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terça-feira, 30 de março de 2010

Exposição de artesanato "Trançados e Entalhes de Novo Airão"

Trançados e entalhes
Exposição e venda de artesanato de Novo Airão, cidade situada ao norte do Amazonas, na margem direita do rio Negro.

Produzidos a partir de tradição indígena da região, esculturas em madeira reproduzindo a fauna local e trançados em fibras vegetais compõem parte do repertório dos artesãos, reunidos na Nov'Arte e na AANA, duas importantes associações.


A exposição é uma das ações previstas junto a esse polo pelo Promoart – Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural, uma realização da Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), por meio de convênio firmado com o Ministério da Cultura, que conta com a gestão conceitual e metodológica direta do CNFCP/Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan, e com a parceria institucional e apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Serviço
Período:12. 03 a 11.04.2010
Exposição e venda: de terça a sexta-feira, das 11 às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 15 às 18h
Apoio
Nov’arte e Associação de Artesãos de Novo Airão.
Parceria institucional e apoio financeiro
BNDES
Realização
Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan
Promoart +Cultura
Ministério da Cultura
Informações
Setor de Difusão Cultural
(21) 2285-0441, ramais 204, 205 e 206
difusão.folclore@iphan.gov.br, www.cnfcp.gov.br
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Rua do Catete, 179 (metrô Catete), Rio de Janeiro, RJ 22.220-000
Fonte: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Veja mais Arte e cultura Popular!

sábado, 30 de janeiro de 2010

X ENCONTRO DE FOLIA DE REIS
Encontro traz atrações inéditas a Brasilia.
Duas duplas de violeiros, uma com 50 anos de carreira (Lourenço e Lourival) e outra com 20 anos de carreira (Goiano e Paranaense), vão cantar em Brasília pela primeira vez.
A apresentação das duplas será sábado, dia 30, no X Encontro de Folia de Reis. Nas edições anteriores sempre se apresentam para o público brasiliense artistas regionais que nunca ou pouco se apresentaram em Brasília. É o caso de Carreiro e Carreirinho, Inezita Barroso, Dino Franco e Mourai, Pereira da Viola, Irmãs Galvão, Chico Lobo, Liu e Léu, Téo Azevedo, Zico e Zeca, Jackson Antunes, Cacique e Pajé, Pedro Bento e Zé da Estrada e Almir Sáter.
O Encontro receberá, pela primeira vez, o cantador e humorista Saulo Laranjeira e o compositor e cantador parceiro de Almir Sater, Renato Teixeira. O primeiro abre e o segundo fecha a programação do 10º Encontro de Folia de Reis do DF, que terá ainda na programação a participação de mais de 30 grupos de Folia de Reis, cerca de 20 grupos de danças populares de origem interiorana, artesanatos trazidos pelos foliões e dezenas de outros artistas populares que acompanham as folias. A roda de prosa com o tema "Políticas públicas para as Folias de Reis e manifestações agregadas", deve reunir autoridades do Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura e da Agricultura do DF, foliões e produtores de cultura popular para ouvir, falar e compartilhar informações. Haverá também oficinas onde se pretende incentivar o uso de praticas como fazer brinquedos, construir instrumentos e dançar.

Veja como foi a edição de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Povo Brasileiro e a Catira
A sociedade e a cultura brasileiras são conformadas como variantes da versão lusitana da tradição civilizatória européia ocidental, diferenciadas por coloridos herdados dos índios americanos e dos negros africanos. Essa unidade étnica não significa, porém, nenhuma uniformidade, mesmo porque atuaram sobre ela três forças diversificadas: a ecológica, a econômica e a imigração que introduziu novos contingentes humanos que permitem distingui-los hoje como sertanejos, caboclos, crioulos, caipiras, gaúchos, ítalo-brasileiros, teuto-brasileiros, nipo-brasileiros, etc.

