sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A ilha de lixo do pacifico

A imensa sopa de lixo que a humanidad criou sobre o oceano pacifico, ta na hora da humanidade rever seus conceitos...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Estudo sobre efeito da gordura no coração busca voluntários

Pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) estão recrutando novos voluntários para participar do estudo Cardionutri, iniciado em 2011.
O objetivo da pesquisa é avaliar os efeitos de diferentes tipos de gorduras sobre a saúde do coração de indivíduos adultos. Os participantes realizarão gratuitamente exames sofisticados que auxiliarão na avaliação do risco de desenvolver doenças cardíacas nos próximos dez anos.
Podem se candidatar pessoas entre 30 e 74 anos que sejam fumantes ou que possuam uma das seguintes condições: colesterol elevado, hipertensão ou diabetes.
Os interessados podem ligar para os telefones: (11) 3061-7865 (tarde), (11) 3091-9538 (manhã e tarde).
Mais informações pelo e-mail cardionutri@gmail.com.
Fonte: Agência FAPESP

Concurso Ecovídeo das Escolas da 4ª Semana do Meio Ambiente da TV Escola.

Em 2012 acontece a Rio +20 no Brasil. Cada vez mais, nações se reúnem para discutir assuntos relacionados ao meio ambiente. Mas será que isso cabe apenas aos líderes mundiais?

E você? Qual é o seu papel na criação de um mundo sustentável?

Faça um vídeo de até dois minutos propondo soluções para os problemas socioambientais da sua escola ou bairro e participe do Concurso Ecovídeo das Escolas da 4ª Semana do Meio Ambiente da TV Escola.

Dois vídeos serão premiados: o vídeo mais acessado e o melhor vídeo escolhido pelo júri. Os produtores do vídeo mais acessado receberão a equipe da TV Escola para uma reportagem exclusiva. E o grupo vencedor, escolhido pelo júri, ganhará uma viagem ao Rio de Janeiro para a gravação de um programa especial na TV Escola.

Para concorrer, você precisa postar seu vídeo no Youtube e enviar o link para tvescola@mec.gov.br, com título, descrição do projeto, nome, e-mail do responsável, telefone e endereço da escola. Você também pode enviar seu vídeo para o endereço:

4ª Semana do Meio Ambiente
Rua da Relação 18 - 4º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20231-110

Todos os vídeos participantes do concurso serão postados aqui no blog. Saiba mais sobre o Concurso Ecovídeo das Escolas no Regulamento.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

II Encontro de Folias de Olhos D’Água Alexânia GO

  O Encontro, cuidadosamente organizado por Seu FIIN, guardião das tradições do lugar.

Data: 26 Fevereiro 2012
Às 9 da manhã será servido café da manhã para recepcionar os foliões e promover a confraternização com o povo da localidade. Após as apresentações, a comunidade local oferece um almoço aos presentes.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Criação de agência ambiental pode atrair grande número de líderes para a Rio+20

A ideia de se criar uma agência ambiental nas Nações Unidas, nos moldes da Organização Mundial do Comércio (OMC) ou da Organização Mundial do Trabalho (OIT) está tomando força. A proposta de criação da World Environment Organization (WEA) é da União Europeia, vem sendo desenhada pela França e Alemanha e pode ser um dos grandes feitos da Rio+20, que acontece em junho, no Rio.

Mais de cem países apoiam o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O Programa seria o embrião natural de uma agência ambiental nova. Vários países sugerem a criação da WEA ou de órgão similar. O surgimento da agência poderia atrair grande número de líderes para a Rio+20 e garantir o êxito do evento.

Mas a criação da Organização Mundial do Meio Ambiente (OMMA, na sigla em português) tem forte opositores. Os Estados Unidos não querem nem ouvir falar dela. Historicamente, eles costumam não aceitar acordos ou organizações internacionais que possam interferir em suas próprias decisões internas. E a resistência americana é um grande obstáculo à ideia. Ironicamente, mas por outras razões, os EUA estão alinhados nesta oposição com Venezuela, Cuba e Bolívia. Os latinos temem que uma agência do gênero sirva para encobrir ações comerciais protecionistas de países ricos.

O Brasil vê a ideia com reservas, mas não é totalmente contrário. Na ótica do governo, a proposta fortalece apenas o “pilar ambiental” do desenvolvimento sustentável. Representantes brasileiros vêm lembrando nos últimos dias que a Rio+20 é uma conferência de desenvolvimento sustentável com três vertentes – ambiental, econômica e social – e repetem que ela tem por tema central “a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza”. Favorecer apenas o ambiente “é uma obsessão europeia”, diz uma fonte do governo brasileiro sobre tornar o Pnuma um tipo de “OMC ambiental”.

