domingo, 21 de dezembro de 2008

Intervenção urbana discute isolamento das pessoas com aids
Foto: Magda Fernanda

Conquistas importantes da resposta brasileira à epidemia de HIV e aids, como a garantia de tratamento e o aumento da sobrevida dos pacientes, não foram suficientes para acabar com o preconceito e o estigma que cercam a doença. Dados parciais de pesquisa de comportamento realizada este ano pelo Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde mostram que essa exclusão ainda persiste em situações corriqueiras. Entre 8 mil entrevistados de todo o país:

13% acreditam que uma professora portadora do vírus da aids não pode dar aulas em qualquer escola

22,5% afirmam que não se pode comprar legumes e verduras em um local onde trabalha um portador do HIV

19% acreditam que, se um membro de uma família ficasse doente de aids, essa pessoa não deveria ser cuidada na casa da família

Para discutir essa realidade, o Programa Nacional de DST e Aids preparou uma intervenção urbana – “O preconceito isola” – para o Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º de dezembro), a ser montada na Praça dos Três Poderes. Ao longo de todo o dia, um jovem ficará dentro de uma bolha transparente, impedido de tocar quem estiver no ambiente externo (veja imagem abaixo). O objetivo é levantar o debate sobre a exclusão vivida por quem tem o HIV ou sofre outros tipos de preconceito.

Na base da bolha haverá uma frase do jornalista e sociólogo Herbert Daniel, que morreu no ano de 1992 em decorrência da aids. “Há uma coisa dentro de mim, contagiosa e mortal, perigosíssima, chamada vida, lateja como desafio”.

O grupo Teatro Oportuno, que atua com arte e educação, também participa da intervenção urbana, interagindo com o público que passar pelo local. Foram convidados estudantes de escolas públicas do Distrito Federal e representantes de organizações que trabalham com prevenção e enfrentamento da doença. A interação é aberta a todos os interessados e será transmitida ao vivo das 9h às 18h pelo site www.aids.gov.br/mediacenter.

“O estigma relacionado à doença afasta as pessoas tanto do diagnóstico como do tratamento, por isso impactam diretamente na sua qualidade de vida”, destaca a diretora do Programa Nacional de DST e Aids, Mariângela Simão. Depois de anos convivendo com a epidemia, diz ela, é preciso que a sociedade não apenas respeite e aceite essas pessoas, mas que as acolha.

Campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids

Homens acima dos 50 anos são tema da campanha do Ministério da Saúde para o Dia Mundial de Luta contra a Aids deste ano. Com o slogan “Sexo não tem idade. Proteção também não”, serão abordados assuntos ligados à sexualidade, como o uso do preservativo e dicas para melhorar a relação sexual depois dos 50.

O filme com 30 segundos de duração se passa no “Clube dos Enta”, formado apenas por homens acima dos 50 anos que têm orgulho da idade e experiência. Os sócios rimam palavras terminadas com “enta”, relacionadas ao cotidiano da faixa etária. E dizem que, para o sexo, nunca se aposentam.

Nas versões com 30 e 60 segundos, o clube ganha até hino cantado pelos cinqüentões, sessentões e setentões. Um dos trechos da musica diz: “Enta, enta, eeenta, a camisinha é a nossa ferramenta. Enta, enta, eeenta, as mulheres nos apóiam e a coisa esquenta”.

Além do vídeo e do spot de rádio, foram produzidos cartazes, “folders” e mobiliário urbano (out-door e outras placas). Pela primeira vez, a arte do material gráfico foi encaminhada para coordenações de DST e aids estaduais, que ficaram responsáveis pela impressão das peças. A iniciativa faz parte da descentralização das ações, por meio do repasse específico de verba para ações de comunicação.

Internet – No site do Programa Nacional de DST e Aids (PN-DST/AIDS), haverá uma página específica – www.aids.gov.br/diamundial – para notícias relacionadas aos eventos do Dia Mundial promovidos por estados, municípios e organizações da sociedade civil. Essas ações incluem a divulgação de campanhas locais e a promoção do uso do preservativo.

