segunda-feira, 30 de maio de 2011

SBPC e ABC comentam Código Florestal

 A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram nesta quarta-feira (25/5) uma nota comunicando sua posição sobre a decisão da Câmara dos Deputados em relação à reforma do Código Florestal.

Nota da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) sobre a decisão da Câmara dos Deputados com relação ao Código Florestal

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciência (ABC), tendo em vista a decisão majoritária da Câmara dos Deputados sobre o substitutivo do Código Florestal esclarecem que:

•Nunca houve convite oficial por parte do Parlamento Nacional para que a ABC e SBPC, entidades representantes da comunidade científica brasileira, participassem das discussões sobre o substitutivo do código florestal.

•A participação ocorreu em função de uma demanda da própria comunidade científica que resultou na formação de um grupo de trabalho (GT) composto por cientistas das diferentes áreas abrangidas no código florestal. Os trabalhos foram iniciados no dia 07 de julho de 2010, e resultaram na publicação do livro O Código Florestal e a ciência. Contribuições para o diálogo, que foi lançado em Brasília, no dia 25 de março.

•Durante o período de trabalho, várias pessoas e entidades foram convidadas para dialogarem com o GT. Duas cartas foram produzidas e enviadas a todos congressistas e presidenciáveis alertando da necessidade de mais tempo para estudos aprofundados sobre os vários aspectos tratados no código florestal e seu substitutivo.

•Reconhecem a importância do agronegócio na produção de alimentos e na balança comercial brasileira, bem como a necessidade de que o desenvolvimento e a ampliação do agronegócio ocorram sem prejuízos à preservação e conservação dos recursos ambientais do País.

•Entendem que a agricultura familiar, responsável por 38,8% do valor bruto da produção agropecuária, representando 84,4% do número total dos estabelecimentos rurais que ocupam 24,3% da área agriculturável do Brasil, deve ter um tratamento especial por parte da legislação ambiental. Tratamento semelhante deve ser conferido às áreas consolidadas em ambientes urbanos e rurais que não provoquem degradação ambiental.

•Que o código florestal de 1965 (Lei 4771), apesar de construído com o aporte científico da época, necessita de aprimoramentos à luz da ciência e tecnologia disponíveis na atualidade. Ao mesmo tempo entendem que o Projeto de Lei nº 1.876 aprovado na Câmara dos Deputados também não resolve as necessidades de modificações na legislação anterior, pois o mesmo não contempla uma fundamentação científica e tecnológica.

•Que em função dos fatos expostos acima, a SBPC e ABC solicitaram mais dois anos para construção de um código florestal com base científica e tecnológica considerando aspectos jurídicos não punitivos e com equidade econômica, social e ambiental.

Desta forma, a SBPC e a ABC consideram precipitada a decisão tomada na Câmara dos Deputados, pois não levou em consideração aspectos científicos e tecnológicos na construção de um instrumento legal para o país considerando a sua variabilidade ambiental por bioma, interação entre paisagens urbanas e rurais que propiciem melhores condições de vida para as populações com uma produção agrícola ambientalmente sustentável.

Esclarecem também que esta decisão não tem nenhum vínculo com movimentos ambientalistas ou ruralistas, pois o mais importante é a sustentabilidade do País.

Reafirmam que estão dispostas a colaborar na construção de um código florestal/ambiental justo e que confiam que o Senado considere os aspectos científicos e tecnológicos na análise do substitutivo aprovado na Câmara dos Deputados.

São Paulo, 25 de maio de 2011.

Helena B. Nader, presidente da SBPC
Jabob Palis Júnior, presidente da ABC
José A. Aleixo da Silva, coordenador do GT
Fonte: Agência FAPESP

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os violeiros, Pereira da Viola e Wilson Dias juntam seus talentos no espetáculo “Dois Rios”

O Encontro das Àguas que cantam , que será apresentado em Belo Horizonte, dia 29 de maio às 11 horas, no Parque Municipal.


Em única apresentação na Capital Mineira, este ano, o show “Dois Rios” pode ser considerado uma metáfora do curso, do percurso daqueles rios e da origem, do crescimento e da trajetória dos dois artistas que, a rigor, tem as mesmas raízes, o mesmo berço.

Mais que um encontro entre os dois artistas, este show marca o encontro de duas famílias. Do lado de Pereira da Viola participam seus irmãos Dito Rodrigues e Zorra Rodrigues.

Da parte de Wilson Dias, nada menos que seus dois filhos Wallace Gomes (Licenciatura em música pela UFMG) e Pedro Gomes que, com apenas 17 anos de idade mostra no palco muita competência e personalidade.

O show terá participação especial da bailarina Patrícia Sene, cujo estilo busca interpretar o universo mítico e plástico das danças, ritmos e ritos presentes nas manifestações populares.

É com esta mistura de águas, de ritmos, de visões de mundo, de sentimentos e de estilos, que os cantores e compositores Pereira da Viola e Wilson Dias celebram e compartilham com o publico a alegria da festa e do espírito lúdico, principais características das manifestações populares.

“O Projeto Dois Vales foi patrocinado pela VIVO , com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e integra o CONEXÃO VIVO , Iniciativa da empresa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.”

Ingressos: inteira a R$20,00 e meia a R$ 10,00.

Ficha Técnica:

Pereira da Viola - voz, rabeca e viola caipira
Wilson Dias - voz e viola caipira
Dito Rodrigues - violão
Gladson Braga - percussão
Pedro Henrique - baixo
Wallace Gomes - violão e flauta
Zorra Rodrigues - pandeiro e caixa de folia

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Legislação ambiental brasileira é uma das mais modernas do mundo, diz especialista

Brasília - A legislação ambiental brasileira é uma das mais avançadas do mundo. Todas as ações e atividades que são consideradas como crimes ambientais podem ser punidas com multas, seja para pessoas físicas ou jurídicas. O valor pode chegar R$ 50 mil.