A reforma institucional defendida pelo Brasil é de estabelecer participação universal no Pnuma e tornar obrigatória a contribuição dos países. O país quer ainda mudanças em outra parte da ONU: que o Conselho Econômico e Social (Ecosoc), órgão no alto do organograma da ONU, mas que nunca decolou, incorpore o meio ambiente e se torne um Conselho de Desenvolvimento Sustentável.

Os negociadores brasileiros aceitariam a agência ambiental, dependendo de seu perfil, diz uma fonte, e “se a parte, na ONU, do desenvolvimento sustentável fosse sólida”. Isso significa, na ótica brasileira, que Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio teriam que estar neste quebra-cabeças institucional. “Desenvolvimento sustentável tem que ser paradigma de todos os órgãos da ONU, principalmente dos econômicos”, diz um negociador.
Fonte: AMDA

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Projeto “A tempestade”

Haverá apresentações pelo projeto “A tempestade”, de cinco grupos entre os dias 10 e 14 de fevereiro no espaço cultural Bagagem, quadra 40 loja 16 setor central do Gama, abertas a comunidade e com entrada franca. O projeto tem apoio do FAC fundo de apoio à cultura.

Programação:
10/02 as 09h30min: “Contos, histórias e canções” com o grupo Cidade dos bonecos

10/02 às 14h30min: “O Pedro e o Lobo” com a Cia Titeritar

13/02 às 14h30min: “Circo Mulambo” com o grupo Bagagem Cia de bonecos


14/02 as 09h30min: “O romance da menina feia” com o grupo Avulso teatro de bonecos

14/02 às 14h30min: “João e o pé de feijão” com o grupo Voar teatro de bonecos

Informações:
Leda Carneiro
Espaço cultural Bagagem
Quadra 40 loja 16 setor Central, Gama
Tel.: 3556 6606
ciabagagem@gmail.com

W Negro - Samurai

Videoclipe da música Samurai que compõe o disco Portal dos Anjos.


Produzido e editado por Jean Andrade
Direção: W Negro
Fotografia: Tatiani Walmarati
Selo: Alvo Art. Indtp. (Alvo Cultural)
Contato para shows: (51) 3093.120

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XII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente

A Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) realizará, no período de 18 a 20 de abril, o XII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente.

Com o tema “Desafios em busca do desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, o encontro objetiva promover a interlocução entre os membros dos diversos ministérios públicos brasileiros e a sociedade, de forma a se discutirem as alterações legislativas brasileiras atuais e se avaliarem o papel da Justiça e a função do Ministério Público nesse contexto, sobretudo no que se refere a temas como a defesa do patrimônio cultural, o planejamento urbano, a economia verde e a tutela jurídica do acesso à biodiversidade.

O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e mais cinco membros do instituto participarão do congresso bem como representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público, parlamentares, renomados juristas do Direito Ambiental, integrantes do Poder Executivo (federal, estadual e municipal), advogados, organizações não governamentais, empresários, profissionais do setor, além de estudantes e estudiosos das questões jurídicas, legislativas, políticas, administrativas e científicas relacionadas com o meio ambiente.

O evento ocorrerá no auditório Juscelino Kubitschek, do Ministério Público de Meio Ambiente, em Brasília/DF.
Fonte: Ascom/Ibama

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Juiz decide por retirada de 170 Guarani Kaiowá da terra indígena Laranjeira Nhanderu


Com a justificativa de que a Fundação Nacional do Índio (Funai) não apresentou o relatório de identificação da Terra Indígena Laranjeira Nhanderu, onde vivem 170 indígenas Guarani Kaiowá em área invadida pela Fazenda Santo Antônio, município de Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul, o juiz que cuida do caso decidiu pela retirada os indígenas, que em tese terão de voltar para acampamento na beira da rodovia.
De acordo com relatos, a notícia desolou os Guarani Kaiowá. Os indígenas viviam em situação precária no acampamento à beira da rodovia, até a retomada e instalação do acampamento no interior da fazenda. Inúmeros casos de atropelamentos, suicídios e mortes por falta de assistência na área da saúde ocorreram no período em que ficaram às margens da rodovia.
No ano passado, órgãos federais queriam enviá-los para um terreno do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na zona urbana de Rio Brilhante. Os indígenas se recusaram a abandonar o tekoha. O escadaloso é que o próprio DNIT entrou com açao contra os indíegnas de Laranjeira, para que não permanecessem na beira da estrada.