Como acontece desde 2005, o tema escolhido para o Dia Mundial tem continuidade nas ações do ano seguinte. Assim, a campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval de 2009 voltará a enfocar pessoas acima dos 50 anos, mas com ênfase nas mulheres.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Quebrando as cadeias

Marina Silva
De Brasília (DF)

Segunda-feira, dia 15 de outubro, foi suspensa a audiência pública do Senado que discutiria o sistema de cotas para ingresso nas universidades federais, estaduais e nas escolas técnicas federais de nível médio. A audiência faria parte dos procedimentos para chegar à votação do projeto de lei 180, de 2008, que é uma síntese de várias propostas que tratam do assunto. Mas não aconteceu, e os palestrantes convidados, contra e a favor das cotas, perderam seu tempo. O motivo para o cancelamento foi uma alegada "falta de quorum". Um rigor inusitado, raro mesmo, pois eu já cheguei a ser a única senadora presente a uma audiência pública e ela se realizou normalmente.

Talvez esse acontecimento expresse, infelizmente, a dificuldade que muitos ainda têm - e no parlamento não seria diferente - de lidar com a existência de cotas. E enquanto se sucedem as protelações, segue a vida de milhares de jovens para quem certos direitos básicos, como a educação de qualidade, nunca passaram à porta.

Voltando da frustrada reunião para meu gabinete, lembrei de uma jovem índia, Antonia Gabriela Apurinã, que trabalha na lojinha de venda de artesanato existente no aeroporto de Rio Branco, no Acre. Antes de embarcar, sempre passo por lá para namorar as peças lindas e os colares expostos. Numa dessas ocasiões, puxei assunto com Antonia, quando então ela me contou ser aluna de Biologia da Universidade Federal do Acre, pelo sistema de cotas, as "nossas cotas", como ela disse. Tem 19 anos, é de Boca do Acre e muito orgulhosa de estar fazendo um curso que será importante para seu povo. Está feliz na UFAC e com elevada auto-estima porque se sente acolhida no meio acadêmico e muito estimulada a obter bons resultados. Fiquei emocionada de ver uma pessoa inteligente e capaz que, sem as cotas, jamais teria tido essa oportunidade.

As cotas beneficiam Antonia e o povo apurinã, mas beneficiam muito mais o Brasil porque, por meio dessas histórias de vida, vamos nos aproximando de um país melhor, mais justo, mais solidário, menos preconceituoso e menos subjugado por barreiras que só nos diminuem enquanto nação e tornam a vida mais áspera, menos bonita, mais mesquinha.

As cotas não tiram nada de ninguém, acrescentam valores à sociedade. São um processo transitório para corrigir desigualdades históricas que criaram uma cultura de discriminação, visível no filtro que praticamente impede o acesso às boas universidades da maioria dos jovens egressos de escolas públicas.

Há uma série de dificuldades para estabelecer o recorte mais adequado ao sistema. Não dá é para retroceder a um ponto anterior à garantia de cotas para negros, pardos e indígenas, que são as populações mais apartadas do acesso ao conhecimento e da estrutura de profissionalização que a educação especializada e de qualidade oferece. Importante é não perder de vista que as cotas não devem ser perenizadas. Seu papel é apenas criar um tempo social e cultural propício para o país acertar o passo com o futuro, de modo que todos possam concorrer em pé de igualdade.

Mas nem todas as dificuldades justificam bloquear o processo de superação histórica que começa com essa abertura de porta para quem nunca teve a chance de ver o lado de lá do muro das intolerâncias. Mesmo quem, de boa fé, discorda das cotas pelos mais variados motivos, deve convir que quanto mais nos esforçarmos para realinhar estruturalmente as condições de combate à desigualdade - a exemplo do nivelamento de qualidade educacional e de inclusão social desde a base - mais cedo estaremos construindo a saída do sistema.

O juiz federal carioca William Douglas escreveu um artigo intitulado "Por que mudei de opinião", no qual relata sua experiência de professor voluntário no cursinho pré-vestibular da Educafro, para jovens negros e carentes, e como ela o levou a rever suas posições a respeito das cotas: "...no início era contra as cotas para negros, defendendo - com boas razões, eu creio - que seria mais razoável e menos complicado reservá-las apenas para os oriundos de escolas públicas. Escrevo hoje para dizer que não penso mais assim. As cotas para negros também devem existir. E digo mais: a urgência de sua consolidação e aperfeiçoamento é extraordinária".

