sexta-feira, 27 de julho de 2012

II Mostra Guitarras do Brasil


Show de Ricardo Vignini e Zé Helder (Moda de Rock) dentro da II Mostra Guitarras do Brasil, domingo dia 29 de julho as 19hs no Festival do Chocolate da cidade de Ribeirão Pires, palco Vila do Doce. Gratuíto !

Singing Ringing Tree

Esta escultura chama-se "Singing Ringing Tree", e é basicamente uma árvore musical. Quando o vento sopra, ela toca uma melodia agradável. Desenhada pelos arquitetos Mike Tonkin e Anna Liu, pode ser encontrada em Lancashire, na Inglaterra. Muito show!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Em poucos dias, 200 anos de cultura tradicional podem ser extintos.

A comunidade quilombola de Rio dos Macacos na Bahia pode ser expulsa de suas terras para a construção de uma base da Marinha. Mas a solução para o problema está a nosso alcance!


A comunidade quilombola do Rio dos Macacos está lutando
contra o tempo. Em apenas algumas dias, uma ordem da justiça
pode tirar a comunidade das terras em que vive há mais de 200
anos. Somente uma grande mobilização popular pode impedir
que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora,
 e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas  
entregarão a petição diretamente para o juiz quando a
lcançarmos 50.000 assinaturas:
















A Marinha do Brasil quer expandir a Base Naval de Aratu a todo custo, mesmo que tenha que devastar uma tradição centenária e expulsar os quilombolas da região. Os pareceres técnicos do governo já afirmaram que os quilombolas têm direito àquela terra, mas eles só têm validade se publicados -- e a lentidão da burocracia pode fazer com que o juiz do caso determine a remoção da comunidade antes que seu direito seja reconhecido. Eles estão com a faca no pescoço e nós podemos ajudar a vencer essa batalha se nos unirmos a essa causa!

Não temos tempo a perder! O juiz decidirá na segunda-feira se retira os quilombolas ou espera a publicação do parecer do governo. A defensoria pública nos disse que somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamente para o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas:

De acordo com estudos, das três mil comunidades quilombolas que se estima haver no país, apenas 6% tiveram suas terras regularizadas. É um direito das comunidades remanescentes de escravos garantido pela Constituição, e responsabilidade do Poder Executivo emitir-lhes os títulos das terras. A cultura quilombola depende da terra para manter seu modo de vida tradicional e expulsar quilombolas dessas terras pode significar o fim de uma comunidade de 200 anos.

A comunidade do Rio dos Macacos tem até o dia 1º de agosto para sair do local e, após isso, sofrerá a remoção forçada. Entretanto, temos informações seguras que técnicos já elaboraram um parecer que reconhece o direito dos quilombolas, mas ele só tem validade quando for formalmente publicado e a comunidade corre o risco de ser expulsa nesse intervalo de tempo.

No caso do Rio dos Macacos, a pressão popular já funcionou uma vez, adiando a ação de despejo em 5 meses. Vamos nos juntar aos quilombolas e apelar para que o juiz da causa garanta a posse de terra dessa comunidade, e carimbe seu direito de viver em harmonia com suas terras. Assine a petição abaixo para impedir que a lentidão da burocracia acabe com uma comunidade tradicional:

http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco_c/?bcDBzab&v=16624

Cada vez mais temos visto que, quando nos unimos, movemos montanhas e derrotamos gigantes. Vamos nos unir mais uma vez para garantir o direito de terra da comunidade quilombola Rio dos Macacos e dar paz as famílias que moram no local. Juntos podemos alcançar justiça!

Com esperança e determinação,
Pedro, Luis, Diego, Carol, Alice, Ricken e toda a equipe da Avaaz
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Livro traça panorama da alfabetização no Brasil

Disponível para download gratuito,
obra reúne pesquisas sobre o ensino
e o aprendizado da escrita e
da leitura em diferentes
 regiões do país
Está disponível para download gratuito o livro Alfabetização no Brasil: uma história de sua história, lançado pela Cultura Acadêmica Editora e organizado por Maria do Rosário Longo Mortatti, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Marília.

