sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A FARSA DO SETOR NOROESTE
“O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.” Martin Luther King

Prezados amigos, um crime sócio-ambiental está ocorrendo bem debaixo de nossos olhos. A população só conhece a versão oficial da história, que vem sendo propagada pelos meios de comunicação chapa branca, enquanto isso, a última grande reserva do Cerrado dentro da área tombada de Brasília já está sendo destruída e a comunidade indígena que cuida daquele local está sendo expulsa.

O governo arrecada uma fortuna com a chamada " Ecovila" Noroeste, que se diz ser o primeiro bairro ecológico do Brasil, mas na verdade trata-se de um tremendo engodo.
As verdadeiras Ecovilas que se espalham por todo o mundo são criadas em cima de áreas já degradadas pelo homem, aonde os futuros moradores irão recuperar o local , respeitando e se adaptando aos ritmos da natureza.
Na FALSA Ecovila do GDF, existe na verdade um projeto antiquado que será construído em cima de uma reserva ambiental e de um santuário indígena, projeto feito pelas construtoras da cidade e "doado" ao governo local, aonde se criou um bairro de luxo, aonde o desperdício e a ineficiência serão predominantes. Verdadeiras estufas de vidro e granito climatizadas com muito ar-condicionado.
O projeto contraria todo e qualquer princípio de arquitetura ambiental, não pensou-se em criar um zoneamento para preservar a reserva florestal, muito pelo contrário, a avenida principal passa justamente na área com a vegetação nativa mais preservada, e que vem sendo cuidada e mantida pelos índios que habitam a região.
A farsa do projeto "sustentável" é na verdade uma repetição de clichês do chamado "marketing verde" ou melhor “maquiagem verde”, que serve única e exclusivamente para encarecer os apartamentos (captação de água da chuva e paineis solares para aquecimento de água já é lei em várias cidades do Brasil. É uma obrigação das construtoras e não um gesto em defesa da natureza.)
A cara-de-pau do governo e principalmente da imprensa vendida é tão grande que usam justamente as riquezas naturais da reserva do Bananal e citam as suas árvores (copaíba, ingá, angico, baru, açoita-cavalo, barbatimão, pimenta de macaco, jequitibá etc) como itens para vender qualidade de vida para os futuros moradores.
Eles só não dizem que as mesmas árvores estão sendo destruídas por seus tratores na calada da noite.

Com esta farsa o GDF já engordou o seu cofre com 1 bilhão de reais, fora a fortuna que as construtoras irão ganhar (as mesmas que elegeram o atual governador, fora o fato de que o vice-governador é um dos maiores empresários da construção da região).
E com essa fortuna circulando, está todo mundo de bico calado, os deputados distritais defendendo os seus patrocinadores de campanha, o IBRAM órgão que só sabe abençoar o que o governo manda, e os que permanecem em cima do muro, FUNAI e IBAMA que lavam suas mãos convenientemente.
Enquanto isso o cacique Korubo, guardião do local que vinha sendo ameaçado de morte está DESAPARECIDO HÁ SEIS MESES, e uma residência indígena foi incendiada de maneira criminosa. Tenho certeza que vc não leu e não lerá isso no Correio Braziliense.

Mas a atitude do governo e dos empresários já era esperada, estranho seria se eles se comportassem de maneira diferente.
O que não é admissível é ver a passividade do cidadão brasiliense, que terá a sua qualidade de vida extremamente prejudicada por esse tsunami de concreto e asfalto despejados em cima da última grande reserva de Cerrado dentro da área tombada de Brasília. Especialistas em trânsito já falam do caos que virá em nossas ruas, igualando Brasília às demais capitais, com engarrafamentos intermináveis e poluição do ar.
O governo fala que a cidade não tem para onde crescer, assim justificando as suas atrocidades,mas ignora que naquela região poderia ter sido feito um verdadeiro bairro ecológico. Primeiramente delimitando a reserva ambiental e o santuário indígena, depois criando verdadeiras ecovilas nas áreas degradadas ( pelo próprio GDF) do local, usando os princípios do urbanismo ecológico e da arquitetura bioclimática, aonde teria uma população de moradores condizente com a fragilidade do local.
Mas o que está sendo feito é o extremo oposto, uma farra da especulação imobiliária que agride a inteligência da população mais esclarecida. Brasília vai fazer 50 anos, isso aqui não é mais terra de ninguém como pensam os políticos.

O ministério público em março deste ano recomendou a suspenção de todas as licenças emitidas pelo Ibama para a construção do setor noroeste por irregularidades no processo, e recomendou ainda o estudo para a demarcação da terra indígena do Bananal.

A mobilização já está sendo feita, diversas ong´s, grupos estudantis, associações de moradores já estão nesta luta, mas ainda é pouco, precisamos da SUA participação também. Junte-se a nós.


PAREM OS TRATORES JÁ!!!

Contamos com a participação de todos na divulgação deste email, mas o mais importante será a presença física no local, para que todos possam olhar com os próprios olhos a riqueza e a beleza da reserva do Bananal, e a destruição que os tratores da “ecovila” estão causando (vide fotos anexas).
Convidamos portanto para:

TRILHA ECOLÓGICA NO SETOR NOROESTE
Dia 8 de novembro (domingo) a partir das 10 horas, encontro no estacionamento ao lado do canhão que fica entre o setor militar e o setor noroeste. Leve água e protetor solar.

Para que todos despertem para o fato de que uma cidade é feita por seus moradores, e não por políticos com interesses próprios.

Obrigado pela atenção, Movimento Cerrado Vivo
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CARTA ABERTA DA COMUNIDADE INDÍGENA TAPUYA DO SANTUÁRIO SAGRADO DOS PAJES/TERRA INDÍGENA BANANAL SOBRE OS TRATORES QUE COMEÇARAM O TERRORISMO DE DESTRUIÇAO ILEGAL SOBRE NOSSO TERRITÓRIO EM BRASÍLIA


A TERRACAP começou a destruir com tratores uma área preservada pela comunidade indígena Tapuya do Santuário dos Pajés que tem seus direitos caçados de modo arbitrário, ilegal e autoritário. Os tratores abriram uma faixa de mais de 15 kilômetros a 200 metros da cancela branca onde tem guarita do indigena Korubo (ameaçado e desaparecido há 6 meses) ao lado do Santuário dos Pajés. Isso ocorreu em operação clandestina na quarta e quinta feira passadas. Constatamos somente no dia de sábado depois de rondas rotineiras que realizamos no território, pois vínhamos escutando o som das atividades de máquinas já desde muito tempo da área acima da cascalheira ilegal denunciada por Korubo, no entanto quando fomos verificar a dor no peito e as lágrimas nos invadiram profudamente.

A MÃE NATUREZA nos forma como homens e mulheres, como SERES ESPIRITUAIS E SOCIAIS e nos dá nossa identidade cultural e espiritual. Nela estão nossos alimentos, medicinais e também nossos espíritos antepassados. A Terra Mãe é a razão básica de nossa existência e de acordo com a lei espiritual do Grande Tupã não permitiremos tais agressões a nossa essência que é a terra, é a nossa dignidade. Estamos profundamente feridos e indignados junto com a ferida aberta no Cerrado Tapuya pelos tratores da vergonha da TERRACAP ilegalista!

Isso causou um dano ambiental irreparável ao território indígena que aguarda início de estudos para identificação e delimitação ainda não cumpridos pela FUNAI por exigência do Ministério Público Federal e da 6ª Câmara de Revisão da Procuradoria Geral da República de Índios e Minorias que apontou que a FUNAI vem promovendo a cassação Ilegal dos direitos da comunidade indígena Tapuya deixando os índios Tapuyas do Santuário dos Pajés sem defesa ao não cumprir a criação do GT conforme preconiza a Lei 1.775/96 e garantir proteção ao território indígena.

A Procuradora do Ministério Público Federal no DF Dra. Luciana Loureiro recomendou criação do GT para promover a identificação e delimitação da Terra Indígena do Bananal de modo a cumprir o que garante a Constituição Federal e garantir os direitos da ocupação tradicional tapuya do Santuário dos Pajés.

A FUNAI vem desde 1986 postergando a resolução do problema e não cumpre a determinação do Ministério Público Federal desde o dia 16 de março deste ano por isso abriu INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO para apurar indícios de improbidade administrativa, crimes como a administração federal e tráfico de influência na FUNAI por está violando o DEVIDO PROCESSO LEGAL e o direito ao contraditório de demarcação de terras indígenas previsto no Parágrafo 8º do artigo 2, da Lei 1.775/96 por parte daqueles que questionam a demarcação de terras indígenas somente após conclusão dos estudos do Grupo Técnico (GT), portanto pela via administrativa e judicial, mas não é o que está acontecendo. A mesma ilegalidade vem cometendo o IBAMA, uma vez que o Ministério Público Recomendou também o cancelamento das licenças.

A FUNAI desde 2003 omitiu na criação de GT conforme a lei quando Laudo Pericial e Estudos antropológicos demonstraram com fundamentação histórica, legal, etnográfica e ambiental que trata-se de ocupação indígena de uso tradicional promovida pelos índios fulni-ôs, os últimos TAPUYAS desde os anos de 1957 quando vieram trabalhar na construção de Brasília e ali vem utilizando a terra para suas manifestações sagradas e espirituais expressando sua cosmovisão, cultura e identidade étnica de modo rico e nítido em suas relações espirituais com a ancestralidade do território e da mata de Cerrado preservado pela comunidade indígena do Bananal. Cabe ressaltar que a Constituição democrática de 1988 no Artigo 231 define o direito à terra a partir do uso tradicional ou forma de ocupação tradicional de acordo com os usos, costumes e tradições e não de “uso imemorial” como previa a Constituição de 1967 do Regime Militar e suprimido pela nova Constituição.