Ele cita o jurista Roberto Lyra, um dos autores do Código Penal de 1940, que recomendou aos colegas de Ministério Público que "antes de se pedir a prisão de alguém deveria se passar um dia na cadeia". Seu argumento para mudar de opinião em relação às cotas vem do fato de ter trocado de lado, ou ter ido "passar um dia na cadeia", convivendo com os estudantes pobres e negros do cursinho e nessa convivência ir descobrindo "que ser pobre é um problema, ser pobre e negro é um problema maior ainda".

Douglas então compara a vida da própria filha, loura e de olhos claros, que tem tudo e "estuda há três anos num colégio onde não há um aluno negro sequer", com a vida de "sua similar negra", a filha da empregada, que não tem nada e "a escola é sem professores sem carteiras, com banheiro quebrado". Diz ele: "não acho justo nem honesto que lá na frente, daqui a uma década de desigualdade, ambas sejam exigidas da mesma forma. Eu direi para minha filha que a sua similar mais pobre deve ter alguma contrapartida para entrar na faculdade."

Se alguém discorda das cotas, conclui, "me perdoe, mas não deve fazê-lo olhando os livros e teses, ou seus temores. Livros, teses, doutrinas e leis servem a qualquer coisa, até ao nazismo. Temores apenas toldam a visão serena. Para quem é contra, com respeito, recomendo um dia "na cadeia". Um dia de palestra para quatro mil pobres, brancos e negros, onde se vê a esperança tomar forma e precisar de ajuda. Convido todos que são contra as cotas a passar conosco, brancos e negros, uma tarde num cursinho pré-vestibular para quem não tem pão, passagem, escola, psicólogo, cursinho de inglês, ballet nem coisa parecída, inclusive professores de todas as matérias no ensino médio."

Espero que o Congresso Nacional se coloque no lugar de quem padece da pior forma de "cadeia" que é o exílio de si mesmo, de seus talentos e capacidade, de sua autonomia e realização, por uma estrutura social que lhe nega o básico: oportunidade e o justo incentivo.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Após dois anos fechada, Biblioteca Nacional de Brasília é inaugurada com 50 mil livros
Morillo Carvalho
Repórter da Agência Brasil

Valter Campanato/ABr


Brasília - O arquiteto Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto, durante cerimônia de inauguração da Biblioteca Nacional de Brasília
Brasília - No aniversário de 99 anos de Oscar Niemeyer, há exatos dois anos, o prédio da Biblioteca Nacional de Brasília foi inaugurado, mas a biblioteca não começou a funcionar. De lá para cá, polêmicas por causa da incidência do sol no edifício, que prejudicaria o acervo, impediram que ela fosse aberta de fato. No início da noite de hoje (11), as modernas instalações foram entregues, com acervo de 50 mil livros e a expectativa da visita de três mil a cinco mil pessoas por dia.

“Nós colocamos uma película que protege até 92% da luz e das irradiações solares de infravermelho. Ou seja, os livros estão protegidos e os usuários também. Esse trabalho foi feito em todas as paredes de vidro da biblioteca”, assegurou o diretor da instituição, Antônio Miranda.

O processo levou esses dois anos porque, a princípio, o arquiteto da obra, Oscar Niemeyer, havia vetado a película nos vidros da biblioteca, porque interferiria na proposta inicial do projeto. Contudo, segundo Antônio Miranda, ela foi autorizada. O edifício tem cinco andares e 10 mil metros quadrados. O acervo foi doado por outras instituições e pessoas físicas.

“Marli de Oliveira, a esposa [do escritor] João Cabral de Melo Neto, faleceu, e a família nos honrou doando oito mil livros da coleção pessoal dela, com autógrafos de grandes escritores brasileiros, como Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade, que eram amigos dela”, contou Miranda.

Além dos 50 mil livros, o Ministério da Cultura fez um repasse de R$ 2,5 milhões, que deve ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias. De acordo com o diretor da Biblioteca, o dinheiro servirá para a compra de mais de 150 mil exemplares.

Oscar Niemeyer, que completa 101 anos hoje, esteve presente ao lançamento da revista “Nosso Caminho”, que aconteceu em seguida à inauguração, mas falou pouco. Após o discurso do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, disse que “é importante trabalharmos juntos para construir um mundo mais justo e melhor”.

