Criada em 1999, por Júnia Bertolino junto com o também bailarino e coreógrafo William Silva e o músico Jorge Áfrika, a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira surgiu para estimular e propor no cenário das artes cênicas de Belo Horizonte a representação e valorização das matrizes africanas presentes na identidade do povo brasileiro, retratados através da dança, música, poesia e teatro, a partir de pesquisas sobre a presença dessas matrizes no caldeirão da cultura nacional.
Ano passado a Cia. Baobá completou 10 anos de trajetória com os espetáculos de dança, intitulado Ancestralidade: Herança do Corpo". Concebido, dirigido e coreografado por Júnia Bertolino, sendo que o penúltimo espetáculo da Cia é Quebrando o Silêncio. O Trabalho conta com elenco 12 integrantes entre bailarinos, atores e percussionistas: Jander Ribeiro, Tico Percussão, Fred santos, Lú Silva, Tatiane do Ogum, Gabriela Rosário, Marisa Veloso, Júnia Bertolino, Yara Nascimento, Kênia Caroline, Victória Capilo e Karú Torres(produção). O Espetáculo apresenta cantos populares e de artistas como Mamour Bá e Marilene Santos. Poemas: Conceição Evaristo, Júnia Bertolino, Jú Faria, Jorge África e Evandro Nunes.
Contato para show e informações:
Telefones: (31) 99176762 ou 3467-6762
E-mails: baoba.arteafricana@gmail.com
juniabertolino@yahoo.com.br
baoba.danca@gmail.com
Fonte: Cia Baobá de dança - Bhte-MG
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Performance: Corporeidades Negras
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Adote uma árvore
Lago Norte Ecológico - SÁBADO
"o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond de Andrade."
"o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond de Andrade."
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
"O estupro corretivo”
Prática cruel de estuprar lésbicas para “curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo -- vamos apoiá-las. Assine a petição e divulgue para os seus amigos! |
Infelizmente Millicent não é a única, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”.
De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em televisão nacional. Porém, o Ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas.
Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo -- se um grande número de pessoas aderirem, conseguiremos amplificar e escalar esta campanha, levando-a diretamente ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe -- nós a entregaremos ao governo da África do Sul com os nossos parceiros na Cidade do Cabo:
https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl
A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Porém, a Cidade do Cabo não é a única, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade.
O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”, mas este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”.
A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade.
Isto é uma catástrofe humana. Mas a Luleki Sizwe e parceiros do Change.org abriram uma fresta na janela da esperança para reagir. Se o mundo todo aderir agora, nós conseguiremos justiça para a Millicent e um compromisso nacional para combater o “estupro corretivo”:
https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl
Está é uma batalha da pobreza, do machismo e da homofobia. Acabar com a cultura do estupro requere uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um Zulu tradicional, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também criticou a prisão de um casal gay no Malawi no ano passado, e após forte pressão nacional e internacional, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual.
Se um grande número de nós participarmos neste chamado por justiça, nós poderemos convencer Zuma a se engajar, levando adiante ações governamentais cruciais e iniciando um debate nacional que poderá influenciar a atitude pública em relação ao estupro e homofobia na África do Sul. Assine agora e depois divulgue:
https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl
Em casos como o da Millicent, é fácil perder a esperança. Mas quando cidadãos se unem em uma única voz, nós podemos ter sucesso em mudar práticas e normas injustas, porém aceitas pela sociedade. No ano passado, na Uganda, nós tivemos sucesso em conseguir uma onda massiva de pressão popular sobre o governo, obrigando-o a engavetar uma proposta de lei que iria condenar à morte gays da Uganda. Foi a pressão global em solidariedade a ativistas nacionais corajosos que pressionaram os líderes da África do Sul a lidarem com a crise da AIDS que estava tomando o país. Vamos nos unir agora e defender um mundo onde cada ser humano poderá viver livre do medo do abuso e violência.
Com esperança e determinação,
Alice, Ricken, Maria Paz, David e toda a equipe da Avaaz
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Projeto “Lições de Pererê”
O projeto “Lições de Pererê” realizará apresentações teatrais em escolas da rede pública de ensino. Todas acontecerão gratuitamente em escolas urbanas e rurais.
Retomando as atividades em 2011, a primeira apresentação será no Espaço Cultural Bagagem, com o Espetáculo “Circo Mulambo”.
Entra a trupe mambembe com uma carroça puxada por uma burrinha. Eles vêem o público e resolvem parar e fazer uma apresentação circense, da empanada sai todos os números, executados por bonecos, um “fiscal”, porém, se opõe à função circense, a confusão esta arranjada.
