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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Via Sacra de Planaltina DF

Morro da capelinha 2010 
Tudo começou com um sonho em pleno meio dia. Pe. Aleixo Susin, então pároco, chegando no côncavo da confluência dos três morros, contemplando as belezas da paisagem, teve um sonho em pleno dia: “... parecia-me Sexta-Feira Santa à tarde e vi uma multidão lotando literalmente as encostas e os topos dos morros, enquanto era feita a Via Sacra ao Vivo”.
Em abril de 1973, portanto, há 36 anos. Primeiramente, com três procissões, partindo das três Igrejas Católicas: Matriz de São Sebastião, São Vicente de Paulo e Santa Rita de Cássia, encontraram-se e se concentraram ao pé do Morro da Capelinha. O grupo JUP da Paróquia, liderados pela Irmã Celina, encenou pela primeira vez, de um modo simples, a Paixão e Morte de Cristo, dando assim origem à tradicional Via Sacra ao Vivo de Planaltina-DF.

Após três anos, o Pe. Aleixo Susin, confiou a tarefa aos Cursilhistas, que com todo o entusiasmo e eficiência, realizaram a Missão. E a multidão foi crescendo de tal forma que já não cabia mais na esplanada no alto do morro e foi necessário transferir a encenação para onde atualmente está sendo realizada.Nos anos seguintes, as encenações foram crescendo em técnica e em público, porém, sempre com o caráter amador, sendo aplicados recursos como microfone, carro de som, figurinos, etc.

O grande salto na Via Sacra aconteceu em 1986, quando o evento da Semana Santa em Planaltina, foi incluído no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal. A partir de então, os espetáculos tiveram um salto em qualidade, atraindo milhares de pessoas de diversas regiões, bem como a atenção da imprensa. A dedicação dos membros do grupo e a parceria com o governo foram decisivas no crescimento das encenações. Em 1991, o historiador planaltinense Mário de Castro, após intensa pesquisa, chegou ao texto usado pela Via Sacra até hoje.

O grupo também deixou de lado os sistemas de som mais simples, partindo para modernas estruturas de sonorização e iluminação, bem como a utilização de play back para melhor audição por parte do público. A cada ano as comemorações da Semana Santa crescem em qualidade e em público.

A introdução do Domingo de Ramos, Santa Ceia, Via Sacra da Criança, além dos shows de música, estimularam o interesse tanto da população como da mídia, sendo que a Via Sacra é hoje, o evento popular que mais atrai a atenção da imprensa e do público em todo o DF e região.
 
Estações da Via Sacra
I Estação
Jesus é condenado à morte.
Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". A responsabilidade agora é do povo". Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado."
II Estação
Jesus carrega a sua cruz.
Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha ('lugar do crânio' em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.
III Estação
Jesus cai pela primeira vez.
Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e ele cai. Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.
IV Estação
Jesus encontra Maria, sua mãe.
Mãe e filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações.
V Estação
Jesus recebe ajuda de Simão para carregar a cruz.
Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucifixão.
VI Estação
Verônica enxuga a face de Jesus.
Uma mulher que assistia à passagem de Jesus decide limpar a sua face tingida de sangue. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.
VII Estação
Jesus cai pela segunda vez.
Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu.
VIII Estação
Jesus fala às mulheres de Jerusalém.
Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento.
IX Estação
Jesus cai pela terceira vez.
Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber.
X Estação
Jesus é despojado de suas vestes.
Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio.


XI Estação
Jesus é pregado na cruz.
Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés. A cruz é erguida, e o Cristo fica suspenso entre o céu e a terra. Agora, ele está definitivamente pregado à cruz.
XII Estação
Jesus morre na Cruz.
Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: 'Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo'. Baixou a cabeça e morreu.
XIII Estação
Jesus é retirado da Cruz.
Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.
XIV Estação
Jesus é sepultado.
José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra.
XV Estação

A Ressurreição.
No domingo, as mulheres que foram ao túmulo o encontraram vazio. Viram dois homens com vestes claras e brilhantes que lhes perguntaram: "Por que procuram entre os mortos, quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou".
Fonte: http://www.viasacraplanaltinadf.com.br/

Procissão do Fogaréu na cidade de Goiás

Moradores e turistas acompanham Procissão do Fogaréu na cidade de Goiás

Goiás – Cerca de 15 mil pessoas acompanharam a procissão do Fogaréu na cidade de Goiás na madrugada de hoje (1º). O ritual resgata tradições do século 18 e representa a perseguição dos soldados romanos a Jesus na antiga Jerusalém. A tradição no município de Goiás Velho tem cerca de 138 anos. Os 40 farricocos, personagens centrais da encenação, saíram descalços, com vestimentas de seda coloridas, inspiradas nas procissões da Espanha e de Portugal dos séculos 17 e 18. Com as luzes apagadas, somente as tochas carregadas por eles e por 300 fiéis, iluminaram as ruas durante o percurso.


Da Igreja da Boa Morte, os farricocos partiram em direção a Igreja do Rosário. Lá eles encontraram uma mesa com pão e vinho, que simulava a última ceia de Cristo. Na encenação, os penitentes perguntam onde está Jesus, e o hospedeiro responde que o Cristo "já se foi".


No decorrer do percurso, a procissão segue a batida dos surdos, que aceleram o ritmo da caminhada dos farricocos. Em alguns momentos, eles parecem mesmo correr, o que transmite a sensação de uma real perseguição. O menino Jean Lucas de Messias, de 11 anos, é um dos integrantes do grupo. Pela primeira vez, ele tocou surdo ao lado do pai no Fogaréu. "Eu fiquei com medo de errar, mas meu pai e o maestro me deram apoio. Espero tocar de novo."


Por último, os penitentes chegaram à Igreja de São Francisco de Paula, que representa o Monte das Oliveiras. Ali, um coral apresentou músicas barrocas do século 18. Um dos farricocos tomou o estandarte com imagem de Cristo pintada por Veiga Valle, que simboliza que Jesus foi finalmente capturado. Ainda com as tochas acesas, os farricocos ficaram parados nas escadarias da igreja e acompanharam a missa. O cenário emocionou a professora Margareth Cardoso que veio do Rio de Janeiro para a procissão.


“Eu sempre sonhei em vir aqui, por causa da semana santa. Não tenho palavras para expressar meus sentimentos ao ver todo este cenário.”

Fonte: Agência Brasil
Repórter do Radiojornalismo: Leandra Felipe

terça-feira, 30 de março de 2010

Receitas para Semana Santa

Segredos do Chef

Receitas: Peixes e Crustáceos para a semana santa.



Peixe um dos alimentos mais saudáveis da culinária. presente nas cozinhas de todos os povos, este alimento rico em propriedades benéficas ao nosso organismo.
Peixe um alimento bom para a saúde. O peixe contém menos calorias e colesterol zero, fortalece o sistema imunológico, diminui o aparecimento do Mal de Alzheimer, enxaquecas crônicas, pressão alta, câncer, esquizofrenia, depressão, parto prematuro e diabetes.


Também, faz bem ao cérebro e artérias, combate a arteriosclerose, é importante fonte de cálcio, fortalece os ossos e é importante fonte de ômega 3.
BOLINHO DE BACALHAU

Aí está um petisco maravilhoso!


 
 
 
 
 
 
Abadejo coberto com champignon

Esta receita é ideal para ser servida com arroz de brócolis.


Veja mais receitas com Peixes e Crustáceos!

Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
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