A obra apresenta um conjunto das reflexões desenvolvidas durante o 1º Seminário Internacional sobre História do Ensino de Leitura e Escrita, realizado entre 8 e 10 de setembro de 2010 com a finalidade de congregar teóricos e grupos de pesquisa que desenvolvem trabalhos sobre a história da alfabetização.
Segundo Mortatti, a publicação surge num contexto em que a História da Educação se consolida como um campo do conhecimento no Brasil. Pesquisadores vinculados a diferentes programas de graduação se dedicam ao tema, com ênfase nos séculos 19 e 20, em diferentes contextos regionais e com base em diferentes fontes documentais, vertentes teóricas e abordagens metodológicas.
O objetivo do livro é oferecer uma grade de compreensão daquilo que vem sendo produzido no Brasil nos últimos anos na área. A publicação pode ser acessada em: www.marilia.unesp.br/Home/Publicacoes/alfabetizacao.pdf.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Minas discute produção sustentável

Secretário do MMA afirma que várias políticas públicas buscam promover um novo modelo, especialmente nas comunidades que vivem próximas às unidades de conservação. 
Pequi: Conab garante preço mínimo
 A produção agrícola sustentável em torno das Unidades de Conservação (UC's) será destacada pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, neste sábado (14/07) durante o 11º Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas, em Chapada Gaúcha, município localizado na região norte de Minas Gerais, a 720 km de Belo Horizonte. Além de palestras e discussões sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável da região, o evento também terá apresentações culturais, exposições de culinária e artesanato, cinemas e oficinas.

Cabral participará da mesa redonda sobre Políticas Públicas para a Sustentabilidade do Agronegócio e da Agricultura Familiar em Territórios de Mosaicos de Áreas Protegidas, sobre a qual já tem uma visão clara a defender. "Hoje temos várias políticas públicas que buscam promover um modelo de produção agrícola sustentável e rentável, especialmente naquelas comunidades que vivem próximas às UC's", diz o secretário do MMA. Para ele, exemplo disso é a Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) para produtos da sociobiodiversidade, executada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura.

RENTABILIDADE

"Isso garante uma rentabilidade mínima, por exemplo, ao produtor extrativista de pequi (fruta típica da região), por meio da fixação de preço mínimo para comercialização de produtos agropecuários", explica Cabral. Na região, grande produtora nacional de grãos, também podem ser aplicados os modelos de produção sustentável geridos pelo Programa para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC), do Ministério da Agricultura. A safra 2012/2013 destinará cerca de R$ 3,4 bilhões em linhas de crédito com ações de fortalecimento da produção de orgânicos e preservação ambiental. No caso do pequi, a Conab garante preço mínimo de R$ 0,37 por quilo.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Chapada Gaúcha hoje conta com cerca de 10.800 habitantes e está localizada no semiárido norte mineiro. Próximo aos municípios de São Francisco, Arinos, Januária, Formoso e Pintópolis, a Chapada Gaúcha tem sua economia voltada às atividades agro-silvo-pastoril, extrativismo, além da produção agrícola de capim e soja. O município tem, ainda, grande potencial para o desenvolvimento do turismo ecocultural e aproveitamento sustentável de produtos do cerrado e artes do povo sertanejo.

O 11º Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Fundação Pró-Natureza (Funatura).