A Catira une as influências indígenas, européia e africana desenvolvendo uma espécie de sapateado brasileiro executado com "bate-pé" ao som de palmas e violas. Tanto é exercitado somente por homens, como também por um conjunto de mulheres como na dança indígena. É praticada largamente no interior do Brasil, especialmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins e em menor escala na região nordeste e sul.Os homens e mulheres usam trajes comuns de passeio: chapéu, botina, calça comprida, camisa manga longa e gravatas de lenços. O ritmo da dança é marcado por violas, batidas das mãos – palmas - uma contra a outra. A Coreografia varia de região para região, sendo Minas Gerais mais tradicionalista e São Paulo e Goiás com influências da linha country americana e é assim apresentada: Início: o violeiro puxa o rasqueado e os dançadores fazem a "escova", isto é, um rápido bate-pé, bate-mão.A seguir o violeiro canta parte da moda, ajudado pelo "segunda" – violeiro que acompanha o cantador - e volta ao "rasqueado". Os dançadores entram no bate-pé, bate-mão e dependendo da região pode ser incluídos pulos, transpasses e voltas. Prossegue depois o violeiro o canto da moda, recitando mais uns versos, que são seguidos de bate-pé, bate-mão e pulos. Quando encerra a moda, os dançadores após o bate-pé- e bate-mão realizam a figura que se denomina "Serra Acima", na qual rodam uns atrás dos outros, da esquerda para a direita, batendo os pés e depois as mãos. Feita a volta completa, os dançadores viram-se e se voltam para trás, realizando o que se denomina "Serra Abaixo", sempre a alternar o bate-pé e o bate-mão. Ao terminar o "Serra Abaixo" cada um deve estar no seu lugar, a fim de executar novamente o bate-pé, o bate-mão. Para grupos femininos o ritmo é mais ameno mais atualmente até de salto alto muitos grupos se apresentam com graciosidade e cadência – Goiás. Final: encerra-se com o Recortado, no qual as fileiras trocam de lugar e assim também os dançadores, até que o violeiro e seu "segunda" se colocam na extremidade oposta e depois voltam aos seus lugares. Durante o recortado, depois do "levante", no qual todos levantam a melodia, cantando em coro, os cantadores entoam quadrinhas em ritmo vivo. Muito comum na região interior de São Paulo e Goiás.
No final do recortado, os dançadores executam novamente o bate-pé, o bate-mão e pulos dando um ritmo mais acentuado exigindo uma maior coordenação e preparo físico.Os ensinamentos são passados de pai pra filho nas festas comunitárias e shows temáticos fazendo perpetuar a cultura e divulgando as raízes influentes na etnia do povo brasileiro.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Jabuti-Bumbá
Folguedo Popular do ACRE

O Jabuti-Bumbá Marupiara é um folguedo que surgiu a partir de 2005, num encontro de culturas populares, a inspiração veio daquela efervescência da diversidade cultural uma verdadeira colcha de retalhos que forma a cultura popular brasileira dai nasce um folguedo popular, criado para traduzir, através da arte, uma reflexão sobre a questão da preservação da Floresta Amazônica, trazendo o jabuti, como símbolo de resistência da devastação da floresta para a criação dos grandes pastos de boi.

Jabuti-Bumbá
É um espetáculo de rua, que se brinca em cortejo ou em circular, com o Jabuti Marupiara* ( que é um boneco Gigante) e dois jabutis menores, o Tinga e o Tinguinha (estilo burrinha) . Participam, no mínimo, 10 brincantes,. vestindo chitas* e enfeitados de fitas coloridas, colares de

sementes, cuias e coroas...





Este material teve como fonte, a pesquisadora de folguedos Ísis Farias que faz parte do Jabuti-Bumbá e da família Farias. que encontra-se em Lisboa, fazendo mestrado em artes visuais.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

II Encontro de Canto e Dança do Bonito-GO
Dias 4,5 e 6 de setembro de 2009


Sábado dia 04, a festa está garantida pela dupla Keuton e Karen, irão animar a festa com a música sertaneja de raiz, interpretando músicas de sua autoria (Genuinamente Caipira).

Programação
Sexta-feira, dia 4 de setembro
14h-Oficina de dança e brincadeira populares
19h-Sessão de cinema
20h- Abertura oficial: Levante do mastro e recadeiras
21-Moda de Viola e sanfona
22- Forró
Sábado, dia 5 de setembro
8h- Torneio de futebol
14- Oficina de viola, dança e brincadeiras populares
16- Corridas de cavalo argolinha e lenço
20h- Moda de viola e sanfona
22h- Forró
Domingo. Dia 6 de setembro
8h-Missa sertaneja celebrada pelo Peão /Coral
10h- Catira, curraleira, lundu e outras atrações
18h- Encerramento
Violeiro e sanfoneiros
Catira, curraleira e outras danças
Forró
Cinema
Esporte e brincadeiras
Artes e artesanatos
Salgados, porções e bebidas
Leilões e prendas
Como chegar

domingo, 9 de agosto de 2009

São João do Cerrado 2009
Na foto: cantor Dominguinhos durante Show em 2008

Quem curte arrasta-pé de verdade pode se preparar. Vai começar a terceira edição do ‘Maior São João do Cerrado’, de 5 a 9 de agosto, no Ceilambódromo, localizado na QNN 27, em Ceilândia. O evento vai ocupar um espaço de mais de 40 mil metros quadrados e a cidade já está em clima de arraiá.