O coordenador nacional de Livro de Leitura, Jéferson Assumção, destacou que a biblioteca “está em um lugar simbólico, na capital do país, na Esplanada dos Ministérios. É muito importante colocar o livro com destaque no imaginário coletivo do brasileiro”, disse Assumção.

Além do lugar ser de destaque por sua simbologia – estar próxima às principais sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário –, ele também fica próximo ao principal ponto de trânsito de pessoas do Distrito Federal: a Rodoviária de Brasília.

“Cerca de 400 mil pessoas passam diariamente pela rodoviária, vindos de muitas partes do Distrito Federal. Isso é muito importante, então é colocar o livro bem próximo de onde passam as pessoas. Isso é a grande qualidade dessa biblioteca”, completou Jéferson Assumção.

Para o ministro da Cultura, Juca Ferreira,“biblioteca é importante em qualquer lugar do mundo e nós estamos fazendo um esforço no Brasil de atingir essa meta em meados do ano que vem, e essa biblioteca é fundamental, porque vai prestar um serviço a uma parcela da população que tem dificuldade de ter acesso à cultura”.
Discussão sobre diversidade cultural se torna retórica sem inclusão de negros e índios, diz diretor

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil


Roosewelt Pinheiro/Abr



Brasília - Durante o Seminário Internacional sobre Diversidade Cultural, promovido pelo Ministério da Cultura, Antônio Pompêo, diretor de Promoção, Estudos, Pesquisas e Divulgação da Cultura Afro-Brasileira da Fundação Palmares, ligada ao Ministério da Cultura
Brasília - Embora afirme que a participação dos negros nas decisões que envolvem cultura esteja aumentando na América Latina, o diretor de Promoção, Pesquisa e Divulgação da Cultura Afrobrasileira da Fundação Palmares, Antônio Pompêo, diz que sem a inclusão de negros e índios nesse processo, a discussão sobre diversidade cultural se torna retórica.

Pompêo citou países latino-americanos que têm ministros negros, caso da Colômbia, com a ministra Paula Moreno Zapata, e do Equador, com Antonio Preciado, além do ministro brasileiro, Gilberto Gil.

Segundo ele, também é necessário discutir mais sobre a cultura dos afrodescendentes da América Latina, o que ele chama de “afrolatinidade”. “O grande foco é trabalhar essa afrolatinidade, ter essa interlocução com os negros afrolatinos”.

A avaliação foi feita hoje (29), último dia do Seminário Internacional sobre a Diversidade Cultural. Para Pompêo, o seminário foi uma oportunidade de iniciar essa discussão.

"A gente tem muito pouco conhecimento do que acontece na América Latina. Essa é uma oportunidade de saber de que forma os irmãos latinos estão trabalhando esse conceito de diversidade cultural”.




Cria e Animar
ESPAÇO CULTURAL


APRESENTA

1ª Mostra Audiovisual


Divulgando obras audiovisuais dos realizadores da cidade do Gama. Apresentado os curta metragem de Renan Santana , Walter Sarça, Pietro Oliveira, Marcos Alexandre e Luian Valadão.

Entrada Franca.
Dia: 20/12
Horas: 20:00 horas.
Classificação livre

LOCAL - Quadra 40 Setor Central-Gama
MAIORES INFORMAÇÕES: 3556-6605/9618-0102

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Mudanças Climáticas‏
Longe dos holofotes da mídia, um debate crucial está acontecendo na Reunião da ONU sobre Mudanças Climáticas na Polônia e no Encontro da União Européia em Bruxelas e um acordo climático global depende do resultado das negociações desta semana!

Os governantes da Alemanha, Itália e Polônia estão usando a crise econômica como desculpa para enfraquecer o seu compromisso com o clima, cedendo ao lobby das grandes indústrias poluidoras. Se os líderes destes três países não mudarem seu posicionamento não haverá um acordo entre os países europeus, e conseqüentemente todo o processo global estará em risco. Precisamos erguer nossas vozes e mostrar que as proteções ambientais podem favorecer, e não competir, com o desenvolvimento.

Os membros da Avaaz conseguiram agendar reuniões com os negociadores em Bruxelas e Polônia. Portanto estaremos entregando a nossa petição global diretamente para os representantes de países chave.

