Mostrando postagens com marcador Paulo Tovar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulo Tovar. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Amigos do Paulo Tovar.

Dia 19/08/2010, às 19:00 horas, no Cerimonial da Cãmara Legislativa do Distrito Federal, estaremos todos reunidos e felizes para o ato do recebimento do título de Cidadão Honorário de Brasília, uma bela homenagem à pessoa e ao árduo trabalho frixado pelo PaulinhoTovar.

No dia 14/09, será o aniversário do falecimento do nosso querido músico, poeta, irmão, saudoso e velho Paulo Tovar. A idéia é receber o título antes dessa data!
A sua presença faz parte desse momento profundamente especial, onde juntos rememoraremos a luta constante do Tovar, em prol da arte e da cultura de Brasília.
Penso que seria bom se pudéssemos cantar e recitar poemas. Pela falta do endereço de todos, solicio que repassem o convite aos amigos.

Beijos.
Rosana Hummel

*O Cerimonial da Camara Legislatina tem novo endereço. Fica no Setor Gráfico Sul, ao lado do AGU - Advocacia Geral

terça-feira, 20 de abril de 2010

Do Marco Zero aos 50 Anos Brasília Cidade Céu

Fotos Peninha

MARCO ZERO
(Paulo Tovar / Haroldinho Mattos)
Quando não havia torre, lago ou rodoviária
Que o Eixão era somente uma forma imaginária
A ciriema cantava solene compenetrada
Vacas e bois ruminavam no meio da Esplanada


Partiu-se de um ponto
Traçaram-se as retas
Cruzaram-se os eixos
Riscaram-se os mapas
Somaram-se os números
Mediram-se os ângulos
Ligaram-se as máquinas
Rasgaram-se as ruas


Quando não havia ainda
Samambaia e Setor P
Quando lobos farejavam
Nos campus da UnB
E tatus faziam túneis
Muito antes do metrô
Tropeiros e comitivas
Arranchavam livremente


Onde se fez o Palácio
Onde se fez... a Rodô


Partiu-se de um ponto
Traçaram-se as retas
Cruzaram-se os eixos
Riscaram-se os mapas
Somaram-se os números
Mediram-se os ângulos
Ligaram-se as máquinas
Rasgaram-se as ruas


Quando só havia mesmo
Este céu por testemunha
Quando tudo que se via
Era o vasto chapadão
Seguidores de estrelas
Caçavam pedras e índios
Muito antes de Ana Lídia
Ou da forma... do avião


Partiu-se de um ponto
Traçaram-se as retas
Cruzaram-se os eixos
Riscaram-se os mapas
Somaram-se os números
Mediram-se os ângulos
Ligaram-se as máquinas
Rasgaram-se as ruas

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Meu coração tem um desejo imenso de ver o dia nascer pelo avesso...
Não há como falar do Tovar sem falar em música.
E não há como falar de sua morte sem emoção.
E me ocorre uma bela e comovente canção
- acho que do Chico Buarque ou cantada por ele, o Tovar sempre me criticava por entender pouco de música- ,
certamente, que diz:
EM MANGUEIRA/
QUANDO MORRE/
UM POETA/
TODOS CHORAM...!!!
Pois hoje Brasília está transformada numa imensa Mangueira,
toda verde e rosa
chorando a passagem de um de seus maiores poetas:

PAULO TOVAR

Não vou falar sobre ele. Ele fala por si mesmo. Por sua obra
que não vai voar com ele
Vai ficar gravada nos nossos corações
e um dia vai ficar eterna
como a alma do nosso amigo

VOA PASSARINHO,
VOA...!
Vai com a tua Juriti encantar novos caminhos
Nós prometemos não ficar tristes com teu vôo
Na só espera de te reencontrar um dia

Fica apenas meu testemunho da tua condição humana
da tua alma frágil que jamais se deixou seduzir
pelo desencanto de um mundo
que de tão cruel te marcou tanto,
com tantas cicatrizes.

Fico com as lembranças dos nossos domingos quentes e ensolarados
ao redor da mesa em Olhos d Agua!
- Felipe, não mexe no computador!Vou fechar o quarto porque lá tem arma...!
Felipe tinha dois anos...
Perdoe-me as rabugices desse velho cansado de guerra.
- Maria, como estás coquete!
A tudo respondias com candura e consentimento.
- Vou fazer um almoço de Boas Vindas pra Vocês no domingo. Não faltem...!
E nos víamos e comungávamos o pão da fraternidade terna.
Saiba mais sobre Tovar!

Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
http://www.sitecurupira.com.br/