A FUNAI vem omitindo por meio de pareceres sem fundamentação antropológica, técnico-jurídica, etno-histórica com a participação das direções do próprio órgão (Diretoria de Assuntos Fundiários, Coordenação-Geral de Identificação e Delimitação e a Presidência do órgão, o responsável Sr. Márcio Meira Augusto de Freitas) e na defesa inadequada dos direitos de nossa comunidade indígena.

A inércia de Márcio VEM facilitando as ações de violência contra a comunidade indígena do Santuário, ameaças de morte, incêndio criminoso de uma oka da nossa aldeia, pressões para abandonar o lugar e o GRAVE DESAPARECIMENTO de nossa Liderança Espiritual, há 6 meses sumido, o Cacique Kaxaipinha KORUBO ameaçado e pressionado por agentes da TERRACAP e FUNAI. Queremos saber onde está o KORUBO? Queremos sua APARIÇAO com VIDA!! JÁ BASTA DE GENOÍCÍDIO E IMPUNIDADE!! São 509 anos de injustiças e perseguições contra nós e nossos antepassados!! Onde está KORUBO??

A comunidade indígena Tapuya do Santuário Sagrado dos Pajés apresentou também denúncia para Associação Brasileira de Antropologia (ABA) contra a atuação de certos profissionais da antropologia (Nadja Havt Bindá, Juliana Gonçalves de Melo, Artur Nobre Mendes, Maria Auxiliadora Sá Leão e Juliana Burger Sotto-Maior) que agiram contra o Código de Ética do Antropólogo normatizado pela ABA que em seu Artigo 3 alíneas 2 e 3 que dizem: “2. Na elaboração do trabalho, não omitir informações relevantes”, “3. Realizar o trabalho dentro dos cânones de objetividade e rigor inerentes à prática científica”.

Cabe salientar que esses profissionais da antropologia, que chamamos profissionais da “Antropologia Colonialista e Racista”, tem responsabilidade direta e conivência com muitos atropelos legais e crimes de genocídio, etnocídio, deixando a expansão do desenvolvimentismo irracional arrasar as terras, o meio ambiente, os indígenas, sua cultura, e práticas religiosas, espirituais de nossos povos indígenas. Sem a posse das terras como iremos nós desenvolver nossas tradições? . Ou melhor o Terrorismo da TERRACAP e IBAMA, o Genocídio de Gabinete da FUNAI e da “Antropologia” Colonialista nos obriga moralmente a inverter o questionamento: Qual é a tradição deles? qual é verdadeira tradição dos projetos de desenvolvimento e “civilização”: genocídios, racismo, violência, segregação, ilegalidade, injustiça social, miséria, desastre ambiental, mentira, ignorância, exclusão. Depois que tornados, furacões, tempestades, secas, falta de água, violência urbana, agrotóxicos, contaminações, violência social a custa do sofrimento e humilhação das maiorias “minorizadas” pelo processo de segregação social, étnica e econômica.

Essa Antropologia de cunho racista mancha a imagem daqueles profissionais que durante a Constituinte de 1987 lutaram conjuntamente com os movimentos indígenas e movimentos sociais no processo de reconhecimento e consolidação dos direitos indígenas (presentes no Artigo 231 da Constituição), do direito à diferença, do direito à livre manifestação da identidade étnica e indígena perseguida e caçada sistematicamente há 509 anos.

A antropologia colonialista mancha a imagem da disciplina que tem como critério o reconhecimento e o respeito pela diferença e a afirmação dos direitos decorrentes dessa diferença por reconhecer o princípio da diversidade cultural e humana e o da pluralidade e denegar todo ato de governo, Estado ou terceiros que vise impor um tipo hegemônico como autoritarismo étnico, cultural e político. Disciplina que concebe conhecer o Outro na totalidade de sua manifestação para respeitá-lo e não para favorecer a sua negação, a sua aniquilação, a sua perseguição, a sua dominação, o seu descarte. A antropologia construída junto com a ABA e diariamente nos cursos de ciências sociais foi concebida com base no compromisso ético de garantir os direitos históricos à terra por nós indígenas, já num processo de total espoliação fundiária pela colonização do país, e romper e combater o silêncio da violência contra os povos indígenas do Brasil.

Esses profissionais dão um péssimo exemplo aos futuros profissionais da área ao afiançar burocraticamente tanta violência institucionalizada contras as culturas, as vidas, o meio ambiente e as terras indígenas; na verdade trata-se de conivência e participação na perversidade praticada e autorizada por políticos e servidores infames atentos às própria barrigas e aos próprios bolsos.

Ao cinismo de tratores, manipulações antropológicas e administrativas, licenças ambientais ilegais, manipulação dos meios de comunicação (CORREIO BRASILIENSE, GLOBO) e ao fingimento de não saber o que está acontecendo, a verdade persiste em aparecer no caos social e urbano, nos desastres ambientais provocados por ignorância, na guerra da criminalidade nas grandes cidades, nos níveis irrisórios dos indicadores sociais, econômicos e humanos, na concentração de terras e renda recentemente divulgados e rapidamente acobertados com festas de olimpíadas, copa, novelas, em suma alienação social programada pela “tradição”, “usos” e “costumes” daqueles que governam o país há 509 anos.

Isso revela, sim, a verdadeira face da tradição e cosmovisão do Estado Mafiocrático de “Direito” administrado para cassar e perseguir aos povos e comunidades no Brasil, sem distinção de etnia ou cultura, e sua “ilustrada sabedoria” de acadêmicos, togados, agentes econômicos, empreendedores e servidores públicos: barbárie, estupidez, ignorância e intolerância desenfreadas, saques, roubos, injustiças e desmandos de toda ordem. Onde está o Direito e a Justiça onde afaga a mão “invisível” e “inevitável” da mafiocracia, cheio de notas, (será que é tão inevitável e invisível assim? Ou será que a cumplicidade ativa e passiva chega a cegar?). O que dizem eles aos seus filhos e filhas como pais e mães de família?

Se na cultura do branco, tradicionalmente de acordo com os usos, hábitos e costumes da cultura dominante no Brasil, o dinheiro corrompe, lembramos também que o a impotência, o consentir, o cruzar os braços, o não ter tempo, o assistir passivamente, o não agir e seguir levando a vida repetindo o mesmo modelo também faz parte da corrupção e do sistema, também corrompe o espírito e a consciência, o senso de justiça e a ética.

A violação da Constituição Federal (Artigo 231), da Convenção 169 da OIT sobre os povos indígenas e da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU de setembro de 2007 que garante os direitos à terras, a cultura, a as práticas espirituais e os direitos humanos de nós povos indígenas estão flagrantemente violados na Capital da República do Brasil, Brasília!

Exigimos já a EXONERAÇAO do Presidente da FUNAI SR. MÁRCIO MEIRA AUGUSTO DE FREITAS pela responsabilidade direta nos muitos crimes contra os direitos humanos dos povos indígenas e por favorecer e participar direta ou indiretamente na violação da Constituição Federal, acordo e tratado cumprido com nós povos indígenas em 1988, da Carta da Declaração da ONU sobre os Direitos Humanos Indígenas e principalmente da CONVENÇAO 169 da OIT ratificado pelo Congresso Nacional e promulgado pela Presidência da República, que garante entre outros direitos a participação indígena na tomada de decisões sobre empreendimentos em terras indígenas.

Invocamos o direito à resistência assegurada no Direito Internacional contra os atuais Atos do Estado Brasileiro ou de grupos que suprimam os DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS!!

Convocamos todas e todos a lutarem conosco por cada milímetro de nossa Mãe Terra, de nosso sagrado e amado cerrado tapuya para as próximas gerações. Que venham todos juntos conosco os que se cansaram de tanta mentira: indígenas, mulheres, estudantes, crianças, homens de todas as etnias, culturas e crenças e todos os movimentos indígenas (ARPINSUL, APOIME, ARPIB, e outros), sindicatos e associações de profissionais, centrais sindicais, todos os movimentos sociais para a exigir a imediata demarcação de Terra Indígena Bananal Santuário Sagrado dos Pajés, em BRASÍLIA, e exigir a imediata paralisação do terrorismo organizado pelos responsáveis do Estado (TERRACAP, FUNAI E IBAMA) e o cumprimento de nossos direitos JÁ!! Queremos um Brasil de todas as autonomias: indígenas, étnicas, sociais, culturais, econômicas, espirituais e ambientais; um Brasil de todas as liberdades fora do mercado das máfias, da estupidez, das intolerâncias, das agressões aos direitos e à vida, fora do chamado “Brasil: país de todas as Mentiras!”
!!COM MÁRIO JURUNA DIZEMOS NOSSO DOCUMENTO É A TRADIÇAO!!

!!O Santuário dos Pajés Não Se Move!!
!!Basta de Criminosos e Assassinos do Povo Indígena!!
!!Fora Márcio Meira!!
!!TERRACAP E IBAMA: CRIMINOSOS AMBIENTALISTAS!!
!!Setor Noroeste é Ilegal!!
!!Resista Brasília!! 50 anos de estupidez e segregação social e ambiental!!
Comente e passe para frente

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Por uma vigília cívica em socorro ao povo Guarani-Kaiowá
Estive com os Guarani-Kaiowá, em Aty Guasu realizada de 13 a 17, na aldeia Yvy Katu, município de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul. A Aty Guasu reuniu cerca de 350 lideranças Guarani-Kaiowá e convidados – entre eles, lideranças Terena e pequena delegação Guarani da Bolívia; antropólogos, representantes da Funai, do Ministério Público e da Advocacia Geral da União, além da senadora Marina Silva e alguns devotados aliados. Cheguei a Ivy Katu no dia 13 e saí à noite do dia 16, depois de anunciada a decisão das lideranças naquela assembléia indígena.

