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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Povo Brasileiro e a Catira
A sociedade e a cultura brasileiras são conformadas como variantes da versão lusitana da tradição civilizatória européia ocidental, diferenciadas por coloridos herdados dos índios americanos e dos negros africanos. Essa unidade étnica não significa, porém, nenhuma uniformidade, mesmo porque atuaram sobre ela três forças diversificadas: a ecológica, a econômica e a imigração que introduziu novos contingentes humanos que permitem distingui-los hoje como sertanejos, caboclos, crioulos, caipiras, gaúchos, ítalo-brasileiros, teuto-brasileiros, nipo-brasileiros, etc.

A Catira une as influências indígenas, européia e africana desenvolvendo uma espécie de sapateado brasileiro executado com "bate-pé" ao som de palmas e violas. Tanto é exercitado somente por homens, como também por um conjunto de mulheres como na dança indígena. É praticada largamente no interior do Brasil, especialmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins e em menor escala na região nordeste e sul.Os homens e mulheres usam trajes comuns de passeio: chapéu, botina, calça comprida, camisa manga longa e gravatas de lenços. O ritmo da dança é marcado por violas, batidas das mãos – palmas - uma contra a outra. A Coreografia varia de região para região, sendo Minas Gerais mais tradicionalista e São Paulo e Goiás com influências da linha country americana e é assim apresentada: Início: o violeiro puxa o rasqueado e os dançadores fazem a "escova", isto é, um rápido bate-pé, bate-mão.A seguir o violeiro canta parte da moda, ajudado pelo "segunda" – violeiro que acompanha o cantador - e volta ao "rasqueado". Os dançadores entram no bate-pé, bate-mão e dependendo da região pode ser incluídos pulos, transpasses e voltas. Prossegue depois o violeiro o canto da moda, recitando mais uns versos, que são seguidos de bate-pé, bate-mão e pulos. Quando encerra a moda, os dançadores após o bate-pé- e bate-mão realizam a figura que se denomina "Serra Acima", na qual rodam uns atrás dos outros, da esquerda para a direita, batendo os pés e depois as mãos. Feita a volta completa, os dançadores viram-se e se voltam para trás, realizando o que se denomina "Serra Abaixo", sempre a alternar o bate-pé e o bate-mão. Ao terminar o "Serra Abaixo" cada um deve estar no seu lugar, a fim de executar novamente o bate-pé, o bate-mão. Para grupos femininos o ritmo é mais ameno mais atualmente até de salto alto muitos grupos se apresentam com graciosidade e cadência – Goiás. Final: encerra-se com o Recortado, no qual as fileiras trocam de lugar e assim também os dançadores, até que o violeiro e seu "segunda" se colocam na extremidade oposta e depois voltam aos seus lugares. Durante o recortado, depois do "levante", no qual todos levantam a melodia, cantando em coro, os cantadores entoam quadrinhas em ritmo vivo. Muito comum na região interior de São Paulo e Goiás.
No final do recortado, os dançadores executam novamente o bate-pé, o bate-mão e pulos dando um ritmo mais acentuado exigindo uma maior coordenação e preparo físico.Os ensinamentos são passados de pai pra filho nas festas comunitárias e shows temáticos fazendo perpetuar a cultura e divulgando as raízes influentes na etnia do povo brasileiro.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Jabuti-Bumbá
Folguedo Popular do ACRE

O Jabuti-Bumbá Marupiara é um folguedo que surgiu a partir de 2005, num encontro de culturas populares, a inspiração veio daquela efervescência da diversidade cultural uma verdadeira colcha de retalhos que forma a cultura popular brasileira dai nasce um folguedo popular, criado para traduzir, através da arte, uma reflexão sobre a questão da preservação da Floresta Amazônica, trazendo o jabuti, como símbolo de resistência da devastação da floresta para a criação dos grandes pastos de boi.

Jabuti-Bumbá
É um espetáculo de rua, que se brinca em cortejo ou em circular, com o Jabuti Marupiara* ( que é um boneco Gigante) e dois jabutis menores, o Tinga e o Tinguinha (estilo burrinha) . Participam, no mínimo, 10 brincantes,. vestindo chitas* e enfeitados de fitas coloridas, colares de

sementes, cuias e coroas...





Este material teve como fonte, a pesquisadora de folguedos Ísis Farias que faz parte do Jabuti-Bumbá e da família Farias. que encontra-se em Lisboa, fazendo mestrado em artes visuais.
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Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
http://www.sitecurupira.com.br/