Confira a programação completa do evento no link:
http://agencia3zero.com.br/rosa_sertao/programacao3.pdf

Fonte: MMA
Por: Sophia Gebrim
Foto: Arquivo/MMA

terça-feira, 17 de julho de 2012

Morre aos 117 anos, inspiradora das lutas contemporâneas do Quilombo Mesquita

Dona Antônia, marco da história do quilombo mais próximo da capital federal
Faleceu nesta segunda-feira (16), aos 117 anos, a dona Antônia Pereira Braga, inspiradora das lutas contemporâneas do Quilombo Mesquita, a comunidade remanescente de escravos mais próxima da capital federal. Nascida nos primeiros anos após a abolição da escravidão no Brasil, dona Antônia foi referência na preservação dos saberes de sua cultura, chegando a ser homenageada por Luiz Inácio Lula da Silva, em seu último ano como presidente.
Dona Antônia faleceu por insuficiência cardíaca e respiratória no Hospital Regional do Gama. Ela se foi na mesma semana em que os quilombolas relembravam um ano da morte de Benedito Antônio, uma das mais importantes lideranças da comunidade.
Por se tratar da mulher mais idosa do Quilombo, Antônia inspirou a reflexão de sua comunidade sobre muitas questões, especialmente no que diz respeito à liberdade, ao território e a qualidade de vida. Filha de ex-escravos, se casou cedo, porém por razões desconhecidas não teve a oportunidade de ter filhos. Sozinha, passou o restante da vida na mesma casa onde plantava e colhia e fazia todo o necessário para a própria subsistência.
Muito saudável e lúcida, passou os últimos anos de sua vida com a sobrinha Vicentina Pereira Braga, de 65 anos. “Ela sempre teve a saúde perfeita, somente no último ano foi abalada pela idade”, conta Tina, recordando que até pouco tempo via dona Antônia lavando roupas no córrego aos fundos de sua casa ou fazendo plantio de milho de mandioca.
O velório de dona Antônia acontece, desde as 11h, na Igreja Nossa Senhora da Abadia, localizada ao centro do Quilombo, na Cidade Ocidental. O enterro acontecerá às 17h, no cemitério da comunidade.
Fonte: Fundação Cultural Palmares
Por: Daiane Souza
Foto: Regina Santos/FCP
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Música de Minas


Por: Geraldo Vianna

.Para músicos, produtores e interessados no assunto...

Caros amigos,

Em Minas Gerais, na arte (música especificamente), existe um fenômeno digno de estudo mais aprofundado: fazemos uma música considerada especial e ao mesmo tempo não conseguimos dar vazão à grande produção de CDs, DVDs e produtos em geral, além de não termos uma tradição de agenciamento de artistas.
Talvez a grande vilã da história seja a massificação que se apodera de nossos anseios fazendo-nos sucumbir a algumas ideologias e outras artimanhas do mercado nas políticas culturais da atualidade, com objetivos diversos, porém pouco artísticos. Mas com grande força de persuasão, devido às promessas ilusórias às quais somos expostos no dia a dia.

Parafraseando livremente Agripa Vasconcelos: “...desviam o curso das águas do rio para facilitar o garimpo de grandes diamantes que surgem em seu leito, esquecendo-se que nesse desvio morrem peixes e plantas, entre outros, que influenciarão a degeneração da fauna e flora”.
A mídia e o sistema em geral parecem gigantescos diante de uma aparente pequenez de tudo que fazemos. Redes sociais e projetos grandiosos nos sufocam e nos afastam, sob o pretexto de nos aproximar. Não se aprimora. Fala-se somente em mudar. Tudo isso está nos levando, sem exceção, à competição como regra básica para nos manter ativos em nosso meio. Artista versus sistema tornou-se uma tônica nas discussões de classe. Esquecemo-nos da importância da discussão desprovida de arrogância e interesses amparados pelo egocentrismo. Buscamos as realizações pessoais, quer seja na aceitação coletiva ou cumplicidade de opiniões. Esquecemo-nos que, a priori, a “matéria prima” que possuímos e a “arma” de combate que usamos são subjetivas e têm, em sua essência, que atender aos nossos anseios e desejos puros de criadores, motivo que muitas vezes nos confunde.
Precisamos de um discernimento maior acerca dos valores culturais que buscamos e desejamos para nós e para as gerações futuras. Percebemos hoje, lamentavelmente, que até mesmo alguns dos “defensores” de nossa classe subestimam nossa criação e tentam nos incutir uma falsa ideologia artística baseada em instrumentos que não nos levarão, jamais, à conscientização e possibilidade de viver de nossa criação. A politização da arte, poderá nos levar a grandes equívocos. A solução encontra-se na mediação e adequação dos valores essenciais que regem os preceitos de foro íntimo e a realidade que permeia o cotidiano no país.