Após o sucesso das duas primeiras edições, o projeto já faz parte do calendário oficial de eventos oficiais do DF e tem uma programação diferente e inovadora. Consagrado pelo povo e pela mídia local, o maior evento de São João fora de época do Brasil destacou a cidade satélite de Ceilândia como "A Capital do Forró", comparada com as mais tradicionais festas populares do País, como a de Caruaru (PE) e de Campina Grande (PB).

A festa tem entrada franca e haverá apresentação de música, dança, culinária e o folclore característicos das grandes festas juninas do Nordeste. Pelo terceiro ano, a festa será realizada no mês de agosto e surge como opção turística.

A expectativa é de que nos cinco dias de evento, mais de 400.000 (quatrocentas mil pessoas) circulem pelo local. O público poderá conferir uma estrutura com palco, arquibancadas, camarotes, praça de alimentação, arena para apresentações, três Ilhas de forró, área cenográfica com vila, sitio do seu João, museu do mestre Vitalino, coreto José da Costa Leite, Parque de diversões, praça dos mamulengos com um circo montado no local e parque de diversões.

Além de grandes shows no palco principal, haverá apresentação de mais de 50 grupos musicais e folclóricos do Distrito Federal nas ilhas de forró e na Praça dos Mamulengos. No dia 8 de agosto, às 17h, para abrir a programação de sábado, será realizado um casamento coletivo que consolidará a união de 52 casais. Os noivos terão direito a uma grande festa com todos os custos pagos pelo maior São João do Cerrado 2009.

O projeto do Maior São João do Cerrado é realizado com o apoio do Ministério do Turismo, Governo do Distrito Federal por meio da Secretaria da Cultura, Governo da Paraíba e Governo de Pernambuco.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Preservação da catira será um dos objetivos do museu de Alto Paraíso
Morillo Carvalho
Enviado especial
foto Valter Campanato/ABr
Alto Paraíso de Goiás - A coordenadora do Grupo de Catira de Alto Paraíso, Fátima Chaves, diz que a dança tradicional sempre esteve ligada à cultura local

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Dança tradicional do interior de Goiás, Minas Gerais e São Paulo, a catira é hoje pouco conhecida e falada. Em Alto Paraíso de Goiás (GO), a coreografia, acompanhada sempre por uma dupla de violeiros, quase parou de ser dançada. Agora que a cidade foi contemplada por um financiamento federal, para a criação do Museu da Memória, preservar e manter essa tradição será um dos objetivos da instituição.

A coordenadora do Grupo de Catira de Alto Paraíso de Goiás, Fátima Chaves, contente com a iniciativa, vai comandar oficinas de catira no Museu.

“É muito importante para Alto Paraíso esse resgate. Na verdade é um resgate mesmo, porque estava sendo esquecida e com esse movimento está reavivando esse lado. E é muito bom porque as crianças estão muito desligadas da cultura tradicional, da cultura própria. Ou seja, tem que aprender a valorizar o que é nosso, nossa própria cultura”, defende.

Ela conta que a dança tradicional sempre esteve ligada à cultura local, e era muito praticada pelos nativos da cidade: “Uma das festas que eles mais faziam eram as festas de folia, em que eles dançavam a catira. Então a catira foi muito presente na história passada dos nativos em Alto Paraíso”.

O grupo de catira, hoje, é composto por oito pessoas. Mas no auge, tinha o dobro – normalmente, os grupos de catira são compostos por dois violeiros e 10 dançadores. Fátima espera que as oficinas despertem o interesse das crianças e dos jovens pela tradição e, com isso, o grupo receba incremento de pessoas para reforçar as apresentações nas festas populares.

“Existem várias folias e festas comemorativas, nas quais se dança a catira: a Festa do Divino Espírito Santo, de São Sebastião, de Nossa Senhora das Graças e geralmente as danças acontecem nos pousos [espécie de pernoite de caravanas que passam pelo lugar]. Naquele local tem uma janta, que é doada pelas pessoas visitadas, em seguida, o grupo dança e canta, agradecendo, e assim segue em frente. Geralmente são de três a cinco dias de festas”, relata.
Veja mais sobre Catira!
Fonte:Agência Brasil

Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
http://www.sitecurupira.com.br/