Segue carta escrita pela comunidade do tekoha Laranjeira Nhanderu direcionada às autoridades de Justiça.

TEKOHA GUARANI-KAIOWÁ ÑANDERU LARANJEIRA-RIO BRILHANTES-MS, EM 26 DE JANEIRO DE 2012

Para: todas as autoridades das Justiças do Brasil.

Senhores juízes federais do Brasil, nós 170 membros (100 crianças, 30 idosos, 40 adultos) do povo indígena Guarani-Kaiowá da tekoha (terra) Ñanderu Laranjeira, vimos através desta carta explicitar as nossas vidas diárias diante da úlitma ordem de despejo expedida pela Justiça Federal em Dourados-MS. Em primeiro lugar, queremos contar a todos os juízes e sociedades que estamos coletivamente em estado de medo, desespero e dor profundo, já sobrevivemos em situação mísera e perversa há várias décadas.

Hoje no dia 26/01/2012, nós compreendemos claramente que nós não temos mais chances de sobreviver culturalmente e nem fisicamente neste país Brasil, visto que em qualquer momento seremos despejados de nossa área antiga reocupada por nós, portanto estamos com muita tristeza e perplexa, ao receber esta notícia da oficial da Justiça e da Polícia Federal e FUNAI. Já estávamos com a alegria praticando o nosso ritual sagrado dia-a-dia aqui em minúscula terra antiga reocupada Ñanderu Laranjeira em que retornamos nos últimos dois anos.

Aqui em pequeno espaço só passamos a praticar apenas os nossos rituais religiosos sagrados jeroky para preservar a nossas vidas e garantir a nossa sobrevivência como povo indígena originário do Brasil. Aqui em pequeno espaço de terra antiga somente estamos exclusivamente para sobreviver culturalmente, tentamos reeducar as crianças na nossa cultura para vida boa, por isso praticamos diariamente o ritual religioso sagrado onde transmitimos entre a nova geração o bom viver futuro teko porã para não se envolver nas violências adversas existentes em toda a parte do Mundo, queremos garantir a vida boa teko porã de todas as crianças indígena que estão nascendo e crescendo aqui em pequeno espaço de terra antiga Ñanderu Laranjeira.

Queremos sobreviver dignamente e culturalmente, com essa grande esperança retornamos e estamos aqui em pequena terra antiga. Nós não somos um povo indígena nocivo e nem destrutivo. Em torno de nosso acampamento há plantação de soja, nós aconselhamos-nos para não estragar e nem fazer mal a ninguém, respeitamos os não-indígenas os proprietários de lavoura de soja, mesmo que eles ameaças nossas vida diariamente de modo cruéis, impendido a estrada de nós, não deixando entrar para nós as assistências à saúde a os alimentos, etc. Diante disso, há dois anos, nós comunidades indígenas apenas rezamos para que eles (os brancos) compreendam a nossas vidas e nossas histórias antigas neste local, não agredimos ninguém porque o nosso ritual religioso controla a nossa vida e nosso comportamento diariamente, para isso rezamos e acabamos de construir uma casa de reza oga pysy nopequeno espaço de terra antiga. Hoje (26/01/2012) recebemos aviso triste da oficial da Justiça juntamente com a PF e FUNAI que seremos despejados as forças policiais em qualquer momento de nosso pequeno espaço antigo.

O lugar pequeno antigo em que estamos morando hoje há ainda muitas plantas medicinais ao longo de rio e córrego, há ainda sapé para cobrir a casa, por isso acabamos de construir várias casas de sapé. Aqui estamos felizes com as criançadas, rezando todas as noites, educando diariamente para que não se envolvam nas violências adversas. Aqui não ameaçamos a vida de não-índios e nem corremos risco de ameaças dos não-índios, por isso nos sentimos bem integralmente nesse pequeno espaço de nossa antiga.

Por essa razão, pedimos para permanecer aqui para continuar a prática de nossa cultura e garantir um futuro melhor de nova geração indígena para o país Brasil. Não queremos ser despejados daqui. Em outro espaço de terra distante não seremos felizes e nem seremos seguros para mantermos a nossa vida e prática culturais vitais já fortalecidos e preservados aqui no pequeno espaço antigo Ñanderu Larajeira. Não queremos perder mais a nossa nova geração (crianças e jovens) para o mundo de violências existentes tanto nas aldeias superlotadas quanto nas margens da perifeiras das cidades e rodovias, por isso contamos com a compreensão e atenção de Vossas Excelências para que possamos continuar sobreviver culturalmente aqui no pequeno espaço antigo Ñanderu Laranjeira em que iniciamos a nova vida boa longe das violências adversas existentes das aldeias superlotadas e das margens da BR.