É a construção dessa decisão que me sinto na obrigação de relatar, com extrema preocupação, à sociedade brasileira do século 21.

Durante três dias as lideranças Kaiowá expuseram a realidade de cada comunidade ali representada e questionaram seus convidados sobre as possibilidades ao alcance de cada qual na solução da extrema precariedade em que vivem cerca de 40 mil pessoas daquele povo no Mato Grosso do Sul: as poucas reservas estão em áreas ambientalmente degradadas, são pequenas e abarrotadas de gente, sem as condições mínimas de existência digna – ainda menos conforme os costumes e tradições Guarani-Kaiowá; outras áreas, demarcadas e homologadas mais recentemente, encontram-se igualmente degradadas e ainda invadidas por fazendas monocultoras de cana, soja ou gado, obrigando a comunidade indígena ao confinamento em seu próprio território; outros grupos Kaiowá estão distribuídos em 23 acampamentos – sendo 21 na beira de estradas federais que cortam o Mato Grosso do Sul.

Visitei um desses acampamentos, quando viajava de Campo Grande a Iguatemi. Eram os despejados mais recentes: 132 pessoas – 60 crianças, outros tantos jovens, mulheres grávidas, idosos e um pequeno grupo de homens adultos. Abrigadas sob precaríssimas barracas feitas de galhos quaisquer, cobertas por plásticos sobrepostos, as pessoas se misturam ao que restou de suas roupas e utensílios, sob calor intenso durante o dia, o frio da noite e o desespero nas noites de chuva e vendaval comuns neste período. Não têm água nem lenha para cozinhar o que recebem de doação da Funai. Não têm paz ou segurança, sob constante vigilância e provocação de pistoleiros e seus patrões em torno do acampamento. À noite, tiros de armas de fogo vez por outra alternam com o ronco dos caminhões que trafegam pesados em direção ao Sul industrial do País: cana para fabricação de biocombustível; soja para alimentar o gado europeu – co-exportação de água e minério em grão. Tudo cultivado e colhido sobre crime ambiental que contabiliza apenas 7% do cerrado remanescente à monocultura agropecuária (que sequer alimenta a população brasileira). Produtos do crime, em grande parte comercializados pela Petrobrás e financiados pelo BNDES, para entusiasmo do governo estadual. Incômodos sob as rarefeitas matas ciliares das fazendas, incômodos ao DNIT na beira das estradas, os Guarani-Kaiowá despejados não têm acolhimento em lugar algum – sem nada de seu, além da própria vida.

Essa realidade está posta em grave escala, sob a luz do sol, em área pública. Em alguns casos, estão assim expostos há anos, como legiões de gente absolutamente indefesa, covardemente esbulhada – e, apesar de tudo, invisível.

Na reunião das lideranças, em Yvy Katu, cada um dos oradores indígenas expôs, além da situação de sua comunidade, suas ponderações e uma mesma determinação final. O conjunto das ponderações, em português inculto, esfregava em nossa cara pálida a dimensão de nossa ignorância:

“Eu só queria falar com o juiz que assinou o despejo de minha comunidade. Eu preciso muito perguntar pra ele se, quando mandou nós embora, ele pensava de nós ir pra Portugal ou pra Espanha. Porque nós não veio de lugar nenhum, nós é daqui e nós não tem pra onde ir”.

“Os brancos não sabem que, depois que Deus fez esta terra e botou água nos rios, fez a mandioca e o índio. Por isso o índio é a praga da terra: onde se mata 10, vai nascer 100”.

“O branco pensa que é dono do mundo. Pensa que sabe tudo? Mas ele não sabe de nós, porque chegou ontem. Como poderia saber de nós? Eu já comi a terra que vai me comer – muitas vezes.”

“As autoridades e as leis diz que tem de indenizar o fazendeiro pelas benfeitorias que fez. Que benfeitoria que ele fez? Acabou com a mata e os bichos que viviam nela, secou os rios, envenenou a terra. Fez casa e cerca com a madeira da mata que derrubou pra muito mais que o permitido na lei do próprio branco e ainda matou os índios. Cadê as benfeitorias? O branco tinha de pagar indenização pelos índios que esbulhou, humilhou e matou, além de todo mal que fez pra natureza. E essa indenização devia de ser aplicada no apoio pra quem precisa curar a terra, limpar os rios e refazer suas casas.”

“A cultura do branco é a cultura da enganação. Por isso tem de botar tudo no papel – mas o papel também derrete. O filme dele é sempre assim: o governador mente, o candidato promete, o advogado inventa e o juiz assina. Pura enganação o tempo todo”.

Cada um dos convidados, por sua vez, confessou que não dispõe de meios para alterar o quadro desolador em que vivem essas populações. Cada um dos convidados, a seu modo, reafirmou sua solidariedade, mas também a convicção de que só os índios podem transformar seu destino, sensibilizando a sociedade brasileira para a sua luta, de modo que, juntos, constranjam as autoridades a cumprirem com justiça e devidamente suas funções públicas e as leis.

Enquanto construíam as conclusões de sua Aty Guasu, os oradores indígenas montaram um discurso unânime, feito da soma de expressões mais ou menos assim:

“Disseram que é nós que tem de resolver, não foi? Então nós vai resolver com o único recurso que nós ainda tem.
Avisa lá que nós vai dar um prazo de 30 dias pro governo garantir o trabalho dos tropólo (antropólogo) nas áreas e concluir os estudo que o juiz exige pra nós ter o direito de ficar na sombra da mata, perto do rio, onde ainda tem água, lenha e alguma pouca caça pra nós ir passando enquanto espera a Justiça resolver o resto.
Avisa lá que, se não tiver tropólo nas áreas, em 30 dias, nós vai entrar nos 32 tekohá (terra de origem) com nossos maracá. E, como nós não pode contra as armas dos pistoleiros, nós vai morrer lá mesmo – pode até mandar as máquina escavadeira só pra enterrar nós lá. Porque, se há de nós viver morrendo, escondido atrás do medo, perdido no meio do mundo, nós vai morrer no nosso tekohá. Se não dá pra viver lá, é lá que nós quer morrer e ser enterrado. Porque quem morre pela justiça e o bem é acolhido pelas mão de Deus na eternidade. Vocês avisa lá que o único recurso que nós ainda tem é a nossa vida. Mas o bem do nosso povo é a razão da nossa vida. Esse bem é tão precioso que morrer por isso ainda é pouco”.

Este é o terceiro milênio, o século 21, nós não estamos em 1500. Mas, não nos iludamos, a nossa atitude em relação aos povos originários deste continente ainda é a mesma com que os colonizadores europeus dizimaram 1 milhão de pessoas por século, desde o “descobrimento”. E digo nós, porque os que não o fazemos diretamente, o fazemos por omissão – quem cala consente; ou por consumo do etanol e da carne produzidos sobre o crime ambiental e o genocídio; ou pelo voto displicente nos promotores da injustiça. Extinguimos não apenas biomas, biodiversidade, recursos minerais. Exterminamos povos, culturas, saberes, fazeres, experiências milenares. Disseminamos miséria e escassez sobre a abundância, sob a mesma justificação, desde 1500. Só a tecnologia se transformou – em muitíssimo mais ágil –, hoje capaz de concluir em dias um processo que, outrora, consumiu séculos.

Confesso que me lembrei da Copa de 2016 e das Olimpíadas de 2014 – os custos da recepção ao mundo, o orgulho do povo brasileiro, a síndrome dos campeões... Confesso que minha cara pálida ficou vermelha de vergonha.
É necessário sensibilizar a sociedade brasileira para o grau da covardia e a gravidade do que se executa contra aquelas populações indefesas e contra nós todos, em nome do progresso e do desenvolvimento – de quem mesmo?

Áurea Lúcia
(servidora pública – Brasília/DF)

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Para sempre Amazônia
De 15 a 30 de outubro, o Memorial dos Povos Indígenas da Secretaria de Cultura apresenta a Exposição Para sempre Amazônia, um encontro de artes que celebra a cultura e a beleza da floresta (artesanato Yanomami, Macuxi e Wai Wai), de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, no Memorial dos Povos Indígenas, localizado no Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti. Informações: 3344-1155 ou 3344-1154.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Retratos do Brasil Negro
Editora lança coleção de biografias sobre ícones da cultura afro brasileira


A coleção, que começa com as biografias de Nei Lopes, Sueli Carneiro e Abdias Nascimento, aborda a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.
A primeira da coleção Retratos do Brasil Negro, escrita pelo jornalista Oswaldo Faustino, é de Nei Lopes, um brasileiro comprometido com sua terra e com a cultura de seu povo. Sempre criativo em suas realizações, ele vem enriquecendo o panorama da cultura nacional com a singular capacidade de elaborar e interpretar a dimensão mais densa e profunda da africanidade no país. Sua vasta obra intelectual e musical constitui um rico acervo de informações e ideias sobre a cultura afro-brasileira, além de refletir de maneira magistral a luta antirracista no país.
Já a segunda biografia, da jornalista Rosane Borges, contempla a história de Sueli Carneiro, ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro. Feminista e intelectual, fundadora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, Sueli é uma das personalidades políticas mais instigantes da atualidade. Entender sua história de vida, suas influências e as mudanças concretas geradas por sua militância é compreender parte do cenário espacial, político e geográfico do movimento social negro contemporâneo.
Abdias Nascimento, o terceiro biografado da coleção, é um dos maiores pensadores negros do mundo. Sua luta pela igualdade racial e sua vida marcada por desafios são fielmente registradas nesta biografia: da infância humilde à criação do Teatro Experimental do Negro, passando por sua atuação como deputado federal. No livro, a jornalista Sandra Almada recupera a vida e a obra desse dramaturgo, ator, acadêmico, político, artista plástico, poeta e militante reconhecido internacionalmente, resgatando as origens de sua combatividade.
Divulgação

Inscrições abertas para o Festival de música afro-brasileira - FestiAFRO 2009
O "FestiAFRO", em sua quarta edição, é um festival destinado a abrir importante espaço aos compositores e intérpretes da música popular brasileira de todos os gêneros, para desenvolvimento de temas relativos à cultura afro-brasileira.