Fala-se muito em formação de público sem buscar ações que visem à conscientização da necessidade do bem cultural como alimento no dia a dia. Estamos apenas, na maioria dos casos, disponibilizando acesso a eventos e investindo em uma pseudocultura ditada por modismos e tendências mercadológicas que visam atingir grandes massas. Há uma transferência de responsabilidade social para os artistas, com o consentimento de todos nós, em troca de pequenas atuações coletivas que desviam a sensibilização dos valores musicais de teor individual – marca de nossa criatividade – desenvolvida ao longo dos anos. Atacamos órgãos e representações que se encontram na linha final, sem perceber que fazemos acordos e conchavos com estruturas que nos levam à banalização do debate e da cultura de um modo geral, no percurso.
Lembrando sempre que cultura não é somente a arte. Ter cultura é experimentar tudo que nos cerca, com arte.
 Transferência, também, de responsabilidade, não nos trará benefícios. Não aconteceremos e sobreviveremos, enquanto músicos, por ações políticas e pequenos privilégios. Ser músico é um exercício de cidadania: direitos e deveres. Mas devemos considerar que, na música, torna-se fundamental o respeito à liberdade de ideias e a busca pacífica de soluções. Não reconstruiremos a consciência cultural partindo da demolição do que existe, mas sim da discussão profissional, troca de informações e adequação das ideias. Antes de tudo, o respeito às ideologias, às experiências prévias regidas pela paciência e persistência. Um cuidado especial com o anarquismo.
Sabemos que a já tão massacrada expressão “investimento em educação” continua como líder do ranque na melhoria de conhecimento e desenvolvimento da sensibilidade para a verdadeira arte. E para a vida. Entenda-se como verdadeira arte aquela que visa o bem estar de toda a população, disponibiliza acesso a bens e eventos culturais, sociabiliza, educa e cria compromissos entre o fazer e o usufruir. Que leva as pessoas à condição de opinar e escolher, sem influência da massificação exacerbada da mídia de nosso tempo. Que dá autonomia e condição intelectual básica a toda a população para “separar o joio do trigo”. Esses aspectos somados à experiência prévia, por meio de influência familiar, hábitos de grupos e ambiente em que se é criado, somente eles, nos levarão à conscientização do sentido da cultura em nossas vidas.
Não há vilões nem mocinhos nessa área. Todos acreditam no que fazem e buscam o que acreditam ser o melhor. Não devemos tentar nos sobrepor às iniciativas sem uma discussão suave e desprovida de arrogância e autoritarismo. Vamos aproveitar os recursos atuais e formas de comunicação, via internet, para, pacificamente, sem ônus ou bônus para os interlocutores, buscar alternativas para dias melhores para os profissionais da música em nosso estado. Tudo hoje é efêmero. As redes sociais nos impõem um prazo de validade muito curto. O “olho no olho” ainda é a melhor forma de buscar soluções. Ou então estaremos fadados a viver sob o crivo da mediocridade filosófica que impera nesses ambientes.

Não existem fórmulas e tampouco acredito que seja fundamental, em princípio, um engajamento político para a solução desses problemas que considero tão importantes quanto as questões de saúde pública. Acredito, antes de tudo, na conscientização dos profissionais da música e da área de produção, para, a partir daí, buscarmos soluções.
Partindo dessa prerrogativa, que cada um trabalhe para se impor no mercado ou, melhor, para mostrar o que faz e viver do que faz. Vamos nos abrir às discussões e acreditar com firmeza naquilo pelo qual doamos nossa vida e nossos sonhos. Não deixemos que o “rio” seja desviado. Vamos buscar nossos diamantes no mais fundo de nossa criação e investir na boa vontade para a busca de soluções para a classe.
O aprendizado é construído no dia a dia e os frutos colhidos no tempo certo.