Para termos um impacto precisamos de um grande número de assinaturas.

Ano passado os EUA, Canadá e Japão foram os negociadores mais irresponsáveis nos encontros climáticos internacionais e nós tivemos um impacto quando mais de 300.000 apoiadores da Avaaz se manifestaram. Mas agora o Bush, Fukuda e Harper, já saíram ou estão saindo do poder, e o peso da decisão caiu sobre a Europa. Para conseguirmos um acordo climático satisfatório precisamos que a Europa assuma os seguintes compromissos: reduzir em 30% as emissões de carbono até 2020 se um acordo climático for alcançado, leiloar 100% das permissões dentro do seu Sistema de Comércio de Emissões, e instalar mecanismos rígidos para garantir que as metas de redução de emissão sejam cumpridas.

Estamos presentes na Polônia e em Bruxelas de várias formas: nos reunimos com as delegações de vários países, encomendamos pesquisas de opinião, organizamos uma manifestação na Varsóvia, apresentamos o "Prêmio Fóssil" para os piores países das negociações e enviamos notas diárias para a imprensa. Porém, a nossa arma mais forte é a petição global com 150.000 assinaturas. Com ela podemos mostrar para as lideranças presentes que o mundo exige deles um compromisso forte com o clima.

Vamos entregar a petição ainda esta semana e precisaremos de mais que 150.000 assinaturas:
Para todos nós que nos preocupamos com as mudanças climáticas, esta é a hora de demandar uma liderança séria.
Até o Ano Novo a Europa já terá uma política climática estabelecida, e levará com ela a esperança, ou decepção, do acordo climático por vir.O compromisso com as mudanças climáticas depende de negociações que estão acontecendo agora mesmo.

Chegou a hora de aumentar a pressão sobre as lideranças européias!

Levaremos o seu nome para Polônia e Bruxelas

Assine a petição
http://www.avaaz.org/po/europe_climate_crunch_time/?cl=156614680&am...Leia mais sobre o assunto:
Semana decisiva para a conferência da ONU sobre a mudança climática:
http://http//g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL914225-5602,00-SEMANA+DECI...

Nova conferência do clima é crucial para obtenção de acordo em 2009:

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008


Lançamento do Projeto
UrbeSonora
De experiência sonora a musica de pista

com:
Aslamcabral (PE)
Conrado Silva (DF)
Eduardo Kolody (GO)
Exavier [SUAPHAMUSSEN] (GO)
Emir (SC)
Gabriel Gardenal (DF)
Krixnah Torrent (DF)
Phil Jone - Synaesmedia (UK)
Quizzik (DF)
Victor Valentin (DF)

O UrbeSonora é para seu Ouvido Pensante - Um espaço para experiências sonoras, áudioarte e música experimental. Acolhe e apresenta desde música eletroacústica, paisagens e arquiteturas sonoras, experiências acústicas e espaciais com o som, vertentes mais melódicas, miscigenadas e inclassificáveis até música dançante voltada para as pistas mas sem cair no comum.

Opus Nº 1- Experimental Total
2º Ato - Melódicos e Miscigenados
3º Movimento - Balance

Sábado, 13/12/2008
A partir das 19h
Museu Nacional da República - Brasília

ENTRADA FRANCA

Realização: Torrent Efex

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vem ai a Feira do Troca do Olhos D'Água.
No primeiro domingo de Dezembro como já é tradição a Feira do Troca de Olhas D'Água em mais edição vai acontecer, mas a festa começa na quinta feira venha fazer um programa diferente, tem varias atrações culturais muita gente bonita e o que é melhor você troca de tudo por artesanato antiguidades etc. é só negociar!
71º Feira de Trocas
Esta Feira Não tem preço 05 a 07 de Dezembro

Secretaria de Cultura, Turismo, Meio Ambiente e Sub Prefeitura de Olhos D'Água "pedimos desculpa pelo cartaz não ser o atual, pois a secretaria de cultura não nos enviou o cartaz da feira."
A proveite e conheça o melhor do artesanto de Olhos D'Águaa




Veja amais no Sitecurupia

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Área de Preservação Ideológica!!!

Bem vindos a Área de Preservação Ideológica!
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