Promovido pela Prefeitura Municipal de Limeira - Secretaria Municipal da Cultura, será realizado no

Teatro Vitória em três etapas, dias 20, 21 e 22 de novembro de 2009. Tem como objetivo fazer o intercâmbio e troca de experiências entre músicos, compositores, intérpretes, poetas e artistas que venham a valorizar a produção musical e cultural da cidade de Limeira, do Estado de São Paulo e de todo o Brasil. O festival é aberto a todos os compositores e intérpretes do Brasil.

O "FestiAFRO" deverá trazer nas letras das composições inscritas temas como a história e a cultura do povo afrodescendente e sua importância para a formação do povo brasileiro. A valorização da liberdade e a condenação ao preconceito são temas que se enquadram no objetivo do festival.

Informações e ficha de Inscrição, acesse:
http://www.festivaisdobrasil.com.br/festivaisdobrasil/festafro2009.htm

sábado, 24 de outubro de 2009

Nenê Cintra – Lançamento do Cd - Minha Embaixada Chegou Dia (s) 28/10 - SESC Santana Quarta, às 21h.

Neste novo CD, Nenê interpreta sambas das mais variadas vertentes, com uma linguagem da mais pura MPB, ela revisita obras que vão dos clássicos Ary Barroso, Noel Rosa, Baden Powel e Assis Valente aos poetas Chico Buarque e Paulinho da Viola passando pela nova geração com Lenine e Chico Saraiva além Dela própria que também aparece como compositora. Desta forma Nenê passeia livremente pelo universo nosso samba, emprestando sua personalidade às canções, através de interpretações únicas. Formação: Nenê Cintra (voz), Marcelo Mainieri (baixo, direção musical e arranjos), Carvalho (piano) e Alê Damasceno (bateria). Teatro.
http://www.myspace.com/nenecintra

Não recomendado para menores de 12 anos

R$ 10,00 [inteira]
R$ 5,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

Avenida Luiz Dumont Villares, 579 - Santana São Paulo – SP - cep 02085-100telefone: 11 2971-8700e-mail: email@santana.sescsp.org.br
Por do Som

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

I FESTINECO Festiva de Teatro de Bonecos do Gama

Programação

24/10 (Sábado)
1º Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. No Parque Infantil do Setor Oeste (Praça 01 do Setor Oeste – referência: Castelinho), às 10h e às 16h, apresentação do grupo Mamulengo Alegria (DF), com o espetáculo: “O Casamento de Chiquinha Muito Prazer”. No Espaço Bagagem (Quadra 40 Loja 16 Setor Central), às 16h, apresentação da Cia. Sonhar (DF), com o espetáculo: “Show de Bonecos” e às 20h apresentação do grupo Morpheus (SP), com o espetáculo: “O Princípio do Espanto”.

25/10 (domingo)
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. Na Feira Permanente do Setor Norte (Área Especial Nº 01 Setor Norte), às 9h, apresentação do grupo Universo São Saruê (DF), com o espetáculo: “Mamulengada”; às 10h, apresentação do grupo Mamulengo Mulungu (DF), com o espetáculo: “Babau”. No Parque Infantil do Setor Leste (Praça 01 do Setor Leste, referência: Centro Cultural: Itapoã), às 10h e às 16h, apresentação do grupo Menestrel Faze Dô (SC), com o espetáculo “Benedito Dança com Quitéria ao Som do Gaiteiro Tibúrcio”. No Ponto de Cultura rede de Ação Cultural (Quadra 16 Loja 04 Setor Oeste), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Titeritar, com o espetáculo: “Pedro e o Lobo”; às 20h abertura da exposição de bonecos dos grupos participantes e apresentação da Cia. Voar Teatro de Bonecos (Gama-DF), com o espetáculo: “Cena Curta: Adão” e apresentação do grupo As Caixeiras (DF), com o espetáculo: “Teatro Lambe Lambe”; às 21h apresentação musical de Robson Siqueira e Leonardo Santana.

26/10 ( Segunda-Feira)
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. Na Escola Classe 16 (Área Especial Quadra 06 Setor Sul), às 10h e às 16h, apresentação do grupo Bagagem e Cia. De Bonecos (Gama-DF), com o espetáculo: “Circo Mulambo”. No Parque Infantil do Setor Leste (Praça 01 do Setor Leste, referência: Centro Cultural Itapoã), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Nazareno (RS), com o espetáculo: “Show do Nanetto”. No restaurante Amarelinha (Quadra 22, Praça do Sandubas, Setor Leste), às 12h, apresentação do grupo Pilombetagem (Gama-DF), com o espetáculo: “Benedito e o Boi Pintadinho”. Na Rodoviária do Gama (Setor Central do Gama), às 16h, apresentação do grupo As Caixeiras (DF), com o espetáculo: “Teatro Lambe Lambe”. No Centro de Ensino Fundamental 10 – EJA (Entre Quadra 19/22 Área Especial Setor Oeste), às 20h, apresentação da Cia Cortejo, com o espetáculo: “O Dia que o Negro Chico Encarou o Brasil”.

27/10 (Terça-Feira)
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. Na Escola Classe 21 (Entre Quadra 44/45 Setor Leste), às 10h e às 16h, apresentação do grupo Circo Boneco e Riso (GO), com o espetáculo: “Salada de Palhaços”. No Parque Infantil do Setor leste (Praça 01 do Setor Leste, referência: Centro Cultural Itapoã), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Liberarte (Chile), com o espetáculo: “O Mago dos Bonecos”. Na Rodoviária do Gama ( Setor Central), às 10h e às 16h, apresentação do Grupo Avulso (Gama-DF), com o espetáculo: “O Romance da Menina Feia”. No Centro de Ensino Fundamental 10 – EJA (Entre Quadra 19/22 Área Especial Setor Oeste), às 20h, apresentação da Cia. Cortejo (DF), com o espetáculo: “Folguedo Folgado”.

28/10 (Quarta-Feira)
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. No centro de Ensino Especial (Área Especial 02 Entre Quadra (E/Q) 55/56 Setor Central), às 10h, apresentação do grupo Pilombetagem, com o espetáculo: “Benedito e o Boi Pintadinho”; às 16h e às 20h, apresentação da Cia Truks (SP), com o espetáculo: “Zôo-Ilógico”. Na Escola Classe 14 (Entre Quadra (E/Q) 29/33 Área Especial Setor Leste), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Voar Teatro de Bonecos, com o espetáculo: “Os Meninos verdes”. No Parque Infantil do Setor Oeste (Praça 01 do Setor Oeste – referência: Castelinho), às 10h e às 16, apresentação do Núcleo Otello de Pesquisa e Produção Teatral (Gama-DF), com o espetáculo: “Cangalha”.

29/10 – Quinta-Feira
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. No Parque Infantil do Setor Leste (Praça 01 do Setor Leste, referência: Centro Cultural Itapoã), às 10h e às 16h, apresentação do grupo La Plaza, com o espetáculo: “Histórias com Desperdícios”. No Espaço Bagagem (Quadra 40 Loja 16 Setor Central0, às 10h e às 16h, apresentação do grupo Bonecos Trotamundus (Gama-DF), com o espetáculo: “Romance de Mulungu”. No Parque Infantil do Setor Oeste (Praça 01 do Setor Oeste, referência: Castelinho), às 10h e às 16h, apresentação do Circo Payassu (DF), com o espetáculo: “Xarará e Seus Bonecos”.

30/10 – Sexta-Feira
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. Na Escola Classe 09 (Quadra 03 Área Especial Setor Sul), às 10h e às 16h, apresentação do grupo Cidade dos Bonecos (DF), com o espetáculo: “A Flor do Sertão”. No Cose Sul (Área Especial Entre Quadra (E/Q) 05/11 Setor Sul), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Zé Flávio (DF). No auditório do colégio CEM 01 – CG – (Área Especial Entre Quadra (E/Q) 18/21 Praça 02 Setor Leste), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Mundim, com o espetáculo: “A Odisséia”. No Instituto Pax (Área Especial Lado Leste Sem Número (S/N) Lote 26/29 Setor Central), às 10h e às 16h, apresentação da Cia. Burbujas (Argentina), com o espetáculo: “Reino del Tablero”. No Espaço Bagagem (Quadra 40 Loja 16 Setor Central), às 20h, apresentação do artista argentino Sérgio Mercurio, com o espetáculo: “El Titiriteiro de Banfield”.

31/10 – Sábado
1° Gama Festineco, teatro de bonecos no Gama-DF. Na Feira Livre dos Goianos (Entre Quadra (E/Q) 33/39 Setor Leste), às 9h apresentação do grupo Mamulengo Mulungu, com o espetáculo “Babau”, às 10h apresentação do Mamulengo Sem Fronteira (DF), com o espetáculo: “Exemplos de Bastião” e às 16h no Parque Infantil do Setor Oeste (Praça 01 do Setor Oeste, referência: Castelinho); No Espaço Bagagem (Quadra 40 Loja 16 Setor Central), às 20h, apresentação do artista argentino Sérgio Mercúrio, com o espetáculo: “El Titiriteiro de Banfield”.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Black or White Festa-show c/ Gérson De Veras( DJ/ cantor/ compositor ) Banda SummaUma & VJ Fernando Teles

Repertório variado com propensão à black music brasileira e mundial
mas também um pouco de white noise (eletrofunk / technêra).
Festa pra todo o gosto (bom gosto).