Um abraço para todos!

Geraldo Vianna
 Violonista, compositor e produtor musical
P.S. Por favor, divulguem e compartilhem. Críticas e comentários (de bom nível) sempre serão bem vindos.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Prêmio Vladimir Herzog recebe inscrições


Podem concorrer trabalhos publicados entre 2 de setembro de
 2011 e 3 de agosto de 2012. Categoria Especial tem como tema
 "Criança em situação de rua"
Até 3 de agosto, jornalistas de todo o Brasil poderão inscrever suas matérias para concorrer ao 34º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.
A premiação tem como objetivo reconhecer trabalhos que valorizam a Democracia, a Cidadania e os Direitos Humanos nas mais variadas mídias. A participação é aberta a todos os jornalistas profissionais brasileiros devidamente registrados no Ministério do Trabalho e Emprego (MTb).
São nove categorias: Artes (ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos), Fotografia, Documentário de TV, Reportagem de TV, Rádio, Jornal, Revista, Internet e Categoria Especial (todas as mídias) que, neste ano, tem como tema “Criança em situação de rua”.
Para concorrer, os candidatos devem se inscrever pelo site http://www.premiovladimirherzog.org.br/, preenchendo a ficha cadastral e anexando sua obra publicada no período compreendido entre 2 de setembro de 2011 e 3 de agosto de 2012.
A cerimônia de premiação será no dia 23 de outubro, às 19h30, no Tuca (Teatro da Pontifícia Universidade Católica), em São Paulo.
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sábado, 14 de julho de 2012

Museu da Vida

O Museu da Vida foi inaugurado em 25 de maio de 1999. O espaço de integração entre ciência, cultura e sociedade tem o objetivo de educar e informar de forma lúdica e criativa, por meio de exposições, atividades interativas, multimídias, peças teatrais e laboratórios.
Localizado em uma ampla área verde, o espaço cultural também funciona como um polo de lazer e educação para as comunidades vizinhas, com o objetivo de proporcionar a compreensão dos processos e progressos científicos e de seus impactos no cotidiano. A iniciativa da Casa de Oswaldo Cruz busca ampliar a participação da população em questões ligadas à saúde, ciência e tecnologia.
O Museu está aberto durante todo o ano, de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30 e, aos sábados, das 10h às 16h.
Agendamento de visitas: (21) 2590-6747
Saiba mais sobre o Museu da Vida.
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz
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Instalação permite experiências multisensoriais

Inspirada em obra de Machado de Assis, ‘O Espelho’ está aberta a visitação a partir de 14/07

Brasília – Imagine a situação: ao entrar em uma galeria, você se depara com um grande espelho e é surpreendido pela reflexão de tudo que está no local, menos da sua própria imagem. Aos poucos, vozes como se fossem seus pensamentos começam a surgir junto com o seu reflexo.
A integração entre teatro, arte sonora e ilusão é o que permeia o espectador no primeiro momento da instalação ‘O Espelho’, aberta ao público a partir de amanhã (14), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.
No próximo momento seu reflexo é sobreposto ao de algum outro personagem, que conversa como se fosse o próprio observador, sugerindo um diálogo interno. O espectador é tido como parte da cena teatral na exposição do artista sonoplasta, Iain Mott, e com curadoria em conjunto da atriz performática, Simone Reis, que interpreta os personagens da ilusão refletida no espelho.
“O espelho é um objeto que usamos para nos ver e para saber como os outros nos vêem. Neste sentido, a voz também pode ser um espelho – algo que ecoa do nosso interior que se revela para o mundo e que, simultaneamente, ouvimos fora de nós como a voz de outra pessoa.”, explica o idealizador da instalação.
Inspiração em Machado de Assis
‘O Espelho’ é inspirada na obra homônima de Machado de Assis, que conta a história de Jacobina em um texto satírico e filosófico com experiências que revelam a existência de duas almas separadas e ao mesmo tempo interdependentes, uma alma interior e uma alma exterior.
Na instalação, objetos e pinturas do artista plástico Nelson Maravalhas estão dispostas nas paredes e ajudam a criar um espaço intimista que representa o quarto de uma personagem do texto machadiano.
“O conto e nosso projeto falam muito sobre a existência de duas almas: uma que olha de dentro para fora e outra que olha de fora para dentro”, conta Mott.
A instalação ‘O Espelho’ tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, e ficará em cartaz no CCBB até 16 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada gratuita. Após esta data, passará pelas cidades de Sobradinho (DF) e Ceilândia (DF).