De acordo com advogado José Gustavo de Oliveira Franco, especialista em direito ambiental, a estrutura da legislação ambiental começou a ser implementada no país a partir de 1981 com a Politica Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938), que tem uma série de instrumentos para o planejamento, a gestão ambiental e a fiscalização.

Com o passar do tempo a legislação se consolidou. “Temos a criação de normas, como a própria Lei de Crimes Ambientais e o decreto que a regulamenta, que estabelece as infrações administrativas e permite um acompanhamento do poder público das questões ambientais e a garantia da qualidade do meio ambiente."

A Constituição Federal trata de forma abrangente os assuntos ambientais, reservando à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a tarefa de proteger o meio ambiente e de controlar a poluição.

“A Constituição Federal de 88 traz uma previsão, como base de todo este sistema de garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado, e estabelece condições ao próprio poder público para que ele implemente e garanta estas condições . Recentemente, mais focado na questão de resíduos sólidos, nós temos a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o decreto que a regulamenta", explica Franco.

A Lei de Crimes Ambientais reordenou a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. Franco acrescenta que a própria questão de lançar resíduos sólidos nas praias e no mar - ou em qualquer outro recurso hídrico - passou a ser uma infração.

A previsão foi incluída no Decreto 6.514, de 2008, que deu nova regulamentação à Lei de Crimes Ambientais na parte de infrações e de sanções administrativas, substituindo e revogando o Decreto 3.179, de 1999.

Para o coordenador do Núcleo de Educação Ambiental do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Genebaldo Freire, a velocidade para que as políticas sejam implementadas tem que ser aumentada, mas a mentalidade mudou. “Muitos países não têm uma Política Nacional de Resíduos Sólidos e nós já temos. É uma conquista. Há vinte anos você era rotulado de ecochato, biodesagradável, anarquista e, hoje, você tem políticas voltadas para isso."
Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Projeto Discultura retorna em 2011 com força total!

PROJETO DISCULTURA – 2011.


O projeto acontece trazendo novidades como a ampliação da feira de discos – Ponto de encontro para compra, venda e troca de discos de vinil e equipamentos relacionados.

O DJ nessa edição é o Anderson Gregório – DJ Garçom, secretário da Associação Cultural Clube dos DJs de Minas Gerais. Marcam presença também outros integrantes dessa renomada associação.

Ampliamos alguns aspectos do “na agulha”, que agora não é um único bloco, mas se espalha ao longo da noite. As pessoas compram discos e muitas vezes querem escutar alguma música na hora, às vezes levam alguns discos e querem partilhar com outros o seu gosto musical, então se cadastram e podem tocar.

O “enciclopédia do vinil” continua tematizando a história de um disco ou banda e a “hora do DJ” é a parte mais dançante da festa.

Continuam as dicas de conservação de discos e consertos de equipamentos relacionados à cultura do vinil.

Um bom momento do evento que colou é o jogo de pergunta e resposta sobre um LP ou Banda, quem acerta leva o disco.

Além de todas as atrações, é uma boa oportunidade de encontros e reencontros para quem gosta ou tem curiosidade a respeito da cultura do vinil. Vai ser uma noite dançante e com muita diversão no Café com Arte.

Lázaro Mariano
Contatos:
Email alternativo: lazaro_mariano@hotmail.com

a Barca Brasília recebe a cantora Márcia Veras acompanhada pelo violão de Eustáquio Pereira

Neste sábado e domingo, 7 e 8 de maio, partindo às 17hs do cais do Restaurante Retiro do Pescador (Clube da Imprensa), a Barca Brasília recebe a cantora Márcia Veras acompanhada pelo violão de Eustáquio Pereira. O show é uma homenagem as mães. O repertório está ritmado com muita bossa nova, samba, jazz e MPB. Os artistas farão releituras mágicas de Tom Jobim, Carlos Lyra, Vinícius de Moraes, João Bosco, Caetano, Milton Nascimento, Guinga, entre outros.


O cenário do passeio é o espelho d’água do Lago Paranoá e, no horizonte, a silhueta de Brasília, cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Traga filmadora, máquina fotográfica e registre tudo, é uma explosão de cores em uma atmosfera fantástica com muitos atrativos.

Para deixar seu passeio ainda mais agradável saboreie os deliciosos petiscos, massas e risotos do cardápio da Barca Brasília e experimente os vinhos, chocolates quentes, drinks, café expresso, sucos, cervejas e refrigerantes. A equipe da Barca garante conforto e atendimento personalizado.

Antecipe sua reserva! Ingressos limitados!

SERVIÇO

Homenagem às mães com show de Márcia Veras e Eustáquio Pereira!
Data: 7 e 8 de maio – sábado e domingo
Local de embarque: Cais do Restaurante Retiro do Pescador, Setor de Hotéis e Turismo Norte (Próximo à Vila Planalto)

Partida: 17 hs; Previsão de chegada: 20hs.

VALOR DO PASSEIO: R$40,00
COUVERT ARTISTICO: R$10,00
Consumo de alimentos e bebidas à parte.

Reservas e informações:
Telefones: (61) 8419 7192
8195 7551 (Edmilson Figueiredo).

À sombra de um delírio verde

Lançamento do documentário indígena
Brasília - Indígenas assistem ao lançamento do documentário "À sombra de um delírio verde", que conta a luta dos Guarani-Kaiowá, etnia indígena com a maior população do Brasil

Fonte: Agência Brasil
Renato Araújo/ABr

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