24/10 ( sáb.) às 21:30 hs
Blues Pub - atrás do Posto Nenen's (Taguatinga Centro)
Couvert a 5r$ (trajados de preto & branco ou só preto ou só branco)
10r$ (demais colores)

Promoção de Chopp a 1,50 legai$



Dica:
Akpalô Pereira da Viola Álbum, batizado “Akpalô” que, em nagô “contador de histórias, aquele que guarda e transmite a memória do seu povo”. Com uma sonoridade surpreendente Pereira traduz toda influencia da cultura herdada dos antepassados, um verdadeiro resgate das origens afro-indígenas. Veja mais e Ouça!..
Continuam abertas as inscrições para o concurso de poesias em Nova Friburgo/RJ
Nova Friburgo (21/10/2009) - Terminam no dia 05 de novembro as incrições para o 1º Concurso de Poesias que o Ibama de Nova Friburgo está promovendo e que tem como tema “Os animais silvestres na Região Serrana/RJ”.
O autor da poesia vencedora terá como prêmio um trofeú, várias publicações do Ibama sobre meio ambiente (foto), além de ter publicada a sua poesia no site do Ibama e com exclusividade no Jornal A Voz da Serra (de Nova Friburgo e Região Serrana).
A divulgação dos resultados será no dia 14 de novembro de 2009.
Poderão concorrer somente pessoas residentes nos municípios da área de abrangência do Ibama Nova Friburgo - Teresópolis, Nova Friburgo, Bom Jardim, Sumidouro, Duas Barras, Carmo, Cantagalo, Cordeiro, Macuco, São Sebastião do Alto, Santa Maria Madalena, Trajano de Morais, Itaocara, Sapucaia e Cachoeiras de Macacu.
Serão aceitas inscrições por carta, e-mail:
esregnovafriburgo.rj@ibama.gov.br, ou entregues pessoalmente no Escritório Regional do Ibama em Nova Friburgo, Praça Getúlio Vargas 92 , 3º andar, Centro, Nova Friburgo - RJ Cep 28610-170, onde também poderá ser adquirido o Edital do Concurso.
A Poesia deverá apresentar os seguintes formatos:1 - Tamanho da Poesia: Entre 80 e 250 palavras;2 - Digitado em formato “doc” (Word) Fonte: Times New Roman, tamanho 12 (Maiúsculas e minúsculas);3 - Em língua portuguesa;4 - Folha “A4″ (210×297).Anexo à poesia o participante deverá informar os seguintes dados:1 - Nome completo; 2 – Idade; 3 - Endereço; 4 – Telefone; 5 – Escolaridade; 6 - Profissão.
Mais informações pelo telefone (22) 9922-4597.
Mauro Zurita FernandesIbama Nova Friburgo/RJ

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Filmes para o Festival de Cinema são anunciados
DivulgaçãoSC/Júnior Aragão
A coordenação da 42ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgou, nesta quarta-feira (21), a relação das produções selecionadas para a mostra. Ao todo, 366 filmes foram inscritos, sendo 52 de Brasília. Considerado um dos mais importantes do país, o Festival acontecerá entre os dias 17 e 25 de novembro. Participaram do evento o coordenador do FBCB, Fernando Adolfo, o secretário-adjunto de cultura, Beto Sales, e representantes da Câmara Legislativa, Petrobras.

De acordo com Fernando Adolfo, as produções são de ótima qualidade, única informação que adianta. Ele também comemora o número de produções. “Brasília mantêm-se, de fato, no circuito do cinema nacional. Embora seja uma cidade muito jovem, só ficamos atrás de Rio e São Paulo”, declarou.

Beto Sales destacou a qualidade da produção cinematográfica do Distrito Federal. “Este é um Festival de números grandiosos e Brasília destacou-se no número de produções inscritas. O que é, sem dúvida, um dos reflexos do aumento dos recursos do Fundo de Apoio à Cultura, somado a boa escola de áudio-visual de nossa capital”, disse.

Filmes selecionados

MOSTRA COMPETITIVA 35MM

Longas selecionados
1. A Falta que me Faz, de Marília Rocha, 80min, MG
2. É Proibido Fumar, de Anna Muylaert, 86min, SP
3. Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas, 75min, BA
4. O Homem Mau Dorme Bem, de Geraldo Moraes, 90min, DF
5. Perdão Mister Fiel, de Jorge Oliveira, 95min, DF
6. Quebradeiras, de Evaldo Mocarzel, 71min, SP

Curtas 35mm Selecionados
1. A Noite por Testemunha, de Bruno Torres, 24min50, DF
2. Água Viva, de Raul Maciel,14min, RJ
3. Amigos Bizzaros do Ricardinho, de Augusto Canani, 20min, RS
4. Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos, de Camilo Cavalcante, 12min, PE
5. Azul, de Eric Laurence, 19min, PE
6. Bailão, de Marcelo Caetano, 16min, SP
7. Carreto, de Marilia Hughes e Claudio Marques, 12min, BA
8. Dias de Greve, de Adirley Queirós, 24min, DF
9. Faço de mim o que quero, de Sergio Oliveira e Petronio Lorena, 20min, PE
10. Homem-Bomba, de Tarcísio Lara Puiati, 13min, RJ
11. Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho, 23min, PE
12. Verdadeiro ou Falso, de Jimi Figueiredo, 14min, DF

Mostra Competitiva Digital

Curtas digitais selecionados
1. A Última Quinta, de Fernando Arze, 14min40, RJ
2. Apreço, de Gabriel Trajano, 18min, BA
3. Cerol, de Bruno Mello Castanho, 17min30, SP
4. De muro a muro, de Marina Watanabe e Rebeca Damian, 20min, DF
5. Dois Mundos, de Thereza Jessouroun, 19min, RJ
6. Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, de Marcela Bertoletti, 19min , RJ
7. Ensaio de Cinema, de Allan Ribeiro, 16min, RJ
8. Inexorável, de Juliano Coacci Silva, 3min, DF
9. Lembrança, de Mauricio Osaki, 17min, SP
10. Mas na verdade uma história só, de Francisco Craesmeyer, 12min, DF
11. O canalha, de Latege Romro Filho e Rodrigo Luiz Martins, 13min, DF
12. Obra Prima, de Andréa Midori Simão e Thiago Faelli, 20min, SP
13. Os Pais, de Lello Kosby, 20min, DF
14. Quase de Verdade, de Jimi Figueiredo, 13min, DF
15. Roteiro para minha morte, de Pablo Gonçalo, 15min, DF
16. Sala de Montagem, de Umberto Martins, 3min, SP
17. Santa Bárbara do Oeste, de Tato Carvalho, 7min, SP
18. Vladimir Palmeira - A História Sem Mitos, de Roberto Reis Stefanelli, 20min, DF

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Espírito Santo mantém também mulheres presas em contêineres
Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
Reprodução/ABr

Brasília - Reprodução das fotos do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) dos contêineres onde são mantidas presas mulheres que cumprem pena no Presídio Feminino de Tucum, em Cariacica, no Espírito Santo
O governo do Espírito Santo mantém também mulheres presas em contêineres. Essa foi uma das constatações do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), em visita feita a presídios do estado na semana passada.

Ao entrarem no Presídio Feminino de Tucum, em Cariacica, na região metropolitana de Vitória, os membros do conselho encontraram quatro celas metálicas em pleno funcionamento. Nelas, estavam alojadas 88 mulheres.

O uso de contêineres para guardar presos foi um dos motivos apresentados pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) para pedir, em maio deste ano, ao Ministério Público Federal a intervenção federal no estado. No entanto, o conselho penitenciário só havia constatado o uso de contêineres no presídio masculino, localizado em Novo Horizonte.

Em Tucum há atualmente oito celas de contêineres, sendo que quatro delas mantêm presas em regime semiaberto e mais quatro usadas para guardar entulhos e até lixo. De acordo com a coordenadora-geral do CDDPH, Juliana Miranda, o governo também mantém mais uma cela metálica para castigo. Até o local para as visitas dos advogados foi improvisado em um contêiner dividido em três partes e com três portas.

“Entulho, lixo e seres humanos. O que vimos foi um tratamento igual para tudo isso. Há ainda uma cela metálica de castigo, sem ventilação, sem energia elétrica, onde são colocadas as presas que cometem alguma infração disciplinar”, destacou Juliana Miranda, que participou da visita ao presídio feminino.

De acordo com os dados colhidos na visita, o presídio feminino – que também tem uma parte feita de alvenaria – abrigava 601 presas. Ao todo, a unidade tem capacidade para manter 100 internas. Juliana ainda relatou que, apesar de os contêineres serem destinados à presas do regime semiaberto, poucas internas trabalham ou estudam. “Com isso, elas ficam trancafiadas durante todo dia. O que vimos é que 95% das internas não estudam ou trabalham”, disse.

A coordenadora relatou ainda que nas celas de alvenaria a situação das presas é de total humilhação. “Há infiltração em todo presídio. As celas não têm ventilação, e as mulheres estão empilhadas. Algumas mulheres mais velhas não conseguem nem andar e precisam da ajuda das colegas de celas para se locomover.”

“O representante do estado que nos acompanhou na visita disse que ventiladores já foram comprados pelo governo, no entanto, nunca foram instalados devido à burocracia ”, disse a coordenadora referindo-se ao subsecretário para Assuntos do Sistema Penal do Governo do Espírito Santo, coronel José Otávio Gonçalves, que acompanhou toda a vistoria.

Além da falta de estrutura, a comissão ainda verificou que praticamente não há atendimento médico para as presas. “Há apenas uma médica para trabalhar 20 horas por semana. Vimos muitas mulheres com doença de pele, com problemas respiratórios. Muitas reclamaram também de problemas ginecológicos. O atendimento médico praticamente inexiste em Tucum”, relatou a coordenadora.