Fonte: Ministério da Cultura
Texto: Lara Aliano, Ascom/MinC
Fotos: Mila Petrillo

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Universidade apresenta ações de projeto cultural para quilombo do Piauí

Com o objetivo de proporcionar maior integração entre sua população acadêmica e a sociedade brasileira, o Pólo de apoio presencial UAB Antônio de Moura Fé, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), realiza neste sábado (14), uma visita ao Quilombo Salinas, zona rural do município de Campina-PI.
Durante a visita, que acontece entre 7h e 10h, os alunos e instrutores do projeto ‘Culturas e Cidadania de Quilombos’, patrocinado pela Petrobras, apresentarão aos quilombolas ações do projeto que podem ser implantadas na comunidade.
De acordo com a UFPI, o Quilombo Salinas é um exemplo de sustentabilidade para todo o país e permite que alunos e professores desfrutem de uma intensa jornada educativa e cultural, com apresentações de danças e músicas típicas da comunidade, com o grupo Samba de Cumbuca.
O projeto – Por meio do programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, o projeto ‘Culturas e Cidadania de Quilombos’ incentiva a preservação das manifestações culturais e da identidade dos povos negros de descendência africana, no Estado do Piauí, além de oferecer cursos e oficinas de canto, dança, percussão, samba de cumbuca, estética negra, artesanato com sementes, corte e costura, pintura em tecidos, artesanato e pintura em cabaças. Um curso de formação sobre africanidade e afrodescêndencia também é oferecido.
Grupo Samba de Cumbuca durante apresentação
Apresentação de Reisado na comunidade Quilombola Salinas
Fonte: Fundação Cultural Palmares
Por: Ascom
Fotos: Divulgação

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sesc-DF abre inscrições para Prêmios Culturais 2012

Músicos, fotógrafos, pintores, compositores, escritores e demais artistas do Distrito Federal e de todo Brasil já podem se inscrever para a edição 2012 dos prêmios culturas promovidos pelo Sesc-DF. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de julho, das 9h às 17h, nas unidades da instituição e ainda pelos correios, gratuitamente.
Os Prêmios Culturais do Sesc-DF abordam diversas modalidades artísticas: pintura em tela, música, fotografia e literatura. São oportunidades para artistas publicarem seus trabalhos e terem visibilidade. Candidatos de todo Brasil podem participar, com exceção do Prêmio de Pintura em Tela, que é restrito ao Distrito Federal.

Os regulamentos – contendo as orientações sobre os prêmios – seguem abaixo. Ainda estarão disponíveis nas unidades do Sesc-DF.
Regulamentos
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Seleção de Projetos HSBC

Instituto HSBC Solidariedade prima pela ética, pela transparência e pela gestão responsável ao cumprir seu papel de gestor do investimento social do HSBC no Brasil. O aporte se faz por meio de apoio financeiro e técnico a projetos apresentados nas Seleções de Projetos, promovidas anualmente.
Os temas dos processos seletivos são pré-definidos e divulgados em nosso site. As entidades sociais verificam a compatibilidade de suas ações com os objetivos da seleção e nos encaminham seus projetos formatados no formulário padrão, seguindo as diretrizes do regulamento. São considerados na seleção somente os projetos que são preenchidos no formulário disponibilizado pelo Instituto.