Queremos sobreviver culturalmente e fisicamente aqui, queremos proteção e apoios vitais das Justiças do Brasil para garantir a nossa nova geração guarani-kaiowá neste país sem vítimas de violências perversas.

A partir de hoje, a princípio a nossa sobrevivência depende exclusivamente da Justiça do Brasil, por isso confiamos nas compreensões das Justiças do Brasil.

Aqui aguardamos as visitações e ações das Justiças do Brasil.
Atenciosamente,
Assinamos nós 170 membros (100 crianças, 30 idosos, 40 adultos) do povo indígena Guarani-Kaiowá da tekoha (terra) Ñanderu Laranjeira-Rio Brilhantes-MS.
Fonte: CIMI
Foto: Alice Kohler
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

6 de fevereiro 415 anos do Quilombo dos Palmares

Alagoas celebrará 415 anos do Quilombo dos Palmares
Na data em que se relembra a última batalha do Quilombo dos Palmares em Alagoas, ocorrida em 6 de fevereiro de 1694, a representação da Fundação Cultural Palmares (FCP) realizará uma celebração por meio do projeto De volta a Angola Janga. Neste mesmo ano o quilombo completa 415 anos de fundação e 318 de sua derrubada, porém a homenagem só será completa com a participação dos herdeiros de Palmares.

O Quilombo dos Palmares resistiu por quase um século, tornando-se o maior centro de resistência negra no colonialismo. A nação erguida por africanos de diferentes etnias no Brasil foi batizada por eles de Angola Janga, que significa “pequena Angola”. Foi neste lugar que negros, índios e fugitivos da justiça se refugiaram por décadas até sua derrubada pelo comandante Domingos Jorge Velho, contratado pelo então governador de Pernambuco.

Com o objetivo de preservar a memória do Quilombo dos Palmares e de seus líderes, a representação alagoana da FCP procura reunir descendentes dos que sobreviveram àquela batalha. “É importante que eles se reencontrem com o passado, com os ancestrais, enfim, retornem ou conheçam Angola Janga”, afirma Genisete de Lucena Sarmento, representante local da instituição.

Para Genisete, a celebração que acontecerá na Serra da Barriga, será a oportunidade de refletir a luta do povo negro por justiça e liberdade em busca de uma sociedade verdadeiramente democrática. De acordo com ela, o nome do encontro, De volta a Angola Janga “trata-se de uma referência às origens, tanto africanas, quanto palmarinas”.

Religiosidade africana – A ideia é que no dia 6 de fevereiro além desses remanescentes, participem também do encontro religiosos de matriz africana, sobreviventes do episódio que ficou conhecido Quebra de Xangô. O fato aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1912, quando todos os terreiros de umbanda e candomblé de Maceió foram derrubados a partir de uma ordem do governo.

A perseguição aos cultos de matriz africana obrigou a migração de babalorixás e yalorixás. Porém, os cultos aos orixás não foram impedidos. Os tambores foram silenciados, o “Xangô foi rezado baixo” para que seus seguidores não fossem agredidos, nem impedidos de expressarem sua fé. Muito se perdeu, desde peças e obras de arte vindas da África, quanto à dispersão de várias nações.

O encontro – Às 22 horas do domingo, 5 de fevereiro, os participantes se concentrarão no Sítio Recanto, na Serra da Barriga, onde acontecerá uma celebração ecumênica a ser conduzida por religiosos de matriz africana. Na sequência, haverá uma caminha de aproximadamente 4 quilômetros, intercalada por momentos de reflexão sobre intolerância religiosa, violência contra o jovem negro e a situação dos quilombos de Alagoas.

Em cada parada, serão declamados poemas do ativista Abdias Nascimento, falecido em 2011, e do poeta Jorge de Lima, que viveu até 1953. A chegada ao Platô do Parque Memorial Quilombo dos Palmares está prevista para acontecer pela manhã onde será servido um café. Outras atividades acontecerão no decorrer do dia, no horário de funcionamento do Parque.
Fonte: Fundação Cultural Palmares Por: Daiane Souza

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