A situação do presídio de Tucum será apresentada hoje (20) na reunião ordinária do CDDPH. O vice-presidente do órgão, Percílio de Souza Lima Neto, informou que fará um exposição dos problemas ao secretário especial de Direitos Humanos, ministro Paulo Vannuchi, que preside o conselho. De acordo com Lima Neto, as fotos feitas em Tucum e mais seis unidades visitadas no Espírito Santo pela comissão serão apresentadas ao ministro e aos demais membros do CDDPH.

“Encontramos uma situação absolutamente insalubre, desumana. Encontramos a utilização desses contêineres que no frio congela e no calor vira um forno. Como é uma situação urgente, vamos apresentar ao conselho nossas constatações. Além disso, vamos cobrar da Procuradoria-Geral da República uma definição sobre o pedido de intervenção”, disse o vice-presidente.

As precárias condições dos presídios capixabas motivaram o pedido de intervenção apresentado em maio pelo então presidente do CNPCP, Sérgio Salomão Schecaira, ao procurador-geral da República. Até hoje não houve uma definição. Para tentar diminuir as denúncias, o governo do estado chegou a assumir o compromisso de desativar o presídio de contêineres masculino localizado no município de Serra, também na região metropolitana de Vitória, até julho desse ano. No entanto, de acordo com Lima Neto, o compromisso não foi cumprido.

“Vimos presos chegando à unidade durante nossa visita, o que demonstra que não há uma ação efetiva para acabar com o uso dos contêineres”, destacou Lima Neto.
Crianças conhecem a ciência e tecnologia no Brasil colonial


Cerca de 40 alunos da 5ª série do Centro Educacional Miguel Arcanjo, de São Sebastião (DF), participaram da palestra “Ciência no Brasil – Um panorama Histórico”. Os pequenos acompanharam um rápida explicação sobre a história dos primeiros conhecimentos científicos produzidos no Brasil.
A palestra foi apresentada no Café Científico montado na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT). Para o diretor do Departamento de Difusão e Popularização do Ciência (DDPC/MCT), professor Ildeu de Castro Moreira, a palestra é uma rápida introdução ao tema da SNCT. “Os alunos têm a oportunidade de saber o que já foi feito e como a Ciência era feita no Brasil colonial. A palestra é uma forma de deixar os alunos mais ambientados com a Ciência e Tecnologia”, disse.
Ildeu apresentou aos alunos ilustrações dos primeiros objetos, invenções brasileiras e técnicas de produção aplicadas no Brasil nos séc. XVII e XVIII. A estudante Milena Silva, de 11 anos, aprovou a idéia de um mini-curso introdutório. “Eu achei bem legal conhecer o dia-a-dia das pessoas daquela época. Agora eu quero conhecer o restante da feira”.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Mundo Mágico de Marc Chagall
MNBA exibe obras de um dos maiores nomes das Artes Plásticas do Século XX

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro, abre ao público a partir deste sábado, 17 de outubro, a maior exposição de obras do artista plástico Marc Chagall já realizada no Brasil.

O Mundo Mágico de Marc Chagall - O Sonho e a Vida reúne 309 peças entre pinturas, gauches e gravuras, e traz pela primeira vez ao país séries completas de gravuras, como Les Âmes Mortes (As Almas Mortas), Le Biblie (A Bíblia) e Daphnis et Chloé (Dafne e Cloé). A mostra permanece aberta à visitação até o dia 6 de dezembro.

As obras chegam no Belas Artes após uma temporada na cidade de Belo Horizonte, onde teve início a mostra no Brasil. O artista nasceu em seis de julho de 1887, num bairro de judeus pobres de Vitebsk, na Bielo-Rússia. Foi um dos pioneiros da arte moderna, tendo participado das grande transformações ocorridas nas Artes Plásticas no início do Século XX.

Suas telas são marcadas pela qualidade cromática e pelo elemento temático de fundo onírico. “A mostra nos permite vivenciar a magia das composições de Chagall, dotadas de uma palheta surpreendente de cores aplicadas sobre os mais variados temas, que permeiam o real e o fantástico, o sonho e a vida”, explica Maria Eugênia Saturni, diretora da Base7 Projetos Culturais, produtora da exposição.





No currículo do artista destacam-se trabalhos como as ilustrações das Fábulas de La Fontaine, gravuras publicadas em 1952, as obras Moi et le Village (1911), L’autoportrait aux sept doigts (1911) La Femme Enceinte (1912/13) e a ilustração da Bíblia para o editor Ambroise Vollard, em 1922. Além de pintor, Marc Chagall foi também gravador e vitralista. Morreu na França, em 1985.

Complementando a mostra haverá um núcleo expositivo que contextualizará as relações de Chagall com o Brasil e sua influência na arte do país. Foram selecionadas 25 obras de artistas brasileiros que fazem referência ou sofreram influência significativa do trabalho do pintor, como Cícero Dias, Ismael Neri, Lasar Segall e Tomás Santa Rosa. A exposição integra a programação do Ano da França no Brasil e conta com o apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.

(Texto: Patrícia Saldanha, Comunicação Social/MinC)
(Fonte: Assessoria de Imprensa do MNBA/Ibram)

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sábado, 17 de outubro de 2009

Greenpeace promove jogos para destacar importância da alimentação sustentável

Brasília - A organização não governamental (ONG) Greenpeace, que atua em defesa do meio ambiente, promoveu hoje (16), Dia Mundial da Alimentação, jogos educativos para conscientizar a população da importância de uma alimentação sustentável.

Os jogos prosseguem amanhã (17), na Torre de Televisão, e depois de amanhã (18), no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, próximo ao Parque Nicolândia, em frente ao Quiosque do Atleta.

Hoje as atividades foram realizadas no Parque Olhos d'Água.

Voltados especialmente para as crianças, os jogos têm o objetivo de mostrar os benefícios que a pesca artesanal e a agropecuária familiar trazem ao clima, diminuindo o desmatamento e banindo a pesca ilegal em grande escala.

Na primeira etapa dos jogos, a criança pode escolher carne, grãos ou pescado. Depois, opta por um planeta bonito e saudável ou um planeta derretendo. Em seguida, escolhe entre práticas que resultem em alimentação sustentável e atividades agropecuárias industriais.

Segundo Rogério Puerta, voluntário do Greenpeace, a criança aprende que, com a agropecuária industrial, há desmatamento na Amazônia e grilagem de terra. “O jogo mostra que a agropecuária familiar é sustentável e mostra a diferença entre a pesca industrial e a pesca artesanal’, disse Puerta.

Para o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace, Nilo d’Ávila, todos os cenários indicam que, no futuro, haverá mudanças climáticas e problemas com a alimentação e com a pesca. “Pense no clima. Como contribuir com isso até na refeição?”.

Em dezembro, em Copenhague, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizará a 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15). O Greenpeace defende que, nesse evento, o Brasil assuma seu papel na questão do aquecimento global, comprometendo-se com o desmatamento zero, com o uso de pelo menos 25% de novas fontes renováveis na matriz energética e com a proteção de 30% da zona costeira, por meio da criação de áreas marinhas protegidas.

Uma petição dirigida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o país assuma sua responsabilidade na questão do aquecimento global do país circula nos eventos promovidos pela ONG, que pretende colher um grande número de assinaturas.

Incentivadas pelos ativistas do Greenpeace, crianças estão pintando uma enorme faixa para abrir em dezembro, em frente ao Congresso Nacional, para lembrar ao presidente Lula a importância da COP-15.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Renato Araújo/ABr
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Carla Bruni e Michele Obama, as rainhas

Carla Bruni e Michelle Obama são conhecidas internacionalmente por serem primeiras-damas de dois dos países mais desenvolvidos do mundo. Porém, mesmo quando seus maridos saírem do poder e apenas os historiadores se lembrarem de Nicolas Sarkozy ou Barack Obama, os nomes de suas esposas permanecerão eternizados. No seio da democracia, as duas viraram rainhas. E, como toda rainha que se preza, receberam um título pomposo: Laelia purpurata var. Flammea ‘Carla Bruni’ Hort. Ex L. C. Menezes cult. nov. e Laelia purpurata var. werkhaueserii-striata ‘Michelle Obama’ Hort. Ex L. C. Menezes cult. nov..

A pessoa capaz de transformar primeiras-damas em rainhas é a analista ambiental e chefe do Orquidário Nacional do Ibama, Lou Menezes, uma das mais respeitadas pesquisadoras de orquídeas do mundo, que também é engenheira florestal e bióloga com habilitação em botânica e ecologia. “Laelia purpurata é conhecida como a rainha (das orquídeas). Em minhas descobertas, resolvi homenagear três mulheres rainhas”. A terceira homenageada é Maria Tereza Jorge de Pádua, ex-presidente do Ibama e da Funatura, além de ter sido membro da WWF e da IUCN. Segundo Lou, Maria Tereza é a pessoa diretamente responsável por, sozinha, criar as maiores áreas de proteção ambiental do mundo, tendo participação decisiva no estabelecimento de 15 unidades de conservação no Brasil, que cobrem mais de 15 milhões de hectares.

Livros
As fotos desses cultivares estão no novo livro da pesquisadora, “Laelia purpurata, A Rainha”, lançado em julho, em Santa Barbara/EUA, num grande evento internacional para colecionadores, pesquisadores e paisagistas, que ocorre todos os anos. “Esta é a flor de Santa Catarina, único estado brasileiro que tem uma orquídea como símbolo”, explica Lou. Ela acrescenta que, pela planta ser reconhecida mundialmente por sua beleza e perfume, o nome extrapola a espécie e é usado como marketing da indústria, sendo colocado em vários produtos, como perfumes e sapatos.

