder público das questões ambientais e a garantia da qualidade do meio ambiente."
A Constituição Federal trata de forma abrangente os assuntos ambientais, reservando à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a tarefa de proteger o meio ambiente e de controlar a poluição.
“A Constituição Federal de 88 traz uma previsão, como base de todo este sistema de garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado, e estabelece condições ao próprio poder público para que ele implemente e garanta estas condições . Recentemente, mais focado na questão de resíduos sólidos, nós temos a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o decreto que a regulamenta", explica Franco.
A Lei de Crimes Ambientais reordenou a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. Franco acrescenta que a própria questão de lançar resíduos sólidos nas praias e no mar - ou em qualquer outro recurso hídrico - passou a ser uma infração.
A previsão foi incluída no Decreto 6.514, de 2008, que deu nova regulamentação à Lei de Crimes Ambientais na parte de infrações e de sanções administrativas, substituindo e revogando o Decreto 3.179, de 1999.
Para o coordenador do Núcleo de Educação Ambiental do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Genebaldo Freire, a velocidade para que as políticas sejam implementadas tem que ser aumentada, mas a mentalidade mudou. “Muitos países não têm uma Política Nacional de Resíduos Sólidos e nós já temos. É uma conquista. Há vinte anos você era rotulado de ecochato, biodesagradável, anarquista e, hoje, você tem políticas voltadas para isso."
Fonte: Agência Brasil
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Não a experimentação animal em laboratórios
Brasília - Manifestantes fazem protesto em frente ao Ministério de Ciência e Tecnologia, contra a experimentação animal em laboratórios.
Fonte: Agência Brasil
Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Fonte: Agência Brasil
Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
segunda-feira, 14 de março de 2011
Festival Internacional de Cinema Ambiental recebe inscrições até dia 26
Brasília - Terminam na próxima sexta-feira (26) as inscrições para o 12° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica), que neste ano será realizado de 8 a 13 de junho na Cidade de Goiás (GO). Até o início desta semana, 209 filmes de 44 países estavam inscritos na primeira etapa de seleção do festival.
As inscrições podem ser feitas pelos Correios. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do festival na internet, no endereço www.fica.art.br
Podem concorrer documentários, obras de ficção, séries para televisão e animações com temática ambiental produzidos a partir de janeiro de 2008. O festival recebe produções em filme e vídeo, de cineastas profissionais e amadores.
Considerado o maior festival de cinema do gênero na América Latina, o Fica vai distribuir R$ 240 mil em prêmios em sete categorias. A principal, entregue ao destaque do festival, tem prêmio de R$ 50 mil.
Em 2009, o vencedor foi o documentário Corumbiara, de Vincent Carelli. O filme mostra o massacre de um grupo de índios isolados na gleba Corumbiara, em Rondônia, na década de 1980.
Fonte: Agência Brasil
Repórter: Luana Lourenço
As inscrições podem ser feitas pelos Correios. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do festival na internet, no endereço www.fica.art.br
Podem concorrer documentários, obras de ficção, séries para televisão e animações com temática ambiental produzidos a partir de janeiro de 2008. O festival recebe produções em filme e vídeo, de cineastas profissionais e amadores.
Considerado o maior festival de cinema do gênero na América Latina, o Fica vai distribuir R$ 240 mil em prêmios em sete categorias. A principal, entregue ao destaque do festival, tem prêmio de R$ 50 mil.
Em 2009, o vencedor foi o documentário Corumbiara, de Vincent Carelli. O filme mostra o massacre de um grupo de índios isolados na gleba Corumbiara, em Rondônia, na década de 1980.
Fonte: Agência Brasil
Repórter: Luana Lourenço
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Adote uma árvore
Lago Norte Ecológico - SÁBADO
"o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond de Andrade."
"o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond de Andrade."
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Povos do Xingu contra a construção de Belo Monte
Cenas gravadas na Aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto/Jarina, entre os dias 28 de outubro e 4 de novembro. Nesse período, os ministros do Meio Ambiente e Minas e Energia foram convidados a ir ao Xingu para discutir os impactos da obra na região.
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