Não são apoiadas iniciativas que não tenham passado pelas Seleções. Acreditamos que essa é a forma mais equânime para atendermos as demandas por investimento que recebemos diariamente.
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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Regularização da Terra Indígena (TI) Marãiwatsédé

A Fundação Nacional do Índio (Funai) reafirma a legalidade do processo de regularização da Terra Indígena (TI) Marãiwatsédé, homologada por decreto presidencial em 1998, como de posse permanente e usufruto exclusivo do povo Xavante.

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Prêmio Gunga Identidade e Cultura

Estúdio de design abre edital para que iniciativas culturais concorram a uma identidade visual.

Com o objetivo de fortalecer a imagem de ações culturais relevantes para a sociedade brasileira, o Estúdio Gunga, com sede em Taguatinga (DF), lança o edital do Prêmio Gunga Identidade e Cultura. A premiação irá conceder a criação da identidade visual (logotipo, papelaria, site/blog e estampa de camiseta) para uma iniciativa concorrente. As inscrições são gratuitas e ficam abertas de 1º de julho a 1º de agosto.

Podem se inscrever projetos e ações de todo o Brasil, que tenham dois ou mais anos de atuação, nas áreas de formação cultural e educação popular; comunicação, articulação e mobilização; grupos e coletivos artísticos. As ações proponentes podem ter abrangência local, municipal, estadual e nacional. A premiação inclui etapa de pré-seleção e seleção final realizada por uma Comissão composta por membros de várias regiões do país.

As inscrições devem ser feitas via formulário virtual, somente a partir de 1º de julho. Os proponentes devem enviar um portfólio que comprove os dois anos de atuação e a relevância social e cultural da iniciativa. O resultado final da seleção será divulgado em novembro. O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site gunga.com.br/premio.


SERVIÇO

Prêmio Gunga Identidade e Cultura
Período de inscrições: de 1º de julho a 1º de agosto
Forma de inscrição: via formulário virtual e envio de portfólio
Informações: gunga.com.br/premio e premio@gunga.com.br

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Prêmio Fotografia-Ciência & Arte recebe inscrições

Estão abertas até o dia 2 de agosto as inscrições para a segunda edição do Prêmio Fotografia-Ciência & Arte. Criado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o prêmio visa estimular a divulgação de trabalhos científicos por meio da exposição de imagens realizadas pelos próprios pesquisadores, com intuito de dar maior visibilidade à pesquisa científica nos meios de comunicação.
São três categorias: “Lentes convencionais”, “Lentes especiais” e “Imagens editadas”. Os vencedores em cada uma das categorias receberão prêmios de R$ 8 mil para o primeiro lugar, R$ 5 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro colocado.
O primeiro colocado de cada categoria também receberá passagens aéreas e hospedagem para expor suas fotografias e receber a premiação durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Os resultados do prêmio serão anunciados no início de outubro.
Mais informações e inscrições: premiofotografia.cnpq.br.
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terça-feira, 3 de julho de 2012

Contra o fogo no cerrado

Objetivo é aprimorar o monitoramento por satélite de áreas queimadas e com processos de degradação da vegetação, além do desenvolvimento de um sistema de alertas de desmatamento.


O combate aos incêndios no cerrado terá destaque entre as políticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Como resultado do pacto firmado entre o Brasil e a Alemanha durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), será lançado, nesta terça-feira (03/07), o projeto Prevenção, Controle e Monitoramento de Queimadas Irregulares e Incêndios Florestais no Cerrado, com foco nos parques estaduais do Jalapão e Cantão, no Tocantins.

O programa contará com o investimento de 8,5 milhões de euros e será anunciado, às 10h, pelo secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, Carlos Klink. O lançamento ocorrerá em Palmas. O objetivo é promover a preservação das funções do cerrado e contribuir para o alcance das metas brasileiras na Política Nacional sobre Mudança do Clima, entre elas a redução das emissões de carbono.