O espetáculo estreou em 1994 e foi visto ao longo de sua jornada por aproximadamente por cem mil crianças e adultos.
Data: 28 de janeiro de 2011
Horas: 14h
Local: Espaço Cultural Bagagem
Quadra 40 loja 16 Setor Central-Gama
Classificação indicativa livre
Entrada franca
Informações: 3556 6605
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Belo Monte: não é tarde demais
Veja abaixo depoimentos de gente que vive desde gerações passadas na Volta Grande do Xingu e alertam a população brasileira sobre os graves riscos que a Amazônia corre caso o projeto Belo Monte saia do papel:
Depoimento: Antonia Melo
O Grande Cacique Raoni, líder da tribo dos Kayapó, dá seu depoimento em vídeo sobre os impactos de Belo Monte na região da Volta Grande do Rio Xingu.
Depoimento: Antonia Melo
Antonia Melo fala sobre o projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte
Assine a petição contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte: www.tinyurl.com/xinguvivo
Visite www.xinguvivo.org.br para saber mais
Visite www.xinguvivo.org.br para saber mais
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III Festival Mundial das Artes Negras
Margareth Menezes, Saint Louis, Senegal
Sandra de Sá, Saint Louis, Senegal
Sandra de Sá, Saint Louis, Senegal
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Mulheres saem na frente Ano Internacional da Química 2011
Pré-lançamento do Ano Internacional da Química 2011 reúne virtualmente pesquisadoras de 37 países para celebrar os 100 anos do Nobel de Marie Curie e refletir sobre papel da mulher na ciênciaA cerimônia de abertura do Ano Internacional da Química 2011 (AIQ-2011) será realizada nos dias 27 e 28 de janeiro, na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em Paris. Mas a “ala feminina” da comunidade internacional de químicos já iniciou suas atividades.
Pesquisadoras da área de química de pelo menos 37 países se reuniram na terça-feira (18/1) em diferentes partes do planeta – por videoconferência, Skype e Twitter – para um “café da manhã mundial” em homenagem à cientista polonesa Marie Curie (1867-1934), que há 100 anos conquistava o Prêmio Nobel da Química. A pesquisadora radicada na França foi a primeira pessoa a ser laureada duas vezes – ela já havia recebido o Prêmio Nobel da Física em 1903.
No Brasil, o evento intitulado Women Sharing a Chemical Moment in Time (“Mulheres compartilhando um momento químico no tempo”) foi organizado pela professora Vanderlan da Silva Bolzani, professora do Instituto de Química (IQ) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara (SP), onde cientistas brasileiras se reuniram.
Segundo Vanderlan, que é membro do comitê nacional de atividades do AIQ-2011 da Sociedade Brasileira de Química (SBQ) e será uma das representantes do Brasil na cerimônia oficial de lançamento em Paris, o café da manhã mundial foi idealizado por Mary Garson, professora da Faculdade de Química e Biociências Moleculares da Universidade de Queensland, em Brisbane (Austrália). O evento foi um pré-lançamento do AIQ-2011.
“O evento foi uma homenagem a todas as mulheres na ciência a partir dos feitos de Marie Curie – a primeira mulher a conquistar espaço no universo acadêmico e única a ganhar dois Nobel. O objetivo foi criar uma oportunidade para refletir sobre o cenário atual para as mulheres cientistas e pesquisadoras da química”, disse Vanderlan à Agência FAPESP.
A pesquisadora, que é membro da coordenação do programa Biota-FAPESP e ex-presidente da SBQ, enfatizou a importância da participação do Brasil no café da manhã – ou almoço, dependendo do fuso horário – que reuniu virtualmente químicas de todo o mundo.
“Essa celebração vem em um grande momento para as cientistas brasileiras. É fantástico o número de mulheres químicas brasileiras que têm contribuído para a divulgação da química e para o avanço científico e tecnológico empreendido em suas várias áreas. O evento estimulou a reflexão sobre o papel das mulheres na ciência e no avanço econômico e social que o país demanda para enfrentar o desafio da sustentabilidade e os inúmeros problemas de um mundo complexo”, disse.
Com o tema “Química: nossa vida, nosso futuro”, o AIQ-2011 tem os objetivos de aumentar o conhecimento do público sobre a química, despertar o interesse entre os jovens e realçar as contribuições das mulheres para a ciência. Também será lembrado o centenário de fundação da Associação Internacional das Sociedades de Química, iniciativa que possibilitou a colaboração científica internacional.