Lou Menezes já lançou outros seis livros e tem previstos mais dois para o ano que vem: um sobre Cattleya walkeriana, orquídea do Brasil Central “extremamente procurada e enaltecida no exterior, principalmente nos países asiáticos” e outro com o nome de Orquídeas de Brasília, para comemorar os 50 anos da capital do país. Segundo ela, foram os livros que tornaram-na conhecida no mundo. O primeiro foi sobre Cattleya labiata, espécie do nordeste brasileiro. “Esta orquídea é muito importante porque deu origem, no exterior, ao hibridismo com plantas de flores grandes e cores diversas”, informa, frisando que as pessoas no Brasil não souberam, durante muito tempo, o valor de sua importância no contexto mundial das orquídeas. A chefe do orquidário estuda orquídeas em seus diferentes gêneros. “Meu objetivo é divulgar e preservar as orquídeas brasileiras por meio de livros”, revela.

Orquidário e trabalho
O local principal onde realiza suas pesquisas é o Orquidário Nacional do Ibama, que surgiu em 1984 e era apenas uma tenda. Ao longo desses anos, a estrutura ganhou corpo e uma bela arquitetura em madeira, tela e vidro. Atualmente, existe, no centro, uma coleção de mais de dois mil exemplares, inclusive de plantas raras ou extintas na natureza. O orquidário é a infra-estrutura do Projeto Orquídeas do Brasil, que abriga as coleções, as quais vão aumentando de acordo com as pesquisas. Cada subprojeto tem o objetivo de produzir um livro. “Povo sem livros e bibliotecas não tem memória. Neste sentido, meus livros são um legado às gerações futuras”, admite.

“Conheço doutores em orquídea que vivem em estado compulsivo de intenção de pesquisa e nada produzem. De que serve o conhecimento para ficar guardado numa gaveta?”, critica. Além das pesquisas, Lou é também colaboradora na emissão de selos para os Correios do Brasil com textos explicativos e fotos, profere palestras no Brasil e no exterior como convidada de instituições, e tem dois projetos especiais: propagação artificial de espécies nativas e um programa de educação ambiental nas escolas voltado para crianças. Em relação ao primeiro projeto, orquídeas extintas na natureza são polinizadas no Orquidário Nacional do Ibama, preparadas e mandados os casulos para laboratórios, que se incumbem de transferir as mudas para dar continuidade às espécies. Quanto à educação ambiental, é um projeto do coração. “No meu entender, o futuro do planeta depende das crianças e das florestas”, informa.

Descobertas e homenagens
Natural de São Luís do Maranhão, a analista ambiental veio para Brasília com 13 anos. Por causa de sua eloquência, muitos da família esperavam que fosse jornalista ou diplomata. “Herdei a verve comunicadora de meu pai”, revela. No início da adolescência, foi “picada” pelo fascínio pelas orquídeas. Ela diz que durante a faculdade escreveu alguns artigos, mas apenas quando entrou no antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal – IBDF, um dos órgãos que originou o Ibama, em 1982, é que começou a trabalhar com as família orquidácea. “À luz da ciência, descobri quase uma centena de orquídeas novas, descritas e registradas por mim nas revistas especializadas nacionais e internacionais. Hoje em dia, qualquer livro de orquídeas que sai no exterior cita meu nome como referência nesse campo”, avalia.

Além das “rainhas”, ela homenageou o ex-presidente russo Gorbachev, prof. Lutzemberger, Pe. Gonzales (“botânico, culto e meu professor de latim”) e o Ibama, além de outras personalidades, batizando algumas de suas descobertas com essas alcunhas. Mas também foi muito homenageada por outros pesquisadores. “Há várias orquídeas com meu nome”, conta. Ela lamenta, por outro lado, as orquídeas que nunca receberão designação. “As orquídeas, de maneira geral, estão ameaçadas de extinção, pois os ambientes naturais têm sido depredados para a construção de cidades e barragens, áreas agrícolas e de pastoreio. Não sabemos quantas desapareceram sem sequer serem classificadas, muito menos estudadas. Sumiram”. Para a chefe do orquidário, a preservação se faz em progressão aritmética e a devastação acontece em progressão geométrica.

Reconhecimento
Lou Menezes cresce nas adversidades. “Sou muito crítica e atarefada. Mas, se não houvesse barreiras, talvez não produzisse como tem acontecido”, analisa. Ela recebeu vários prêmios internacionais em reconhecimento ao seu trabalho (Prêmio Conferência Mundial de Orquídeas – Miami, 2007 – a melhor palestra; Prêmio Excelência, pela revista Orchid Digest, em 1990, a maior publicação sobre orquídeas do mundo; e a Grande Medalha de Reconhecimento pelo Meritoso Trabalho de Pesquisa no Mundo das Orquídeas, em 2006, pelo Orchid Digest Corporation, que só é dado às pessoas que mais se destacam no mundo – a única brasileira a receber). Além disso, foi capa na Orchid Digest e apareceu em publicações da Rússia, África do Sul, Alemanha, Estados Unidos e de vários outros países.

Segundo ela, não existe uma orquídea pela qual não seja apaixonada, apesar de ter certa predileção pelas do gênero Cattleya e Cyrtopodium. Mas a rainha Laelia a fascina de maneira inexplicável.

Para muitos, Lou Menezes é espécie rara e única, como várias das orquídeas que estuda. “Tenho dependência emocional dessas plantas”, revela. Mesmo que ela afirme isso, há apenas uma palavra para descrever essa relação: simbiose.

Fonte: Ascom Ibama
Luis Lopes
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Desmatamento em agosto avançou em áreas protegidas, aponta Imazon
Divulgação Imazon
Brasília - Desmatamento da Amazônia atingiu 273 quilômetros quadrados em agosto, a maior parte em áreas protegidas
Brasília - Em agosto, a Amazônia perdeu 125 quilômetros quadrados (km²) de floresta em áreas em que as derrubadas não deveriam acontecer. De acordo com os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), divulgados hoje (14) pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), dos 273 km² de desmate registrados em agosto, 48% ocorreram em unidades de conservação ou terras indígenas, consideradas áreas protegidas.

As unidades de conservação mais atingidas estão no Pará, na Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu e nas Florestas Nacionais do Jamanxim e de Altamira. As áreas ficam na região de influência da BR-163, da Rodovia Transamazônica e na Terra do Meio, um conjunto de unidades de conservação pressionado pelo avanço da pecuária.

O Pará se manteve na liderança do desmatamento, com 209 km² de florestas a menos em agosto, 76% do total registrado pelo Imazon no período. Mato Grosso aparece em seguida, com 22 km² de desmate (8% do total) e em terceiro lugar está o Amazonas, com 6 km² de novas áreas derrubadas (6% do total).

Em relação a agosto de 2008, quando o Imazon verificou 102 km² de desmatamento, houve aumento de 167%. No entanto, o levantamento aponta que parte do desmate registrado em agosto deste ano pode ter ocorrido nos meses anteriores, quando a cobertura de nuvens impedia a visualização dos satélites.

O levantamento do Imazon é paralelo à estimativa oficial, calculada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que apontou 498 km² de desmatamento em agosto.
Fonte: Agência Brasil
Repórter: Luana Lourenço
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Expedição Darwin
Por Redação da WWF-Brasil

Para comemorar os 200 anos de nascimento do naturalista Charles Darwin, e 150 anos da publicação do livro “Origem das Espécies”, a Rede WWF apóia a Expedição Darwin – As Espécies e o Clima.

Iniciativa da rede de televisão e rádio holandesa VPRO, o projeto irá refazer o trajeto do HMS Beagle pelo Hemisfério Sul – expedição integrada por Darwin entre 1831 e 1836.

A bordo do veleiro Amsterdan Clipper, a expedição chega ao Brasil no dia 30 de setembro e no dia 17 de outubro parte para o Uruguai.

Como no trajeto original, está prevista uma passagem por Fernando Noronha, além de paradas em Salvador, entre 6 e 11 de outubro, e Rio de Janeiro, entre 13 e 17 do mesmo mês.

O principal objetivo da viagem, que dura até maio de 2010, é produzir uma série de documentários de TV sobre as observações e descobertas de Darwin durante a expedição, a partir dos locais visitados por ele.

A apresentadora da série é Sara Darwin, tataraneta do naturalista. A embarcação também é um estúdio navegante no qual haverá cientistas durante toda a viagem e suas pesquisas serão seguidas pela internet, rádio e televisão.

Para marcar a passagem da Expedição Darwin, o WWF-Brasil preparou um conteúdo especial sobre o que pode ocorrer com as espécies do planeta, caso o aumento da temperatura global ultrapasse os 2ºC.
Como no trajeto original, a embarcação vai passar por Fernando Noronha, além de parar em Salvador, entre 6 e 11 de outubro, e Rio de Janeiro, entre 13 e 17 do mesmo mês.
(Envolverde/WWF-Brasil)
CAIXA CULTURAL APRESENTA:
CONTOS DE TODOS OS CANTOS - Renata Mattar e Giba Pedroza
Finalista do Prêmio Tim de Música 2008 – categoria Melhor Disco Infantil

Dias 16, 17 e 18/10.
Sexta – feira e domingo às 15h
Sábado às 15h e 17h.
Entrada Franca
Contos de todos os Cantos, nasceu da fusão dos trabalhos do contador de histórias Giba Pedroza, e da cantora e instrumentista Renata Mattar.
No espetáculo apresentam músicas e histórias tradicionais, literatura e cultura infantil de diversos povos, fazendo um passeio lúdico por contos, trava-línguas, cantigas populares e canções, uma celebração da cultura infantil e tradicional de alguns países.
Giba Pedroza é contador de histórias e pesquisador de literatura infantil e tradição oral há vinte anos. Em 2004, lançou o Cd Livro, Girasonhos, “Roda de Estórias” e em 2008, o cd "Contos de Todos os Cantos" ". Idealizou e participou de importantes eventos e encontros de contadores de histórias...
Renata Mattar, paulistana, é cantora, instrumentista e pesquisadora da música e literatura tradicional brasileira e de diversos povos. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo “Palavra Cantada”. Em 2007 lançou Cd "Cantos de Trabalho" pelo Sesc SP e em 2009 o CD São João do Carneirinho pelo Selo Pôr do Som.
DIREÇÃO MUSICAL - Gustavo Finkler

Caixa Cultural São Paulo
Praça da Sé, 111 [São Paulo]
CEP: 01001-001
Tel: (11) 3321 – 4400
www.caixa.gov.br/caixacultural
SAC CAIXA – 0800 726 0101
Ouvidoria – 0800 7257474
0800 726 2492 (deficientes auditivos)

sábado, 10 de outubro de 2009

Oficina de grafiteBrasília - Jovens participam de oficina de grafite, durante a instalação do Comitê Gestor do ProJovem Adolescente no Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília Foto: Marcello Casal Jr/ABr

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Desafio de um dia sem sacola plástica 15 de outubro
MMA propõe desafio de um dia sem sacola plástica
A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa

No embalo da campanha --Saco é um Saco--, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança o Dia do Consumidor Consciente - 15 de outubro - e propõe um desafio: --Um dia sem sacola plástica--. A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa.