REPASSE
A cooperação foi concretizada na Rio+20. Durante a conferência, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou o pacto que viabilizou o repasse dos recursos, doados pelo governo alemão e gerenciados pela Caixa Econômica Federal, sob a coordenação do MMA. Do montante total que será repassado para o programa, 6 milhões de euros se destinam à cooperação financeira e 2,5 milhões de euros são direcionados à cooperação técnica.

No prazo de três anos, o projeto será executado por meio de parceria entre o MMA, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Secretaria do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (Semades) e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

MEDIDAS
Para controlar as queimadas na região, o projeto prevê medidas em três áreas de atuação: prevenção e controle de queimadas irregulares e incêndios florestais, aprimoramento da gestão de unidades de conservação e desenvolvimento de metodologias de monitoramento de queimadas e incêndios florestais e de contabilização de emissões de gases de efeito estufa.
Entre as principais alternativas, estão o aprimoramento do monitoramento por satélite de áreas queimadas e de processos de degradação da vegetação, o desenvolvimento de um sistema de alertas de desmatamento e o diálogo entre instituições brasileiras e alemãs de pesquisa.

O projeto envolve, ainda, a implantação de um programa de educação ambiental sobre o tema fogo nas comunidades locais e a capacitação e aquisição de equipamentos para brigadistas que trabalham em unidades de conservação com elevados índices de queimadas.
fonte: Ascom/MMA
Por: Lucas Tolentino
foto:Jefferson Rude/MMA

domingo, 1 de julho de 2012

Extrato da semente da pitanga pode ajudar no combate à leishmaniose

Pesquisa desenvolvida pela Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (USP) de Pirassununga, feita com resíduos da semente de pitanga, pode ajudar no combate à leishmaniose. O extrato obtido, com parte da fruta rejeitada pela indústria e que corresponde a 30% do seu peso, poderá ser usado na produção de medicamento para combater a doença que é comum em países tropicais e subtropicais.
A leishmaniose é uma doença grave e que, se não tratada, pode levar à morte em até 90% dos casos, segundo o Ministério da Saúde. É transmitida por meio da picada de fêmeas de mosquito flebotomíneo. Como não existe vacina contra a doença, as medidas de combate da enfermidade se baseiam no controle de vetores e dos reservatórios, de acordo com recomendação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo a Organização Mundial da Saúde, são regiatrados pelo menos 500 mil novos casos de leishmaniose visceral anualmente.

Segundo o professor doutor Edson Roberto da Silva, que supervisionou a pesquisa, o método desenvolvido inibe a enzima essencial para o metabolismo do protozoário Leishmania, causador da doença.

De acordo com a pesquisadora Débora Nascimento e Santos, autora da tese de mestrado, iniciada em 2010, o estudo faz parte de um projeto desenvolvido no Brasil e na França e que tem como maior financiadora a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Para obter o extrato foram usados dois processos não convencionais. O primeiro, de extração feito na França, usou solvente pressurizado (etanol), que permite maior rendimento de extrato em um menor período de tempo. O segundo ocorreu no Brasil com fluído supercrítico, sob temperatura e pressão acima do nível crítico.

A pesquisadora informou que os estudos ainda estão em fase preliminar e que não há qualquer previsão de tempo e viabilidade da produção do medicamento para combater a doença em humanos. “Às vezes, uma substância tem um ótimo efeito contra um micro-organismo, mas é tóxica para a gente. Então, tem que fazer um teste para ver se ela é segura para consumo”, diz.

Ela ressaltou que, por ser mais comum no Hemisfério Sul, há pouco investimento em pesquisas por parte das indústrias farmacêuticas internacionais. “A leishmaniose é muito negligenciada pela indústria de medicamentos”, alerta Débora.
Fonte: Agência Brasil
Por: Fernanda Cruz
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