“A ideia é incentivar uma mudança na percepção que o público tem da química. Trata-se de uma ciência que tem muito a contribuir com a sustentabilidade do planeta e com o bem-estar das pessoas, possibilitando o desenvolvimento de novos medicamentos, alimentos, fontes de energia, produção industrial com impactos ambientais mais baixos e assim por diante”, afirmou Vanderlan.
Um novo olhar sobre a química
O AIQ-2011 é promovido pela Unesco e pela União Internacional da Química Pura e Aplicada (Iupac, na sigla em inglês). De acordo com a presidente da Iupac, Nicole Moreau, as atividades do AIQ-2011 terão o foco em mostrar para os cidadãos como a química está presente de fato em suas vidas, melhorando sua qualidade.
No site oficial do AIQ-2011, Nicole recomenda que, para divulgar a química, os cientistas da área devem começar refletindo sobre o que a química significa pessoalmente para eles mesmos. E sugere que eles se preparem para lidar com falsas impressões difundidas no público sobre essa ciência.
“Há dois tipos principais de percepção equivocada sobre a química. Uma delas ocorre porque a química é vista como uma ciência central, em conexão com todos os outros campos científicos. Essa é uma característica maravilhosa, mas há o perigo de que com isso a química se torne difusa e perca sua identidade”, disse.
O outro tipo de percepção equivocada, segundo Nicole, é especialmente difundido entre o grande público. “Em muitos países, particularmente nas nações ocidentais, uma grande porcentagem da população associa a química com questões como degradação ambiental e câncer”, disse. Segundo ela, é preciso mostrar que a química será essencial para resolver problemas que incluem a “energia, o desenvolvimento sustentável, a saúde, os materiais e a produção de alimentos”.
A programação do AIQ-2011 já conta com mais de 100 eventos ao redor do mundo e tem mais de 400 atividades cadastradas em 74 países, sendo 14 delas no Brasil.
No dia 5 de abril, na sede da FAPESP terá início o “Ciclo de Conferências Ano Internacional da Química – 2011 – Química: nossa vida, nosso futuro”, que reunirá mensalmente, até dezembro, alguns dos mais proeminentes especialistas brasileiros para debater diversas temáticas relacionadas à química. O ciclo será promovido pela SBQ e pela revista Pesquisa FAPESP.
O ciclo incluirá temas como “Fontes alternativas de energia e mudanças climáticas”, “Novos materiais”, “Química medicinal”, “Biodiversidade”, “A química doce, amarga e perfumada”, “Doenças negligenciadas e os desafios no desenvolvimento de novos medicamentos”, “A química no contexto da educação, ciência, tecnologia e inovação”, “Tabela periódica – uma das maiores criações humanas e a obra de Marie Curie” e “A química inteligente a serviço da medicina”.
A programação incluirá nomes como Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gláucia Mendes Souza, da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Galembeck, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Eliezer Barreiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Silvia Rogatto (Unesp), Carlos Joly (Unicamp), Claudia Rezende (UFRJ), Glaucius Oliva (USP) e Carlos Henrique de Brito Cruz (diretor científico da FAPESP).
USP e Unicamp
A USP divulgou que celebrará o AIQ-2011 em todos os seus campi. O Instituto de Química organizará uma exposição na Estação Ciência com o tema “Do que as coisas são feitas”. O tema será ilustrado com um carro cortado ao meio, que servirá para mostrar todas as matérias-primas que o compõem. Outra parte da exposição utilizará um “pentágono de sentidos” para mostrar quais são as reações químicas envolvidas no processo de percepção, dentro do corpo humano.
O Instituto de Química de São Carlos planeja promover uma série de palestras mensais, ao longo do segundo semestre de 2011, com especialistas renomados da área de química. A unidade da USP também realizará, mais uma vez, a anual Semana da Química.
A Unicamp já antecipou nesta quarta-feira (19/1) a abertura de sua programação para o AIQ-2011, em cerimônia que contou com a participação da cientista israelense Ada Yonath, vencedora do Nobel de Química em 2009. A cientista, que é a quarta mulher laureada em toda a história, apresentou a palestra “O incrível ribossomo”. Ela participará, nos próximos dias, de atividades no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas.
O Instituto de Química (IQ) da Unicamp também promoverá, entre outras atividades, a terceira edição do Programa Química em Ação, voltado a alunos da rede pública de ensino e que agora será estendido aos professores.
O programa inclui palestras e demonstrações experimentais nos laboratórios, além da visita de docentes do IQ às escolas para a apresentação de palestras. O Simpósio de Profissionais do Ensino de Química (Simpeq) e a criação do Boulevard e do Mural da Química são outras ações da Unicamp.
Mais informações: http://www.chemistry2011.org/
Fonte: Agência FAPESP
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