Em 2008, a Consumers International (CI) promoveu uma mobilização mundial nesta mesma data para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. O movimento Global Consumer Action Day contou com a adesão de mais de 40 instituições membros da CI e outros grupos de consumidores em 33 países, contribuindo para o Processo de Marrakech, do qual o Brasil faz parte desde 2007 representado pelo Ministério do Meio Ambiente.

O desafio do Dia Sem Sacola Plástica foi aceito pela rede de supermercados Carrefour -- a mais nova parceria da campanha Saco é um Saco -- começando pelo Rio de Janeiro, onde lojas estarão preparadas para estimular as donas-de-casa e demais clientes a recusar sacolas plásticas na boca do caixa.

A comemoração ainda será marcada pelo lançamento da estratégia de internet da campanha Saco é um Saco, com a apresentação do hotsite www.sacoeumsaco.com.br e das ações articuladas nas redes sociais, como Orkut, Twitter, Facebook e Youtube. O objetivo é reforçar a comunicação do tema com a sociedade e difundir a campanha entre formadores de opinião e internautas em geral.

Na oportunidade, também será anunciado o concurso de vídeos caseiros do Instituto Akatu: Saco de ideias, projeto apoiado pelo MMA. Em vídeos de um minuto, os concorrentes deverão responder à pergunta "O que você faz para reduzir seu consumo de sacolas plásticas?". O prêmio do concurso será anunciado no evento.

Participe - Apesar de prática, quando aceitamos uma sacola na locadora, na farmácia ou na padaria, não temos noção que anualmente 500 bilhões delas são descartadas inadequadamente no meio ambiente mundial, entupindo bueiros, causando enchentes, poluindo mares e matando tartarugas.

No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora. Com uma conta rápida chegamos aos 36 milhões em 24 horas. Imagine quantos recursos naturais podem ser poupados em um único dia de consumo consciente.

Participe desse desafio e ajude a diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolinhas. No dia 15 de outubro, adote um novo hábito de vida, contribua para diminuir esses números e se torne mais um consumidor consciente capaz de transformar a vida no Planeta. "Saco é um saco. Pra cidade, pro Planeta, pro Futuro e pra Você". Recuse, reduza, reutilize!
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Dia da Alimentação 16 de outubro.

Todo ano, em 16 de outubro, cerca de 150 países celebram o Dia Mundial da Alimentação. É uma oportunidade para os países refletirem sobre a segurança alimentar e nutricional, num momento em que, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), cerca de 923 milhões de pessoas passam fome em todo o mundo. A exemplo de outros anos, no Brasil a celebração do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro) foi ampliada para Semana Mundial da Alimentação. Neste ano, ocorre de 12 a 18 de outubro. O 16 de outubro foi escolhido como Dia Mundial da Alimentação porque neste dia, em 1945, foi criada a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), cujo objetivo é elevar os níveis de nutrição e desenvolvimento rural. Há 28 anos a data é celebrada em diversos países. O objetivo da Semana Mundial da Alimentação é estimular a reflexão e o debate sobre a questão. O tema definido pela FAO para este ano é "Segurança Alimentar Mundial: Os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia". Entidades da sociedade civil, ministérios, governos estaduais e administrações municipais vão promover iniciativas relacionadas ao tema. São apresentações de experiências bem-sucedidas, debates sobre segurança alimentar e nutricional, homenagens ao centenário de nascimento de Josué de Castro e outras.
Fonte: Fonte: Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O sarau da Tribo das Artes do dia 13 de outubro está dedicado ao músico de bar
Queremos levar o máximo de musicos possível ao sarau todo o musico terá direito a levar um acompanhante
Vamos ter representantes políticos, donos de bares e músicos do DF.
Cabe a nós, tornamos esse evento, o marco para articularmos o Movimento dos Músicos de Brasília, nossa classe esta a deriva há muito tempo.
Convidem todos os músicos que vocês conhecem!!!!!!
A entrada do evento e de R$ 06,00 a inteira R$ 03 ,00 a meia e gratuita aos musicos
A classificação indicativa e de 15 anos
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Beirão e os filhos de dona Nereide
Apresentam o Show
Forró Na Geração Virtual

"O show passa pela literatura de cordel e pelo forró pé de serra, mistura o rock e a internet"
Dias 10 e 11 de outubro feriadão
Vila de São Jorge
Chapada dos Veadeiros
Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

I Feira da Gambira no QUINTAL DOCE da LázaraDia 11 de Outubro de 2009
(domingo, das 9 às 17 horas)
Quintal Doce, Olhos d'Água
Use sua imaginação e traga tudo o que você quiser para trocar, comprar, Gambirar e se divertir.
Olhos D'Água-GO um lugar agradavél a 115Km de Brasília
Como chegar

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domingo, 4 de outubro de 2009

Merdes Sosa 'Gracias a la vida' Mercedes Sosa (Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina de grande apelo popular na América Latina. Alcunhada La Negra pelos longos e lisos cabelos negros. Descoberta aos quinze anos de idade, cantando numa competição de uma rádio local da cidade natal, quando foi-lhe oferecido um contrato de dois meses. Admirada pelo timbre de contralto, gravou o primeiro disco Canciones con Fundamento, com um perfil de folk argentino. Consagrou-se internacionalmente nos EUA e Europa em 1967, e em 1970, com Ariel Ramirez e Felix Luna, gravando Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas. Gravou um tributo também à chilena Violeta Parra. Sosa interpretou um vasto repertório, gravando canções de vários estilos. Atuava freqüentemente com muitos músicos argentinos como León Gieco, Charly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, e outros latino-americanos como Milton Nascimento, Fagner e Silvio Rodríguez. Foi uma conhecida ativista política de esquerda, foi peronista na juventude. Em tempos mais recentes manifestou-se como forte opositora da figura de Carlos Menem e apoiou a eleição do ex-presidente Néstor Kirchner. A preocupação sócio-política refletiu-se no repertório interpretado, tornando-se uma das grandes expoentes da Nueva Canción, um movimento musical latino-americano da década de 60, com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas. No Brasil, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, entre outros artistas, são expressões da Nueva Canción, marcada por uma ideologia de rechaço ao que entendiam como imperialismo norte-americano, consumismo e desigualdade social. Possuía um dueto ("So le pido a Dios") com a consagrada cantora de Samba Beth Carvalho, cada uma cantando no seu idioma. Destacamos também o dueto dela com o cantor cearense Fagner na música Años, sucesso gravado em 1981. Uma música muito conhecida na sua firme e, ao mesmo tempo, terna voz é a canção "

sábado, 3 de outubro de 2009

Ibama apreende 600 pássaros transportados ilegalmente no DF
Brasília - Seiscentos canários-da-terra que estavam sendo transportados ilegalmente por um casal desde Campo Grande (MS) foram descobertos na madrugada de hoje (3) na BR-060, perto de Brasília, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Em uma semana, esta é a segunda vez que a PRF e o Ibama realizam apreensões de pássaros sendo transportados de forma ilegal. Segundo o Ibama, no dia 26 foi descoberto o transporte de 459 canários-da-terra por três homens que já tinham passagem pela polícia por crimes ambientais.

"Isso mostra uma rota que existe em Brasília, principalmente relacionada a canários-da-terra, que são os animais apreendidos", disse o coordenador de Operações e Fiscalização do Ibama, Roberto Cabral Borges. Os pássaros foram levados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, localizado na Floresta Nacional de Brasília.

O Ibama informou ainda que, no caso de hoje, o casal prestou depoimento na Delegacia da Polícia Civil de Recanto das Emas, região administrativa do Distrito Federal, e acompanhou os fiscais até o Cetas/Ibama para a lavratura de auto de infração e aplicação de multa por transporte ilegal de animal silvestre.

A pena prevista no Artigo 29 da Lei 9.605, que trata do transporte ilegal de animais silvestres sem autorização do órgão ambiental competente, é de seis meses a um ano de prisão, multa de R$ 500 por animal, além da apreensão do veículo e dos instrumentos utilizados no crime. A punição vai depender da interpretação do juiz que for julgar o caso, pois levará ainda em consideração o patrimônio dos envolvidos.

Segundo o coordenador do Ibama, o problema é que as penas terminam sendo abrandadas porque o legislador não diferenciou o traficante de animais silvestres daquele cidadão que, às vezes por desconhecimento, tem um único animal em casa.

"Com isso, o traficante se beneficia porque a lei trata de forma igual situações totalmente diferente. Está carregando 600 animais e é tratado da mesma forma penalmente que aquele cidadão que tem dois ou três passarinhos em sua residência", explicou.

Fonte: Agência Brasil
Daniel Lima
Foto: Marcello Casal Jr./ABr
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